Co-branded Itaú Latam Pass: pontos em dobro em compras internacionais em julho e agosto, com metas de gastos e teto de pontuação extra

Imitando o co-branded Itaú Azul (link), a Latam Pass resolveu também conceder pontos extras nos meses de férias (link).

A diferença é que a pontuação extra está condicionada ao atingimento de uma meta de gastos, além de haver um limite para a pontuação extra.

Trecho do regulamento:

“3.1. Pontos em Dobro para Compras Internacionais: Campanha válida para Clientes LATAM Pass
titulares dos cartões de créditos ativos LATAM Pass Itaú Mastercard Black e LATAM Pass Itaú
Mastercard Platinum, Visa Infinite e Visa Platinum, que realizarem gastos mínimos em moeda
estrangeira elencados abaixo em lojas físicas ou virtuais internacionais entre a 00:00 do dia 01 de
julho de 2024 até às 23:59 do dia 31 de agosto de 2024, pelo horário oficial de Brasília, ganharão
Pontos Extras LATAM Pass.

3.1.1 Para os Clientes titulares dos cartões LATAM Pass Itaú Mastercad Black e Visa
Infinite que realizarem os referidos gastos em um destes cartões titulares, a partir de
R$6.000,00 (seis mil) reais, cada dólar gasto o Cliente ganhará 7 Pontos, com limitação de
30.000 (trinta mil) Pontos Extras por CPF.

3.1.2 Para os Clientes titulares do cartões LATAM Pass Itaú Platinum bandeira
Mastercard ou Visa que realizarem os referidos gastos em um destes cartões titulares, a
partir de R$3.000,00 (três mil) reais, cada dólar gasto o Cliente ganhará 4 Pontos, com
limitação de 8.000 (oito mil) Pontos Extras por CPF.”

Conclusão

O problema das compras internacionais nos cartões do Itaú (não apenas nesse co-branded com a Azul, mas também em todos os outros comercializados pelo Itaucard), é o spread elevadíssimo de 5,5%.

Esse spread, somado ao IOF de 4,38%, faz todas as compras serem quase 10% mais caras.

Geralmente, para compras internacionais, a melhor opção acaba sendo ou o uso de cartões com spread zero, como o Unicred Visa Infinite, o Elo Banese Nanquim etc., ou o uso de cartões que devolvem o IOF, como os da Porto Seguro.

Por fim, não custa lembrar que o dólar está acima de R$ 5,50, se aproximando dos tempos da crise da pandemia. Ou seja: evite a todo custo gastar em compras internacionais.