[Guest post] Saí do Latam Pass (onde fui Black Signature por quatro anos consecutivos) para o AAdvantage. Aqui estão dois motivos.

Fato: os programas brasileiros de fidelidade aérea viraram qualquer coisa, menos fidelidade aérea.

Mas nem tudo está perdido.

Os brasileiros continuam tendo acesso – ainda que dificultoso – a programas estrangeiros, onde há um maior respeito ao cliente, com tabelas não tão alteráveis de resgates, atendimento no call center que não demora, e regras mais estáveis, dentre outras coisas.

Não são todos, claro – e o exemplo do TAP Miles & Go está aí para provar que até os programas estrangeiros têm seus problemas.

Mas há esperança no fim do túnel – ou no fim do finger……. rsrs

Segue, a propósito do tema, um relevante depoimento do leitor Flávio, que foi Black Signature – a categoria top tier do Latam Pass – por quase meia década consecutiva, mas que resolveu abandoná-lo e concentrar seus acúmulos e resgates no bom e velho AAdvantage.

Confiram!

…………………….

“Se o Latam Passo fosse um programa de FIDELIDADE eu até concordaria com o CEO da Latam (post aqui), assim como os programas das cias americanas.

Mas o problema é que virou um programa de RENTABILIDADE para a cia aérea, onde elas viram que podem faturar e muito com isso, nesse caso ele perdeu a razão.

Além do mais, a Latam adotou práticas que acabaram expulsando o cliente fiel.

Eu fui Black Signature por 4 anos seguidos, isso antes da pandemia.

Para mim ficou claro que a Latam foi por um caminho onde abriu mão de poucos clientes que gastavam muito para buscar escala em seu programa de (in)fidelidade.

Meu principal programa atualmente é o AAdvantage.

Difícil acumular?

Sim.

Mas a diferença vemos na hora de usar e na qualidade da central de atendimento.

Pois pra mim não adianta ter milhões de pontos que não valem nada, ou colocam milhares de dificuldades quando precisamos usar”.

……………………

Mais alguém aqui abandonou programas nacionais e está focando nos programas estrangeiros?