[Alerta do leitor] Voos para Miami usando o AAdvantage: 105.500 milhas partindo de São Paulo. Ou 48.500 milhas partindo de Buenos Aires. Alguma explicação plausível?

O alerta veio do Kalispera (obrigado!):

“American Airlines enfiando a mão nos brasileiros (mais uma….).

Consultei toda a tabela da AA saindo São Paulo para os EUA no período de um ano e sempre acima de 90k milhas AAdvantage por trecho.

Aí fui consultar voos parecidos e de mesma duração para os vizinhos da América do Sul e metade do preço…

Deve ser por causa de crise etc…

Porém, surpresa minha, olhei voos de mesma duração da Europa e o mesmo preço de Argentina e Chile…

Conclusão

Escolheram os brasileiros para esfolarem na crise”.

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Nos comentários à publicação original (link), vários leitores se manifestaram sobre essa situação.

O Flávio disse:

“Deve ser porque nos nossos vizinhos ainda não chegaram os vendedores de cursos e sonhos como o cara que diz ensinar o “investimento que rende 20% ao mês e seu banco está escondendo de você.”

Já o Beto deu a seguinte opinião:

“Ou talvez porque lá os cartões não acumulam 2 pontos por dólar e menos ainda por não terem promoções como a Bateu Ganhou.

Concordo que a venda de milhas colaborou com o declínio dos programas, mas o maior responsável pelos altos preços ainda é a extrema facilidade que temos de acumular milhas (compra direta, clubes, varejo, promoções de metas de gastos etc.).”

O Wesley anotou que, para maio de 2023, ainda se encontra(va) alguma coisa a 51k o trecho.

Já o Henry disse:

“Também tem o aspecto de a quantas anda a economia do local… a nossa e do mundo todo não tá com essa bola toda, mas a da Argentina virou terra arrasada.. e a do Chile, o mercado não projeta coisa muito boa não, embora, particularmente eu acredite que lá não será tão ruim como foi na Argentina.. é uma questão cultural de cada país….. a conferir…”

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E para você, essa quantidade exagerada de milhas cobrada em voos saindo justamente do Brasil, de modo destoante ao resto do mundo, teria alguma explicação plausível?

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