Cia. aérea usa a desculpa do assento não operacional (com defeito) para recusar o upgrade/assento do passageiro… e depois o tal assento (supostamente não operacional) vem a ser ocupado por outro passageiro?

O Kalispera iniciou o debate:

“Vocês viram o caso da família da Bahia que foi expulsa do avião após ser expulsa da classe executiva e não aceitar? Bizarro”.

O neolight comentou:

“Não vou entrar no mérito da questão – se o comandante veio dar esporro e exercer autoridade, acho que não tinha como fazer uma composição ali. Teria adotado uma postura do tipo “OK, perdi, mas quero bilhete novo, hotel, traslado e todo mundo no avião amanhã (e não saio daqui sem o cartão de embarque).

Caso alguém da família tivesse mesmo de ir impreterivelmente, faria parte ir no dia e o resto ir outro dia. No Brasil, imediatamente entraria com um processo.”

E o RP escreveu:

“Já aconteceu comigo na Latam recentemente, assento PE. App confirmou o upgrade e novo assento, e no portão de embarque, nos seguraram até metade do voo embarcar, dizendo que havia um problema. Passado um tempo, disseram que não iriam honrar o upgrade, pois o assento estava com defeito, e ofereceram separar o casal, igual no causo em questão.

No fim, nos acomodaram na fila 3 e 4. Fila 3 com atendimento PE, e fila 4 Economy normal. O detalhe cabeludo é que até lá pela fila 6 ou 7, todos os assentos são PE, digo, o banco em si. Daria tranquilamente pra terem mantido os 2 upgrades e servido a refeição da PE pra nós dois na quarta fileira (que estava inteira vazia), exatamente como fariam se estivéssemos na fila 1 originalmente designada, mas não…

Voamos com o conforto do assento com mais espaço, mas um comeu salmão e o outro bolachinhas rs
E adivinha se não tive que entrar em contato pra ressarcir o upgrade, pois no sistema ficou como se tivéssemos voado? Se encaixa bem no assunto anterior, de fidelização… não tem programa de milhas que fidelize após uma experiência ruim destas, ainda mais num caso da mais absoluta má vontade como este, que era só mudar da fila 1 pra 4 e servir normalmente a refeição da PE…

As empresas aéreas reclamam muito da judicialização, mas tem horas que parece que desaprenderam o básico…”

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E vocês, já vivenciaram situação semelhante: ser realocado para outro assento pelo fato de o assento original não estar operacional e, depois, virem o assento supostamente não operacional ser ocupado por outro passageiro?