[Dúvida do leitor] O que podemos esperar do aniversário da Caixa dia 12/01, Gol dia 15/01 e do Clube Azul dia 16/01?
O Wólnei perguntou:
“O que podemos esperar do aniversário da Caixa dia 12/01, Gol dia 15/01 e do Clube Azul dia 16/01?”
O RAG escreveu:
“Como a Caixa lançou esse Uau aposto que com essa venda de pontos será impossível manter essa taxa de 158%, porque senão os gafanhotos e vendedores de curso vão anunciar o novo santo graal e sabemos tudo que virá modinha onde irá parar …
Como usuário sadomasoquista do TAVI da azul só espero mais alguma promoção pega trouxa, porque depois de ter minha malas extraviada com eles e saber que eles oferecem somente 300 reais nessa situação prefiro queimar ponto Iberia na Latam do que brincar de pinga pinga em voos da Azul…”
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Sobre a Azul, vide o comentário do Asaf, que resume o espírito de muitos clientes da cia. aérea:
“A Azul deveria criar uma nova categoria e que deveria se chamar “Azul Trouxa Premium”. Essas promoções de 90%, 100%, 110% de bônus são praticamente um curso intensivo de como transformar viajante em trouxa certificado. Tenho voo para a Europa em novembro de 2026, emitido com milhas Smiles, e só preciso de um trecho interno GRU–REC. Simples, né? Pois é… menos para a Azul.
Enquanto Latam Pass cobra 16.5k e Smiles 29.5k, a Azul aparece com sua tabela mágica: 48.5k. É quase como se eles acreditassem que o passageiro vai achar que está comprando uma passagem para MCO, não para Recife.
Minha sorte é que na última “promoção mágica” da Livelo para Azul de 100%, eu só transferi 30k. Já desconfiava que vinha golpe maquiado de bônus. Agora, com validade de apenas 6 meses, se não aparecer um trecho decente, minhas milhas viram pó — e pó azul, diga-se de passagem.
O mais curioso é que, quanto mais distante a data, mais inflacionado o preço. Parece que a Azul trabalha com a lógica do “quanto mais cedo você planeja, mais caro você paga”. E aí, quando o voo não vende como esperado, eles aparecem com aquelas campanhas milagrosas, fingindo que estão fazendo um favor ao cliente. Só que nesse caso, suas milhas já se transformaram em pó — e pó azul vencido.
O detalhe mais cômico: eu moro em Recife, hub da Azul. Teoricamente, deveria ser o palco onde a companhia brilha. Na prática, é só fumaça azul: Gol e Latam, com meia dúzia de voos, estão melhores quando o assunto é emissão com milhas com antecedência. Menos mal que minha mãe sempre vai pra BH. Se nada prestar, pelo menos dá pra torrar essas milhas inflacionadas com ela. Já o meu GRU–REC, claro, vai com Latam ou Smiles — além de mais barato, ainda me poupa de atravessar o deserto chamado Terminal 1 de Guarulhos, onde a Azul insiste em se esconder como se fosse castigo.
Azul conseguiu transformar bônus em prazo de validade e milhas em areia movediça: quanto mais você tenta usar, mais afunda.
Resumindo: Azul não vende passagens, vende esperança. E esperança, como sabemos, é cara. Especialmente quando você mora no hub deles.”
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E você, está animado com as promoções que virão semana que vem?