[Guest post] Projeto revivendo antes de morrer. Parte 5: Pelas Montanhas Rochosas do Canadá

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Dando continuidade ao trip report sobre a viagem ao Canadá, o Celso continua nos trazendo relatos divertidos e tragicômicos da viagem, agora já na fase das Montanhas Rochosas.

Assim como no texto anterior, pitadas de humor refinado  são entrelaçadas com informações úteis, belas imagens, e muito entretenimento, o que faz da leitura do texto de hoje, assim como nos anteriores, uma verdadeira viagem dento da viagem.

A quantidade e o volume de contratempos só aumentaram nessa segunda parte da viagem ……rsrss….. o que mostra que devemos sempre encará-los com tenacidade, a fim de evitar estragar a viagem com esses pequenos e médios aborrecimentos, que, afinal, fazem parte do inesperado que pode ocorrer durante uma viagem.

Confiram!

…………………………………………………

“Na estrada, ainda próximo da chegada à Jarper, você entra no Parque Nacional, cuja entrada é tarifada por pessoa e por dia. 

No nosso caso, valia mais a compra do passe anual, em função do tempo que ficaríamos nos parques. 

O passe fixado no espelho interno do veículo e em todas as barreiras era conferido. Esse passe, comprado pela Internet, no período de vigência, dá direito ao ingresso em todos os parques nacionais de todo o Canadá e em alguns sítios históricos. Veja relação no site.

Perto das 9 p.m. no final do dia, chegamos a Jasper, no Território de Alberta. O fuso acrescenta 1 hora ao sair da British Columbia. Fomos direto ao nosso hotel, que somente o GPS Garmin encontrou, o nativo do carro não encontrava, quer por endereço, quer por POI.

O resort ficava a 7 km de downtown e, no caminho, numa estrada de mão única, encontrei muita gente parada fotografando urso. Confesso que procurei e não vi Zé Colmeia nenhum! Acho que esse pessoal estava muiiiiiiiiiiito querendo ver um urso de perto.

Quando se fala em Montanhas Rochosas do Canadá, prepare-se para o inexplorado, a beleza natural inigualável, e… o preço bem mais alto que no resto do Canadá.

Este é o site do nosso hotel: Pyramid Lake Resort.

Quando contratei, não havia esta foto, ou a foto mostrava somente o prédio inferior.

Pois bem, chegamos, fomos direto ao checkin onde passaríamos nossa única noite. Recebemos as chaves do apartamento, e… GUILHERMITE!

Queríamos jantar no restaurante bem avaliado no Trip Advisor. Justo nessa data estava fechado para um casamento! …………… Adoramos!

Nosso apartamento ficava num prédio atrás, e distante da sede. Tão distante que recebemos um MAPA com o número da unidade (sentiram o drama que iriamos passar? Mapa para localizar o quarto é semelhante a engatinhar no chão do 787 procurando pedra de anel, né gente!?).

Ao ver o mapa, vejo que haviam unidades inferiores e superiores (pensei comigo: “que sorte, pelo menos não vou subir escada”).

Diante disso, na própria sede, comprei algumas guloseimas para dormir sem jantar, e fomos para o apartamento.

Peguei o carro e percebo que o acesso ao bloco que estava o apartamento era todo cascalhado, epa, senti um cheiro de GUILHERMITE entre os eucaliptos!

Fui com o carro por uns 500 metros e chego ao bloco.

Incrível, meu apartamento ficava no fosso, kkkkk, tinha que descer uma escada em dois lances com uns 40 degraus, com aquele mundo de malas, sem nenhuma cobertura no trajeto.

Depois dessa epopeia, minha mulher perguntou o que mais nos esperava, se eu tinha reservado mais algo fantástico para ela, kkkkk . Começamos a rir.

A diária desse fosso custou mais de CAD 315!!!!

Bem, fomos dormir num apartamento muito limpo, com cama muito gostosa, e banheiro simples. Mas a GUILHERMITE AGUDA nos pegou! Às duas da manhã acordei pelo frio, e a temperatura era de exatos – 3 Cº. Que frio! Tremíamos. Note que estamos no final do verão deles ainda.

Nos cobrimos. Colocamos o Iphone para despertar às 7, pois tínhamos compromisso.

Tomamos banho e… e… e… acreditem, CHUVA, SENHORES, chuva para comemorar a subida dos dois lances de escada até o carro e colocar as malas. Que delícia!

Minha esposa deu-me os parabéns pela escolha da acomodação (kkkk) e perguntou se esse hotel teria similares no restante da viagem.

Respondi, calma, agora será só prazer (mal sabia eu o que nos esperava – kkkk).

Carregamos o carro, fiz o checkout e nem fotografei o lindo lago defronte ao resort, pois, com chuva e névoa, a foto seria horrível. 

Foi tão maravilhosa essa hospedagem que não tirei foto de nada!

Saímos do hotel e já senti que o tempo nas Montanhas Rochosas muda com rapidez. Pelo aplicativo de clima, tinha notícia que o dia seria parcialmente nublado até às 10 am.

Nosso primeiro passeio seria ainda em Jasper no Skytram (Gôndola).

O tempo estava tão nublado que a visibilidade não permitia enxergar 50 metros. Fui à gôndola e o valor dos ingressos pré-pagos pela Internet foram imediatamente e gentilmente estornados com crédito no meu cartão de credito (USD 80), tendo o passeio sido cancelado.

Saímos agora de Jasper rumo à Icefields Parkway, CA 93, tida como a estrada cênica mais bonita do mundo, que em 230 km liga Jasper a Lake Louise.

Aqui, não há no trajeto sinal de celular, GPS somente no satélite.

Há apenas dois pontos de parada com WiFi. Um na área de alimentação com ótimo restaurante, loja de souvenires etc., na estrada junto a um grande camping onde muitos turistas param, e outro no Columbia Icefield Discovery Center.

I

O Columbia Icefield Discovery Center é um amplo local de recepção a inúmeros turistas que visitarão a geleira Athabasca Glacier no veículo Ice Explorer e depois você irá ao Skywalk, um mirante no penhasco todo em vidro temperado com visão imensa do desfiladeiro.

Essas atrações, com hora marcada, requerem reserva e, na Internet, há o período e horário de funcionamento.

O passeio à geleira, é caro, mas é um bolo Pullmann coberto de chantilly, ou seja, colocaram muito visual no veículo Ice Explorer, e no Skywalk todo de vidro temperado. Será que pelo preço do passeio voltaria? Provavelmente, não. Vale conhecer? Sim! A Grouse Mountain em Vancouver tem preço também alto e voltei. Valeu a pena.

Aproveitando, na estrada há 4 barreiras em pontos diferentes, com cancela, que servem para fechar a estrada no inverno, conforme a intensidade da nevasca.

Nos 230 km dessa lindíssima estrada só há um único posto de gasolina, já perto de Lake Louise, portanto, saia de Jasper com o carro abastecido. Combustível caro. Posto simples.

Passamos direto por Lake Louise, que fica à direita na estrada, rumo a Banff, pela Trans Canadian Roadway ou Canadian 1.

Chegaríamos a Banff no final de tarde, mas antes perto de Banff, vários patrulheiros com pistolas de laser davam um show de multas nos apressados que, inclusive, eram parados para prestigiar com assinatura o penalty recebido.

Chegamos a Banff, a mais linda das cidades das Montanhas Rochosas, que realmente nos surpreendeu.

Inicialmente fomos direto ao Fairmont Springs Banff.

Esse castelo foi construído em 1888 pela estrada de ferro Trans Pacific Railway, e hoje é tido como o mais emblemático hotel da rede Fairmont.

Se o seu orçamento comporta, não pense duas vezes em se hospedar, mas observe alguns cuidados.

I

Pensei comigo, agora vou rir da minha mulher que, até chegarmos perto de Banff, nem imaginava o hotel que ficaríamos.

Quando chegamos, o impacto inicial foi ótimo.

IDisse a minha esposa que tinha reservado uma Suíte – Gate House, e que iria tentar o upgrade para o serviço Fairmont Gold.

Iniciamos o checkin com uma sucessão incrível de “nãos”! Hotel totalmente lotado, serviço Gold não pode ser oferecido gratuitamente, não, não, não.

Paciência, vamos ao quarto.

Você está nos dando um quarto em qual andar?

– 17º!

– Nossa, não achei que o hotel tivesse tantos andares.

– Mas o Sr. reservou uma Suíte Gate House II, e todas ficam na Gate House.

– Ok, e como acesso a suíte?

– Pegue a saída, ande pela calçada até a Gate House, pegue o elevador, desça no 17º andar, e vá à suíte 1702.

-Cuma? O quê? Tá me dizendo que a suíte fica num puxadinho lá perto de Canmore, e não no prédio principal?

– Exato!

Não, isso não dá para acreditar! Reservo Fairmont, suíte, uma facada, e fico no puxadinho! E o acesso ainda é pela rua? Pode isso, Guilherme?

Quando minha mulher percebeu o que ocorreu, pediu para sentar, e teve uma crise de risos!

Eu nem consegui disfarçar minha decepção!

O anexo The Gate House, onde ficam as suítes, tem corredores de acesso escuros. Para encontrar o elevador, tenha um GPS no pulso.

Ao chegarmos no andar da suíte, outra surpresa, degraus para acessar nossa suíte, que ficava bem na ponta do puxadinho, quase em Canmore.

Nessa hora tinha vontade de tomar um Gardenal! Kkkk

A cama, a suíte, o banheiro eram maravilhosos, mas longe, muito longe do main building!

Quando você pede o carro, dava tempo de comer um Poutine até ele chegar! Kkkk.

Nesse puxadinho, tinha um restaurante italiano, mas nada dos estrelados Michelin do main building. Toda estrutura ESPETACULAR ficava no main building.

Em todas as cidades das Montanhas Rochosas há centro de informações ao turista, que realmente funciona e conhece a região, como nesse em Field, mostrado na foto acima.

Tem ATM cashier, máquinas para vender guloseimas, líquidos, toaletes, fraldário, WiFi etc. Fica a dica de, se precisar, procurá-los.

Ligado na previsão meteorológica, sabia que o tempo estaria nublado, com períodos de chuva leve, no dia seguinte. Inverti o roteiro, para poder ver os lagos com tempo melhor.

Nesse dia, em Banff, fomos a uma padaria orgânica para o café da manhã, Wild Flour Bakery, e não nos arrependemos. Ótima.

A seguir, fomos ao Cave & Basin National Historic, museu com fontes termais, cujo ingresso pago tem acesso gratuito a quem possui o Discovery Pass.

Se tivesse pago, iria pedir o dinheiro de volta. Totalmente dispensável. Veja o local!

Uma das atrações de Banff é a vista do hotel Fairmont Springs nesse mirante chamado Surprise Corner.

Se você aprecia hambúrguer delicioso, tente no Eddie Burger, onde poderá degustar como sobremesa o Beaver Tail, semelhante a um churro que só encontrará no Canadá.

Restaurante grego sempre é ótima escolha, e este não foi diferente. Balkan Restaurant, reserva obrigatória. A cerveja grega foi deliciosa.

Claro que fomos ao Tim Hortons, que, na 100 Gopher Street, fica aberto 24h.           

Novo dia, e o tempo mudou, de Banff a Lake Louise são 45 minutos.

O café na padaria Laggan, em Lake Louise, foi ótimo, muito acima do esperado.

Tínhamos que ir ao Lago Moraine primeiro e cedo, pois, dependendo da quantidade de visitantes, eles fecham o acesso da estrada.

Após, visitaríamos o Lake Louise e, por último, o Emerald Lake, que está distante 50 km. 

OS LAGOS

Os lagos das montanhas são um espetáculo à parte. Se procurar, achará inúmeros, um mais lindo que o outro. Do Azul ao Verde esmeralda, de uma beleza inimaginável.

O Lake Louise difere na cor do Lake Moraine exibido na foto acima. Esses lagos são formados pelo descongelamento das geleiras das montanhas e, durante a passagem dessas águas, a rocha vai se desgastando e seus sedimentos são carreados ao fundo do lago.

Esse sedimento dá a cor dos lagos. A diferença de profundidade dos lagos interfere na cor, sendo o Lake Louise mais profundo que o Lake Moraine.

Abaixo, fotos do Lake Louise e o Hotel Fairmont Lake Louise, que fica defronte ao lago, com vista espetacular.

Veja agora as fotos do Lake Emerald

Existem vários outros lagos maravilhosos como o Lake Bow, o Peito Lake….. Escolha os que deseja conhecer, proe no GPS, e veja o paraíso.

Quando você volta do Lake Emerald rumo ao Lake Louise, ao entrar na Canadian 1 (Trans Canadian Roadway), logo encontra a cidadezinha de Field e, no Kicking Horse, você degusta a Mud Pie, uma torta de chocolate que você come um pedaço e reza um Pai Nosso! No segundo pedaço, Ave Maria!

Agora, ao chegar ao Lake Louise, você sai da estrada, e vai a Banff por uma estrada paralela, romântica e linda, linda, a Bow Valley Parkway, onde encontrará muitos animais selvagens (isto está na Internet, só vi um único Caribou – um alce do tamanho  de um cavalo). E nada do Zé Colmeia!                                                                                                                                                                                                        

Gente, foram dias sem nenhum mico!

Agora, tinha marcado um tour no próprio hotel, para conhecer o Fairmont Springs Banff.


Chegamos pontualmente no horário e local determinados para iniciarmos o tour! O tour é exclusivo dos hóspedes. 

Eis que esse cidadão da foto inicia o tour em 1880 contando, contando, contando a história da construção do hotel.

Após uns 20 minutos mostrando fotos plastificadas, minha mulher perguntou se poderia me chamar de Chimpanzé, pois esse mico estava demais! Kkkkk

Nisso, começamos o tour saindo dessa sala e indo a um saguão, onde, onde esse mala continua na mesma toada por mais de 20 minutos e no final é calorosamente aplaudido!

Eu estava para lá de envergonhado. Kkkkk

Após caminhar pelo hotel por conta própria, conhecendo muitas áreas comuns, lojas, seus diversos restaurantes etc., fui tomar o reservado chá das 5!  Estava delicioso, mas fui tão zoado pela minha mulher que até esqueci de fotografar.

Quando voltei ao quarto, abri a janela e fiquei admirando a vista e do outro corner do quarto, exibidas nas fotos acima e abaixo. Contemplava a beleza desse local, quando começava a sentir o gosto da saudade que isso me deixaria.

Nanaino Bar – Dentre as dez coisas que só se encontra no Canadá, e não pode deixar de conhecer, está esse doce, Nanaino Bar.

Nanaino é uma localidade na Ilha de Vitoria e lá a guloseima foi criada. As versões de baunilha e a de menta são as mais procuradas.

Imagine uma Torta Holandesa levemente mais macia e muito saborosa com uma base mais consistente e cobertura espessa de chocolate. Delicioso! Guilherme, comi umas barras pensando em você, para poder lhe dizer com precisão o sabor, viu?

Nota pessoal: quando eu for no Nanaino Bar, já sei qual doce e versão procurar…….rsrs


Às quartas-feiras na cidade, há, entre maio e outubro, o Banff Farmer’s Market, das 10am-6pm.

Não tem o esplendor do Farmer´s Market de Los Angeles, mas é gostoso conhecer.

Se você aprecia um ice cream muito mais gostoso de tudo que nós estamos acostumados NÃO DEIXE DE IR na Cows Sorvete e  prove o sabor Wowie Cowie, 134 Banff Av, não esquecerá tão fácil.

Para chocolate e trufas o The Fudgery, 215 Banff Av., e suas paralelas é o local onde tudo acontece em Banff.

Agora, vamos nos despedindo das montanhas, rumo a Calgary, distante 125 km. A cidade country do Canada tem em Shania Twain a maior expressão da musica country do país.

Calgary já abrigou Jogo Olímpicos de Inverno (Vancouver também), mas conhecê-la é como comer ervilha, não tem gosto de nada!

Verdade seja dita, tem a Ponte da Paz, cuja arquitetura foge do usual e o Stampede, onde anualmente há o maior rodeio do mundo, nesse ginásio construído para isso.

Fomos pernoitar no Applause Hotel Calgary Airport com café da manhã, pois quando reservamos nosso voo, decolando na madrugada seguinte rumo a Houston, no Texas, decolaríamos muito cedo. 

Reserva por preço promocional não cancelável.

Entre os hotéis avaliados no Trip Advisor, tinha a melhor relação custo benefício.      

Hotel prático, novo, limpo, com quarto amplo, e luzes roxas no quarto, típicas de motel da nossa adolescência.

Desligada essa iluminação, que nem o Amado Batista aprovaria, o quarto satisfez nossas necessidades.

Levantamos bem cedo, fizemos o checkout, e recebemos 2 vouchers para o café da manhã.

Uma senhora oriental velha veio com uma planilha plastificada, onde você optava por 3 opções, mais café, leite e água. Gente, que horror!

Deixamos tudo no prato, horrível e o aguafé era intomável, imexível segundo Magri, nossa, socorro!

Saímos e vi uma cara muito feia da funcionária, pois não deixamos gorjeta! Achei que a oriental fosse partir para um haraquiri…. kkkkkk

Peguei o carro e fui ao aeroporto. Bem sinalizado, prático.

Devolvi o carro, e fui ao checkin da AIR CANADA onde voaríamos num CRJ 900, rumo a Houston no Texas, utilizando o terminal de TRANSBORDER – CA-USA.

A imigração você já faz no Canadá, e não estampam nenhum carimbo no seu passaporte (fique atento ao próximo post, veja o que isso acarreta!).

Na última vez que fiz conexão em YYC, a Air Canada oferecia um maravilhoso lounge aos passageiros de classe executiva, que ainda existe, mas não acessível aos passageiros que estão no transborder.

O lounge é terceirizado, mas fornecia um mínimo necessário.

O CRJ 900 apresentou defeito e a decolagem foi atrasada. Os engenheiros não conseguiram reparar o defeito, e tivemos que esperar outro CRJ 900 chegar para cumprir nosso voo. O atraso na decolagem foi de 2h30min.

Aqui, comigo, agradecia a Deus por todos os prazeres que me permitiu rever este país maravilhoso, seu povo, suas belezas.

O Canadá faz parte do meu passado, e de uma parte do passado muito feliz que tive. Que outros tenham o mesmo prazer que sempre tive no Canadá.

Embarcamos e…

Hallelujah é uma palavra hebraica cuja primeira parte significa louvai (“Hallelu”) e a segunda é uma abreviação do nome de Deus (“Yah”). … No judaísmo “Hallelujah” é usada para começar ou para terminar os salmos.

Fiz com minha mulher o mesmo que a canadense Celine Dion fez com os 4 Tenores canadenses. Ela nem acreditava! Isso ficará como um segredo nosso. Garanto que o impacto foi maior! Assistam o vídeo e imaginem!

Decolamos num voo de 4h rumo a Houston, com serviço consistente no catering, mas o CRJ 900 é inferior, no meu modo de ver, ao ERJ 19x.

Enfim, pousamos no belo aeroporto de Houston, que já conhecíamos.

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Próximo post – de Houston a New Orleans. Voltando a São Paulo.

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Quer aprender mais? Então leia os demais guest posts do Celso:

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E você, já foi para as Montanhas Rochosas do Canadá? Tem mais algumas dicas para compartilhar a respeito dessa bela região do Canadá?

Tagged as:
  • Henry

    Mais um tópico show….

    Ah propósito: Ze Colméia, durante sua estada no Canadá , estava detido por orientação do Conselho Tutelar Canadense porque ele ñ cumpriu o prometido ao Catatau: ñ comprou o IPhone 11 pro garoto….rsrs

    • Observando Fato

      kkkkkkkk

  • Bruno Batista Silva

    Excelente relato! Escreve muito bem, até a ironia fica legal no texto. Viajei junto!

  • Tulio Faria

    Show de bola! Perrengues fazem parte da história!

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