Downgrade de status no Accor Le Club: ocorre o soft landing?

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Uma dúvida pertinente foi postada pelo Carlos Telles nessa semana:

Eu vou perder o Platinum esse ano, sabe dizer se eu caio para categoria básica, ou caio para Gold?

O Cristiano respondeu:

“Teoricamente não tem soft landing. Você teoricamente cairia para a básica (caso não tenha tido pontuação suficiente para nenhuma outra). Tenho um colega que do ano passado para esse ano ficou muito perto do Gold (ele era Platinum) e ao invés de caírem ele pro Silver, foi pro Gold, mas um outro amigo meu que era Platinum e não chegou nem perto do Gold foi pro Silver…”

Conclusão

Parece que não há soft landing, mas os critérios não são 100% matemáticos, como no exemplo fornecido pelo Cristiano, do colega dele que deveria ter caído do Platinum pro Silver (se fosse levado a ferro e fogo o critério matemático), mas foi pro Gold, apesar de não ter obtido qualificação necessária para tal – embora tenha havido um esforço da parte dele para chegar no Gold, e parece que o Le Club Accor fez uma leitura diferenciada do caso.

E você? Sofreu soft landing no downgrade de status no Accor Le Club?

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  • Alexandre Conde

    Eu acompanhei bem de perto esse assunto. Quando houve a reformulação total do Le Club, é verdade que não havia previsão de soft landing e, ainda por cima, com base nos gráficos divulgados pela Accor para explicar o funcionamento do programa, parecia claro que ele não existiria mesmo. No FlyerTalk, por exemplo, isso era um consenso.

    Ao longos dos anos, com aquela quantidade enorme de promoções que havia, eu cheguei a ter duas contas Platinum na Accor e eu não queria deixar de ser Gold em uma delas porque, de fato, a Accor é a rede de hotéis que eu mais uso. Como eu não conhecia a dica do Íbis Business, eu cheguei a pagar noites extras em um Íbis no Rio para bater as 30 noites de forma a manter o Gold.

    Bem, veio a virada de 2017 para 2018 e uma surpresa da Accor. O regulamento foi alterado para prever o soft landing e minhas duas contas (a que virou o ano com 30 noites e a que virou o ano com 0 noites) ser tornaram Gold. Outra conta que acompanho também caiu de Gold para Silver

    • Alexandre Conde

      Ou seja, sim, a Accor hoje em dia prática o soft landing…

  • Nuno

    Peço já desculpa ao Guilherme, mas vejo fazer um pedido de ajuda à comunidade do MMdM que sempre digo.

    Reservei um voo do Rio para Madrid para ontem dia 22 com a Iberia usando os avios daquela promo maluca.

    A Ibéria nunca conseguiu adicionar pelo telefone o meu filho menor de 2 anos (no colo) e informou-me por escrito que no aeroporto seria possível.

    No aeroporto, a Ibéria não conseguiu adicionar o meu filho e ficamos 3 pessoas sem voo,sem hotel marcado e sem apoio algum da Ibéria no Rio.

    Encontrei um voo alternativo para hoje pagando do meu bolso o voo e hotel no Rio.

    Antes de sair do Rio, alguém me aconselha tomar alguma providência que ajude numa ação legal futura?!

    Procon? ANAC?
    livro de reclamações da Ibéria mesmo não tendo hoje representantes nenhuns em GIG?

    Desde já obrigado!
    (E depois d ter sido um defensor da Ibéria na hora da promoção, jamais voarei Ibéria de novo)

    • Guilherme

      Olá Nuno!

      Vou publicar sua dúvida! Talvez não consiga pra hoje ainda, acho que conseguirei publicar amanhã, mas outros leitores certamente poderão te ajudar!

      Em tempo, eu faria uma reclamação na ANAC e no Procon, já que o fato ocorrido foi bem grave, e você tem prova documental de todo o ocorrido.

      Abraços e boa viagem!

      • Nuno

        Obrigado!! Assim que retornar ao aeroporto do Galeão vou ver se têm atendimento presencial para fazr lá mesmo.

        Acho impressionante a falta de profissionalismo da Iberia. Bate 10×0 a Latam! E que achava o atendimento da Latam o fundo do poço.
        Conseguem ver um bebê com sono e fome às 9 da noite, sem ter onde ficar, e simplesmente dizer-me “o sistema não está permitindo, não posso fazer a inclusão dele neste vôo, não tenho alternativas”.

        Por enquanto, apesar dos pesares, parece que vai ser o Smiles que me vai salvar. Fica caro. Mas com reserva feita com menos de 24h de atencedência,o preço é pagável. Mas aguardo ainda a adição do bebê de colo. A ver vamos.

        • Cicero Bezerra

          Nuno, registre tudo o que você puder. Fotos de guichês, bilhetes, histórico de ligações, etc. Guarde também os comprovantes das passagens, hotel, táxis, etc e pesquise hoje (que entendi ser o dia da sua viagem) quanto custaria um voo semelhante (na ibéria e nas concorrente. O google flight será de grande ajuda). Se o voo que vc adquiriu via smiles te atender vai nele. Se não te atender vai na Ibéria mais uma vez e tenta novamente (sempre registrando). Não deu, então aproveite a viagem e na volta ingresse com uma ação no Juizado Especial (não precisa de advogado, mas dado as peculiaridades do seu caso procurar um profissional poderia te ajudar a maximizar a reparação) e busque a reparação dos danos materiais e morais.

          Ah, os prejuízos que vc por ventura tiver na espanha (diária não utilizada, transfer não usado, passeio já contratado, etc) tb são passíveis de ressarcimento.

          Não deixe que isso estrague suas férias. Apesar do contratempo vc há de reaver tudo que desembolsou.

          Abs, boa sorte e boas festas.

    • Henry

      Nuno
      O importante é vc guardar o máximo de comprovantes contigo.
      Vc poderá pleitear indenização por dano material, que ficará limitada a uns 4.5 mil reais, por pessoa, inclusive o bebê, por conta da Convenção de Montreal, que o Brasil é signatário…
      Já o dano moral, a Convenção de Montreal é silente e, neste caso, se aplica o direito brasileiro… e vc certamente obterá uma bela indenização…
      Mas, se vc ajuizar no JEC sem advogado, tudo isso fica limitado a 20 salários mínimos… com advogado, pode-se chegar a 40 SM..
      Assim o recomendável é que vc faça o processo através de um advogado de sua confiança e que conheça um pouco ações envolvendo viagens..

      • Beatriz Roland

        Henry, não há qualquer previsão de limitação de danos materiais na Convenção de Montreal relativos ao caso narrado pelo Nuno. A CM trata de danos/atraso de bagagem/carga, atraso no transporte e indenização em caso de morte ou lesão corporal dos pax. Nuno foi impedido de embarcar com o filho e tem o comprovante por escrito – que é essencial para o sucesso da demanda dele. Os danos materiais são os gastos totais que ele arcou/arcará com toda a família para a compra de novas passagens, não tendo qualquer limite.

        • Observando Fato

          Respeitosamente, discordo tanto das afirmações do Henry quanto da Beatriz.
          Ele afirma: “ Reservei um voo do Rio para Madrid para ontem dia 22 com a Ibéria usando os avios daquela promo maluca, A Ibéria nunca conseguiu adicionar pelo telefone o meu filho menor de 2 anos (no colo) e informou-me por escrito que no aeroporto seria possível. No aeroporto, a Ibéria não conseguiu adicionar o meu filho e ficamos 3 pessoas sem voo, sem hotel marcado e sem apoio algum da Ibéria no Rio. Encontrei um voo alternativo para hoje pagando do meu bolso o voo e hotel no Rio.
          1- Transporte aéreo tem entendimento pacífico nos Tribunais com sendo relação de consumo, ficando sua relação atrelada ao Código de Defesa do Consumidor.
          2- Sendo sua residência no Brasil e a empresa transportadora operando no Brasil, seus pleitos serão feitos baseados EXCLUSIVAMENTE pela legislação Brasileira independente de qualquer outra, ainda que expressa no bilhete.
          3- A transportadora pode ser acionada no Juizado Especial Cível, porém neste caso SEM advogado O LIMITE MAXIMO TOTAL que a sentença pode atingir é de 20 salários mínimos, INDEPENDENTE DE DANOS MAIORES. Se utilizar o JEC COM ADVOGADO NO PROCESSO o limite da sentença pode atingir no MAXIMO 40 SALARIOS MINIMOS. A vantagem do JEC para o consumidor é a rapidez na resolução e que com recurso e tudo dura ao redor de 12 meses para efetiva indenização quando devida. Seu caso, em princípio, ULTRAPASSA 40 salários mínimos, pois comprou bilhetes para 2 passageiros e teve dano material incontroverso. Cabe pleito de dano moral também pelo comportamento da empresa, etc….etc…. etc. Nesse caso, salvo melhor juízo se pleiteia indenização total deverá ir com seu pleito a ação ordinária, que também terá julgamento pelo CDC, porém mais lenta e com valores indenizados ilimitados mediante prova dos danos. Obviamente que prova documental dos danos materiais é fundamental.
          4- A indenização tem limites, inclusive cuidado em não viajar de FIRST e querer restituição do valor se seu bilhete original era em econômica. Nesse caso hipotético você perde a ação. Há indenização é limitada a compra de produto similar em outra companhia, e visa restabelecer seu prejuízo não permitir enriquecimento ilícito.
          5- Discordo da Beatriz ao afirmar que os danos materiais são os danos que ele arcou/arcará com toda família para compra de todas as passagens, não tendo qualquer limite. Há limite sim! E cuidado se sair do razoável corre o risco de perder a ação. Exemplo: Suponhamos que emitiu os bilhetes com milhas em classe econômica, mas só pode voar no dia seguinte. Nessa noite ficou hospedado na Suite Presidencial do Copacabana Palace tomou Don Perignon a noite toda junto com a esposa e quer ser indenizado em R$ 30.000,00 pela diária. Não tente tal pratica que além de não ser razoável pode lhe causar derrota na ação. O Juízo avalia TAMBEM a licitude do pleito do autor e propostas com tentativas de enriquecimento ilícito ou desproporcionais são descartadas. Há limites para indenização dentro do razoável. Claro que existe uma relação subjetiva entre a classe da emissão e o montante pleiteado de dano material juntamente com o nível social do autor. Como disse Moro^ Respeite o Juízo!
          6- A Convenção de Montreal no seu caso não tem nenhuma aplicabilidade para nada, ainda que conste no bilhete.

          Sds,
          Celso

          • Beatriz Roland

            Celso, quando eu disse que não há limite, é dentro daquilo que foi efetivamente gasto dentro do razoável e da boa fé. E quanto ao JEC, não é a sentença que tem limite de 40 salários mínimos. Quando há litisconsórcio, o limite de 40 SM é para cada um dos litisconsortes. Se há 4 membros na família dele, a sentença poderá totalizar 160 SM, sendo o limite máximo de 40 SM para cada litigante.
            Quanto ao seu item 1, houve decisão do pleno do STF no ano passado com entendimento da aplicação da antiga Convenção de Varsóvia para o caso de perda/danos à bagagem (era a convenção vigente à época do dano). Eu particularmente entendo que a decisão não foi acertada, mas …

            • Observando Fato

              Beatriz, quando disse que não há limite claro que sei que não pensa assim, pois inclusive sendo advogada seria indelicado da minha parte algo mais incisivo. Note que iniciei por: “ Respeitosamente…… , Acontece que num pais cheio de Gersons da maneira como foi escrito gera interpretações ao leitor e ao malandro inadequadas. O site deve informar baseado na totalidade dos leitores e muitos podem dar uma interpretação bem textual que lhes convém, mas não contempla seu efetivo direito. Quanto ao JEC no que tange ao litisconsórcio você tem razão.
              Quanto ao seu item 1 a decisão do pleno do STF no ano passado com entendimento da aplicação da antiga Convenção de Varsóvia para o caso de perda/danos à bagagem não se aplica ao caso em tela, pois o limitador é para algo subjetivo ou não segurado.
              A decisão do Plenário do STF, no julgamento do RE 636331 e do ARE 766618, não se aplica ao caso em tela, pois causado dano independente do CDC, comprovado o dano o autor deve reparar o réu na sua exata medida quando aferível, independente de punições acessórias. Isso é a essência da Justiça.
              Para situações ultra peculiares o STF limitou o montante indenizável, mas não é o caso do forista.

              Antes de terminar , Feliz Natal,

              Sds,
              Celso.

              • Beatriz Roland

                Oi Celso, na resposta que dei inicialmente ao Henry, destaquei: “não há qualquer previsão de limitação de danos materiais na Convenção de Montreal relativos ao caso narrado pelo Nuno”.
                E vc tem razão quanto ao país de Gersons, mas como eu creio que não me enquadro nisso, qdo coloco que os danos materiais não têm limite, na minha cabeça há sempre o parâmetro da razoabilidade e da boa fé.
                No mais, um ótimo Natal para vc e para a sua família!

          • Henry

            Celso…
            O STF determinou a observação da CM para danos materiais… aí, passou a ter limite…
            E o acesso ao JEC, os limites são individuais… se são 3 pessoas, pode ser 3 x 20 SM sem advogado, ou 3 x 40 SM com advogado… é a jurisprudência HOJE… claro que pode mudar….

            • Henry

              Claro que vc pode mostrar sua indignação postando uma foto do Hulk… mas para homenagear a “posse” do dia 01/01/2019, posta um Hulk cor de rosa… o verde seria afronta…..rsrs

            • Observando Fato

              Henry,
              O afirmado a Beatriz vai na mesma linha.

              Antes de terminar , Feliz Natal,

              Sds,
              Celso.

              • Henry

                Feliz Natal para você e sua família…
                Eu estou aqui hoje…. fazendo o que mais gosto na vida: “gastronomizando” (ou seja, fazendo alguns quitutes que fazem a felicidade da galera por aqui….rsrs)…
                PS: Pelo amor de Deus, não vá postar a foto do Fred Mercury vestida de madona limpando a casa…..
                Não é o caso em tela……rsrs

        • Henry

          Existe um erro no título do Art. 22 da CM ao afirmar a previsão de “…Limites de Responsabilidade Relativos ao Atraso de Bagagem e de Carga…”.
          O erro está no omissão do termo “… atraso de transporte de pessoas….”
          Mas, veja que o item 1, deste Art. 22. está bem claro que o limite por atraso de pessoas é limitado a 4.150 direitos especiais de saque…
          E no item 2, do mesmo Art. 22, está estabelecido o limite de 1.000 direitos especias de saque por atraso, destruição, perda, avaria ou atraso de babagem…
          Estão… como eu havia dito, existe sim limite para indenização material de atraso de pessoas….
          A CM trata de fixar limites para atraso de pessoas, bagagens e, claro, indenizações não caso de mortes/lesões…
          O STF estabeleceu prevalência sobre o CC/CDC nestes casos…
          Mas… a CM não submete a questão de danos morais…

          • Beatriz Roland

            Correto, mas o caso do Nuno não trata de atraso …

            • Henry

              Quem vai demandar é a pessoa formalmente definida como PNAE, nos temos do caput do Art. 3 da Resolução 280 da ANAC:
              “….Art. 3º Para efeito desta Resolução, entende-se por PNAE pessoa com deficiência, pessoa com
              idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, gestante, lactante, pessoa acompanhada por criança de
              colo, pessoa com mobilidade reduzida ou qualquer pessoa que por alguma condição específica tenha
              limitação na sua autonomia como passageiro….”
              Quem teve despesas e um baita dano moral foram os pais do bebê…este, provavelmente não tem a menor noção do que aconteceu e, neste caso específico, em princípio, não estaria atingido pela figura do dano moral…
              O Nuno e a esposa foram as pessoas que tiveram despesas e que experimentaram o dano material e o dano moral….então, pode sim acionar o JEC….
              No pedido de dano material, ele poderá comprovar todas as despesas com passagens, hotéis, refeições etc etc…
              Mas… embora o caso seja o descrito por ele, de que não embarcou, ainda assim, por alguma lógica que no momento eu não estou conseguindo visuaquzar/lembrar, é enquadramento com atraso sim…( talvez eu já tenha visto isso outras vezes e não estou lembrando onde é a fonte…) e, neste caso, será aplicada aç CM… que tem aqueles limites para dano material…
              Mas.. a própria CM não impede a cobrança de dano moral…
              E talvez seja aí que o juiz procure equilibrar a demanda..
              Quando existe fixação do quantum debeatur do dano moral, o juiz o faz segundo alguns parâmetros e um deles é o que defeso a figura do “enriquecimento ilícito”…
              Se o dano material for limitado pelos valores da CM e ainda assim o Nuno tenha prejuízo, pode ser que o juiz faça uma compensação na fixação do dano moral…
              Enfim… usar a justiça comum é complicado… além de ser mais morosa, existe sempre a possibilidade do pedido sendo indeferido, o autor ter que arcar com as despesas processuais e honorários e eventual sucumbência…
              Já no JEC, não sendo o caso de má-fé, como não é, além de ser mais célere, é justiça gratuita..
              Não temos aqui necessidade de maiores provas, além das que o Nuno já reuniu… nada de perícia, ou outras provas que forçassem a mudança da competência..
              E o valor da causa, em princípio, se amolda perfeitamente aos 40 SM do JEC….

    • Nuno

      Boa tarde! Tanto tempo depois e sem dar notícias (foi uma viagem longa e uma longa volta à rotina)… não quero deixar de dar o meu muito obrigado a todos que contribuiram!! @disqus_hXWiy5B2mT:disqus @crmaximo:disqus @observandofato:disqus @henrypavlov:disqus @beatrizroland:disqus
      Este blog tem realmente uma comunidade ímpar!

      Na madrugada em que tentei resolver o problema e sair do Rio com uma solução em menos de 24 h, foram vocês que me deram o ânimo de “saber” que não estava sozinho em achar que a Iberia agiu de forma inescrupulosa e que irá sim pagar pelo péssimo serviço (ou falta dele)!
      Segui vários conselhos e li depois a interessantíssima discussão legal sobre o enquadramento do meu problema! (aliás, direccionei a minha advogada a esta mesma caixa de comentários!)

      No dia seguinte fiquei a saber que poderia ter ido de imediato ao Juizado do aeroporto, e talvez tivesse tido a possibilidade de intermediação… talvez.
      A ANAC basicamente lavou as mãos do caso e não mostrou interesse em intervir.

      Por enquanto, encontrei um caso do mesmo tipo (uma mãe que não embarcou por impossbilidade da companhia aérea emitir o bilhete do filho, bebê de colo) mas com uma indenização por danos morais de 2500 reais (!!!) que me parece muito pouco, mesmo para um caso menos grave que o meu. Continua a busca por jurisprudência mais justa. (se alguém tiver conhecimento, agradeço desde já a ajuda!)

      Relatarei o desfecho do caso mais tarde.

      E compartilharei as minhas experiências em reservar passagens para menor de 2 anos na Multiplus, Smiles, Amigo, Latam, TAP e Iberia, se acharem interessante para os atuais e futuros pais.

      Mais uma vez, muito obrigado!!

  • Felippe Der

    Em 2018 foi soft landing…

  • Alexandre Badra

    OFF TÓPIC.

    Hoje, manhã do dia de Natal, resolvo conversar com o Smiles sobre uma dúvida em relação a vigência das novas regras anunciadas para entrar em vigência em março. Como ficam os bilhetes emitidos antes de março?
    Pela lógica, os bilhetes emitidos antes de março e usados antes de março seguem a regra vigente. Mas e os bilhetes emitidos antes de março, mas usados após março, como ficam?
    A simpática atendente Janice me deu uma má notícias e uma notícia surpreendente. Começamos pela má: O bilhete usado após março seguirá as novas regras, mesmo que tenha sido emitido antes de março.
    Isso significa, entre outras coisas, que um bilhete emitido com dois ou três trechos contará apenas um trecho para contagem de voos visando upgrade de status.
    Agora a notícia surpreendente: a atendente disse textualmente que “Essas novas regras estão suspensas”. ( print em anexo)
    Já havia lido que as atendentes estavam usando todo tipo de argumento para evitar que clientes cancelassem o contrato, diante das novas regras.
    Não foi meu caso. Não tenho interesse em cancelar, por hora. O Smiles tem me atendido bem.
    Mas resolvi fazer um teste. Pesquisei um voo de Porto Velho a Fernando de Noronha para o dia 18 de abril (em tese, já com as regras novas).
    A quantidade de milhas para o voo é de 53 mil. ( print em anexo). Como sou diamante, entrei na minha conta e fui conferir. O voo estava a 25 mil milhas.( print em anexo), que, pelas regras atuais, é o valor máximo em milhas para clientes diamante. Na nova regra anunciada esse valor mínimo pula para 35 mil milhas.
    Ou seja, confirmou o que atendente me disse. As regras estão suspensas e, mesmo após março, estão vigendo as regras atuais.
    Perguntei quando haveria uma definição das novas regras e a atendente informou que seria agora em janeiro
    Fica a dúvida: As regras estão suspensas porque há possibilidade de não serem implementadas (seria meu presente de Natal ho ho ho) ou é uma estratégia para convencer aqueles clientes que querem cancelar o contrato a ficar mais um tempinho no programa.

    Tenho toda conversa salva.

    https://uploads.disquscdn.com/images/8210ab70506c8cb0d17c62119c0d4afb45947572bca8760a7a5204a60d77baf1.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/878ed240819faa8de5e9f9d5bafbecadac3510d34e5e1c48bffcf036b713ccf0.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/8af5233bc15ecd3bd9a6969b698111ff00ed349db2f027717a575aaae8a11045.jpg

    • Observando Fato

      Nossa, voce ainda esta preocupado com Smiles?
      Em 2019 que Deus lhe ilumine e busque algo melhor que esse pograma.
      Esquece esse lixo de pograma, tem varios MUITO MELHORES.
      sds.

      • Alexandre Badra

        Pois é amigo. Sempre li aqui que o melhor programa depende do seu perfil. Tenho Azul e Tam também, mas quem melhor me atender é o Smiles. Mas estou curioso: qual são os vários programas MUITO MELHORES que você considera? Abs

  • Henry

    Nuno..
    Nós já discutimos aqui neste site a RESOLUÇÃO No. 280 da ANAC..
    Ela defini que vc e sua esposa se enquadram na condição de PNAE.. Pessoa com Necessidade de Assistência Especial…. sempre que um dos ou os dois viajarem com cride colo…
    A criança viaja no mesmo assento que vcs.. e isto é 0800…. não pode cobrar nada..
    Quando muito, se a criança precisar de assento extra, a taxa máxima para isso é 20% do valor da tarifa do adulto..
    Procura no google essa resolução, que, como disse, já foi discutida neste site…

    • Nuno

      Oi, @henrypavlov:disqus ! Obrgado pela dica
      Mas reparei que todas as companhias cobram pelo bilhete da criança de colo! Além das taxas governamentais e aeroportuárias, cobram ainda uma porcentagem da passagem, geralmente 10%.
      A Iberia cobra cerca de 10% da tarifa disponível (em dinheiro), independentemente de a emisão dos pais ser paga em dinheiro ou em milhas. A TAP cobrou cerca de 600 reais só para a ida do meu filho (a tarifa mais barata no site para cada adulto era de mais de 6000 reais, só ida). E o Amigo Avianca cobra 10% das milhas que cobra a um adulto.
      Vou ver a resolução com cuidado. Mas sendo esse o caso, parece-me que TODAS as companhias estão em incumprimento das regras.

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