Mickey Mouse mais longe: Delta suspende voos diretos Guarulhos – Orlando

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E tome notícia ruim para o viajante brasileiro: a partir de 11 de março de 2019 estará suspensa a rota GRU-MCO.

Segue o teor do comunicado:

“A Delta suspenderá seu voo direto entre o Aeroporto Internacional de Orlando e o Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU) a partir de 11 de março de 2019. Ao considerar uma suspensão de rota, a companhia aérea leva em consideração múltiplos fatores como a rentabilidade da rota que, neste caso, não apresenta números positivos, nem perspectivas de melhora no futuro próximo”, esclarece, em comunicado oficial.

“A Delta ressalta que está comprometida com o mercado brasileiro, com a sua parceria com a Gol e continuará a atender São Paulo a partir de seus hubs de Atlanta, Detroit e Nova York – JFK, e do Rio de Janeiro para Atlanta. Clientes que forem eventualmente afetados receberão realocação em serviços alternativos Delta.”

Conclusão

“Rota que não apresenta números positivos”? rsrrsrs…… uma rota na qual ela tinha o duopólio com a LATAM e que, nas minhas últimas pesquisas, estava sempre lotada…..sei…..

Pra mim isso deve fazer parte de uma estratégia maior envolvendo a Gol, que lançou novas rotas para MCO partindo de BSB e FOR, e certamente (a Gol) não quer ver uma competição com a Delta para voos para Orlando (embora os aeroportos operados sejam bem diferentes).

O problema dessa notícia é que afetará os clientes Smiles que já tenham resgatado passagens Delta para esse itinerário depois de 11 de março de 2019. As realocações certamente tornarão a viagem maior e, portanto, mais cansativa, que é tudo o que o viajante não desejava.

 

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  • Antes de ler suas observações e a bendita e sempre engrandecedora CONCLUSÃO, eu havia pensado exatamente na GOL e a nova rota – por mais que não saia de SP, acaba afetando uma à outra. Enfim, difícil ter uma notícia boa no mercado de milhas nos últimos tempos, ehn? 🙁 Que pôxa…

    • Guilherme

      Tá difícil mesmo, Tiago!

  • SwineOne

    Guilherme,

    Só para dizer que esse ano, mais do que os anteriores, contamos com aqueles guest posts do Carlos e do Celso, analisando os bônus de transferência e a nova conjuntura dos programas de fidelidade, pois parece que agora não temos mais para onde correr. Estou com 200.000 pontos no Esfera, e quando comecei a acumular com esse objetivo no início do ano, achava que isto seria mais que o suficiente para um vôo em executiva ida e volta para mim e minha esposa, para América do Norte ou Europa, mas está cada vez mais difícil acreditar que isso possa se concretizar. Parece que hoje, dos parceiros do Santander, resta só Iberia Plus onde isso poderia se concretizar, e olha lá.

    Aqui sempre defendi algo que não foi considerado muito ortodoxo, mas talvez hoje alguns tenham que dar o braço o torcer: será que não é melhor transferir uma pontuação como essa para o Le Club? Senão, vejamos: esses dias teve bônus de 90% para o Smiles. 200.000 pontos virariam 380.000 pontos Smiles. A transferência para o Le Club é à proporção 4:1, exceto para membros do clube Smiles, onde tem 5% de desconto, se não estou enganado, de maneira que seria possível obter 100.000 pontos Le Club com esta pontuação. Isto daria 2.000 euros, ou cerca de R$ 9.000, em hospedagens em hoteis da rede Accor. Lembrando que são 2.000 euros já convertidos nessa moeda, sem spread bancário, sem IOF. Pergunto seriamente: com 380.000 pontos Smiles, ou com 260.000 pontos Multiplus (assumindo apenas o bônus de 30% do Clube 10.000, não tenho acompanhado se dá pra fazer melhor), dá pra conseguir alguma coisa que seja melhor que esses 2.000 euros nos hoteis Accor? E, por favor, dispenso comentários do tipo: “dá pra emitir 1 trecho, para 1 pessoa, somente ida, da Europa para o Oriente Médio, em primeira classe, que custaria R$ 12.000 comprada em dinheiro…” Não quero saber quanto é o preço fantasia de um vôo em primeira classe. Eu já coloquei aqui no site anteriormente que nunca pagaria o dobro ou mais por uma passagem em executiva do que uma em econômica. Teria que ser uma comparação justa, ancorada na realidade das pessoas de classe média a média-alta que suam muito para receber os seus salários (não mortadelas comissionados que não sabem o valor do dinheiro), e aplicável a viagens partindo aqui do Brasil.

    Por fim, vou deixar a minha opinião sobre esse tsunami que devastou o mundo das milhas e pontos essa semana, primeiro com o Amigo e agora com a Multiplus: acho que somos nós, brasileiros, que temos culpa. Em que outro lugar do mundo que o comércio de milhas emplacou dessa maneira? Existe outro lugar do mundo com tantos Clubes de milhagens? Existe outro lugar do mundo onde as pessoas são tão financeiramente analfabetas que tratam compra de milhas e Clubes como poupança/investimento? Me arrisco a dizer que a imensa maioria dos países não tem um único Clube, enquanto aqui temos Smiles, Multiplus, Tudo Azul, Livelo, em breve teremos Amigo e Esfera, etc. Não vou dizer que são apenas os programas brasileiros que estão mudando suas tabelas de resgates, mas proporcionalmente falando, não deve haver outro país do mundo onde os programas daquele país, assim como aqueles que tem uma operação forte naquele país (vide o caso do Victoria TAP), tiveram uma piora tão concentrada. É inegável que este comércio a céu aberto, e a baixo custo, de milhas, não tinha como terminar de outra maneira: o mercado foi inundado de milhas, a disponibilidade de assentos não cresceu por mágica, e como esperado, o resultado é a inflação nos resgates. Onde mais foi que eu vi isso? Será que alguém sabe soletrar “G-O-V-E-R-N-O D-O P-T”?

    • Guilherme

      Ótimos comentários, Swine! Realmente é uma alternativa esse uso alternativo para os pontos Santander. Vou ver se faço um post a respeito. Abraços!

    • Flying_FlyerBBB

      Rapaz, palmas em pé!!!! Uns dias atrás falei que poupança não é investimento, e disse imagina poupança em milhas ainda!!!! -Quase fui xingado.
      Excelente comentário ! Digno de Post

      • Guilherme

        Seu pedido é uma ordem, Flying! Vai virar, para ampliar as discussões e fomentar os debates. Acho que mais gente está numa situação parecida: pontos estocados em programas de cartões de crédito.

        O Le Club Accor é uma baita mão na roda para economizar também em hotéis. Afinal de contas, não só de passagens aéreas vive o viajante….rsrs

        • Flying_FlyerBBB

          Verdade, tamo junto ! 💪👍

    • SwineOne

      Vou aproveitar para aprofundar um pouco este raciocínio.

      A questão do custo dos resgates ter aumentado, obviamente, tem a ver com o grande estoque de milhas no mercado, mas acredito que não apenas com isso. É necessário pegar algumas ideias emprestadas da economia, como a hipótese dos mercados eficientes, o conceito de arbitragem, etc.

      Basicamente, para a companhia aérea, o custo de transportar um passageiro pagante ou por milhas é bastante parecido. Pode ser que haja alguma vantagem tributária para quem emitiu por milhas, ou outros detalhezinhos do tipo, mas que, postulo eu, são pouco relevantes. Sendo assim, num mundo em que fosse possível ir numa casa de câmbio e trocar reais por, digamos, pontos Multiplus, de maneira tão fácil como se troca reais por dólares, e com baixo custo (spread/impostos), não haveria por que uma passagem pagante e outra por milhas na LATAM ter um custo diferente (mediante, é claro, a “taxa de câmbio” entre reais e pontos Multiplus determinada pelo mercado, assim como existe para reais e dólares).

      Por muito tempo, não foi possível aplicar os conceitos econômicos mencionados ao mercado de milhas, porque era difícil adquiri-las. A única fonte era voando e através de gastos no cartão de crédito. Portanto, para a imensa maioria das pessoas, que nem era viajante frequente e nem tinha condições de acumular muitos pontos no cartão, o único caminho para emitir uma passagem era como pagante.

      Geralmente, viagens em executiva ou primeira classe são pagas pelo empregador do viajante (é só ver o nome: BUSINESS class) e estas estão dispostas a pagar um valor razoavelmente alto, pois sabem dos ganhos de produtividade para seus empregados. Graças a isso, uma passagem em executiva ou primeira classe em dinheiro costuma custar bem mais caro que uma econômica. Apenas a título de ilustração, vou chutar o que penso que está próximo de um valor médio em cada caso: 5 vezes mais caro na executiva do que na econômica, e 10 vezes mais caro na primeira classe do que na econômica).

      Quem já viaja em executiva ou primeira classe, pago pela empresa, acaba se enquadrando em um perfil de ser viajante frequente e/ou ter renda alta o suficiente para acumular pontos no cartão, ao mesmo tempo que se acostumou ao conforto de viajar dessa forma. Estas pessoas gostariam de ter esse mesmo conforto em suas viagens a lazer. Ao mesmo tempo, a companhia aérea não consegue vender todos os seus assentos em executiva e primeira classe (apesar que, mesmo com uma ocupação menor, a existência das classes superiores é lucrativa para elas, ou estas classes não existiriam). A companhia aérea decide então unir o útil ao agradável: vamos vender o excedente de assentos em classes mais altas, que voariam vazias de qualquer jeito, para essas pessoas que tem o perfil de acúmulo de milhas.

      Como a viagem nesse caso é pessoal, o passageiro está menos disposto a pagar um preço estratosférico pela passagem, e a companhia aérea se vê obrigada a baixar o preço em milhas das passagens em executiva e primeira classe. Aqui, então, a relação de preço em milhas entre uma passagem da executiva/primeira classe e econômica é mais baixa; novamente apenas a título de ilustração, vou chutar o seguinte: 2 vezes mais caro na executiva do que na econômica, e 2,5 vezes mais caro na executiva do que na econômica (veja bem, isso é como era antes; em 2018 tudo mudou). Para a empresa, não é problema vender relativamente tão barato estes assentos, pois a procura é relativamente baixa, e serve apenas para ocupar assentos que de outra forma voariam vazios.

      Todo mundo fica feliz: o viajante frequente pode desfrutar de um conforto extra que não poderia (ou não teria coragem de) pagar com dinheiro do seu próprio bolso, as empresas somente ocupam um assento que voaria vazio (sem perder receita, pois não há competição efetiva com quem compraria esta passagem pagante), e de quebra fidelizam o cliente.

      Claro, era possível “burlar o sistema” nessa situação antiga, produzindo milhas a rodo usando o pague-contas, por exemplo, ou engenharias financeiras mirabolantes para bater metas de promoções 6:1 do Santander. Mas era o tipo de coisa que a pessoa precisa pesquisar bastante, gastar muito tempo nessa atividade, para conseguir gerar milhas. Então, naturalmente, o ser humano médio não tem saco de fazer isso (e, muitas vezes, nem sabe que essa possibilidade existe). A emissão de passagens em classe executiva e primeira classe continua restrita, com mais alguns assentos sendo ocupados por estas pessoas que despendem um esforço descomunal para conseguir estas passagens. Mas, para a companhia, contanto que aqueles que compram as passagens pagantes em classes superiores sempre consigam fazê-lo, não há problema algum. Novamente, apenas estão sendo ocupados assentos que de outra forma voariam vazios.

      Essa era a situação até, digamos, uns 5 anos atrás, antes de começar o comércio desenfreado de milhas.

      Voltando ao presente, hoje qualquer um consegue comprar milhas facilmente, rapidamente e a um custo baixo frente às taxas médias de conversão acima. Clube Smiles, Clube Multiplus, Clube Tudo Azul, Clube Livelo, venda de pontos Livelo com 50% de desconto, uma promoção do Smiles engatada na outra de venda ou transferência de milhas, Km de Vantagens para Multiplus, etc. Aliado a isso, temos os blogs que trazem informações a respeito das emissões com milhas, facilitando o acesso das pessoas a essa informação (longe de mim querer dizer que democratizar a informação é prejudicial, apenas estou constatando um fato).

      De repente, há todo um contingente de pessoas que passam a ter acesso àquilo que era exclusivo de uma parcela muito menor. E estas pessoas decidem que querer experimentar o conforto de voar em executiva/primeira classe. Aqui entra também um comportamento típico do brasileiro, que é a ostentação: ele está disposto a pagar mais caro para voar em executiva, não porque fez uma análise racional do custo-benefício, mas apenas para postar foto no Facebook. Resultado: uma procura enorme por vôos em executiva, emitidos com pontos que foram adquiridos (e não acumulados pelas vias normais).

      O cálculo é simples: uma passagem em classe econômica, com milhas, é aproximadamente o mesmo custo, e às vezes até mais barata, do que a mesma passagem pagante. Até aí tudo bem, ficaria elas por elas, mas as pessoas tomam ciência da distorção dos preços na executiva e primeira classe, com uma passagem pagante custando 10 vezes mais na primeira classe do que na econômica, e a passagem em milhas apenas 2,5 vezes mais. Claro, além disso, entra o fato da pessoa topar pagar 2,5 vezes mais por essa passagem em primeira classe do que em econômica, mas como disse, a foto no Facebook não tem preço.

      Ato contínuo, as emissões em executiva e primeira classe começam a aumentar vertiginosamente, passando a competir com as emissões pagantes, que são a verdadeira razão de ser destas classes superiores. Quando uma empresa quer emitir uma passagem pagante em executiva ou primeira classe, e não consegue porque os milheiros ocuparam todos os assentos, é quando a companhia aérea percebe que precisa dar um jeito na situação.

      Por fim chegamos ao que estamos vendo acontecer esta semana: as empresas vão aumentar o custo das emissões em pontos. Possivelmente, até igualar ao custo em milhas — acho que certamente na classe econômica isso deverá acontecer. Na classe executiva e primeira classe, ainda não deve chegar à mesma razão que as passagens pagantes, pois os milheiros não toparão pagar o preço cheio (afinal, a foto no Facebook não tem preço, mas o cartão de crédito tem limite). A companhia aérea encontrará um equilíbrio onde terá uma taxa de ocupação suficientemente alta das classes superiores, mas ainda terá disponibilidade para vender passagens para os pagantes, que são seu verdadeiro público.

      Enfim, creio que seja essa a história do que aconteceu com o mercado de milhas no Brasil. Só há uma forma que vejo para voltarmos a como era antes, quando havia chance de emitir passagens em classes superiores com um custo justo: o comércio de milhas teria que ser extinto no Brasil. Com o fechamento de capital de duas grandes empresas de fidelidade, há uma chance não-nula (embora, na minha opinião, baixa) disso acontecer. Porém, não podemos nos esquecer que ainda existe a Livelo, sem planos anunciados de fechar seu capital, e o Esfera está entrando no mercado. Pelo exposto, prevejo que os tempos à frente continuarão sombrios.

      • Cristiano Andrade

        Acho que já entramos no mérito sobre voar ou não de executiva… enfim, a simplificação leva ao exclusão de outros grupos. Imagino mesmo que deva existir muita gente que queira voar de Business ou First para ostentar e não tenho ideia se são maioria ou minoria. Mas enfim, para mim não tem preço aqueles 2 dias a mais bem aproveitados porque tive uma boa noite de sono, afinal o ativo mais finito que temos é nosso tempo, e ainda mais os parcos dias de férias, ou mesmo numa viajem intercontinental num Feriadão. Isto posto, valor percebido é algo individual.
        Quanto ao devaluation dos programas de viagem, ele é global e vem de alguns anos, é uma mudança de visão do programa de milhagem como uso de sobras para “amarrar” o viajante frequente (upgrades, passagens com pontos etc) como um modelo mais parecido com rebate. No US acho que só a Alaska manteve algo parecido com o que era antes, enquanto as 3 grandes mudaram seu modelo para Revenue based e desvalorizaram as tabelas de resgate, diminuíram upgrades e disponibilidade de assentos promo.
        Ao mesmo tempo o preço relativo de assento business vs econômica caiu muito, diminuindo também aquela “sobra”.
        Podemos falar o mesmo dos programas da BAEC que conheço um pouco (outros europeus não sei dizer).
        E por aqui? O Tudo Azul já nasceu nesse modelo… Smiles e Multiplus ainda tiveram o impacto majorado com o fato de serem empresas separadas que ganham dinheiro com emissão de pontos! E no caso do Smiles, ainda mais se aproveitando da Gol precisando fechar o caixa… e dá-lhe venda de pontos! Mais pontos e a mesma quantidade de prêmios, bingo, devaluation!
        O Amigo começou a virar um oásis… e aí é uma questão de decisão gerencial, imagino que devam ter pensado: “para que dar tanto valor a mais?”, so que também posso argumentar que erraram a mão no ajuste, foi muito grande e pode impactar na decisão de muitos viajantes frequentes (eu mesmo me questionando de como seguirei com minhas passagens futuras).
        E concordo contigo que o comércio de milhas deveria ser extinto, ou muito minimizado. Mas não sei se volta ao que era, para isso as aéreas tem que entender o programa como algo que gera fidelidade e negócios, e não apenas custo. A aguardar…

        • SwineOne

          Primeiramente, peço desculpas pela demora na resposta, e nem sei se você acabará lendo o comentário, mas segue em todo caso.

          Sobre o valor da executiva, já discutimos sim, e eu bato o pé: tudo tem um preço, e no meu caso em particular os preços que são cobrados, em dinheiro, por executiva e primeira classe estão absolutamente fora da minha realidade. Em milhas, não era tanto assim, mas o cerne do meu comentário era que essa diferença entre o custo em dinheiro e em milhas tende a diminuir em face do comércio escancarado de milhas. Com isso, viajar de executiva com milhas também está ficando fora da minha realidade, especialmente em face do custo de oportunidade de transferir essas milhas para o Le Club, como coloquei aqui, ou fazer múltiplas emissões em econômica quando seria possível fazer apenas uma em executiva.

          Meu conhecimento de programas de milhagem estrangeiros é bem limitado, mas será que existe, fora do Brasil, programas cobrando 500 mil, 800 mil, 1 milhão de milhas por uma emissão? Será que vemos aumentos como vimos na TAP e no Amigo em qualquer outro programa? Na minha visão, a situação que temos aqui no Brasil é extraordinária.

          Que bom que pelo menos concordamos que deveria ocorrer uma extinção do comércio de milhas. Para deixar claro, aqui me refiro ao comércio chancelado pelas empresas de fidelidade — o comércio de milhas entre pessoas físicas é uma questão mais complexa.

          • Cristiano Andrade

            Respondendo sua pergunta sobre programas estrangeiros, quando a Delta adotou a tarifa flutuante e despublicou tabela base para prêmios promocionais foi um baita auê pelos milheiros de lá. E sim, também se encontram resgates lá que custam mais de 1 milhão de milhas… lembrei desse post de 2015 (https://renespoints.boardingarea.com/2015/08/03/1-million-mile-skymiles-awards-coming-soon-535000-one-way-found/)
            E porque isso não impacta o negócio deles? porque o comércio de skymiles é pequeno… porque eles focam em serviço, pontualidade, wifi de qualidade e por aí vai.

            • Guilherme

              E aí ganham respeito do consumidor porque mantém o foco nas coisas certas, né Cristiano? Eu acho um modelo de negócios capaz de gerar mais valor até para o consumidor, desde que as tarifas não seja abusivamente caras (coisa que a Azul teima em fazer).

              Gostei da Delta das poucas vezes que precisei usar dos serviços dela em rotas nos EUA, e pude perceber nitidamente essas questões.

  • Flying_FlyerBBB

    A Delta tem ótimo produto, nem se compara a gol com seu 737/max power mega de corredor único.
    Pena, pois teremos aumento preços

  • Henry

    Talvez e so talvez o Tio Patinhas tenha uma parte de culpa nisso…
    Como dono da Disney, promoveu aumentos constantes do ingresso na Disney… estamos falando de aumento real em moeda forte..
    Ate mesmo o estacionamento aumentou nos últimos anos…
    E sempre devemos lembrar que um simples aumento de 20 dólares/dia no ingresso significa, hoje, um aumento de 80 reais… se considerarmos 4 dias e família com 4 pessoas, isto significa 1280 reais a mais…
    Outro aspecto que passou desapercebido aqui é que a Delta e acionista da Gol, que estará ofertando voos de BSB/FOR para MCO naquela merda de avião 737-MAX…e ja tem marketing de opinião contratado em sites jabalizados e “passageiros” igualmente jabalizados, pra tecerem comentários favoraveis àquela lata de sardinha… sutilmente, como eu ja tinha alertado 2x aqui, estão preparando o terreno…
    Então, com custo operacional menor, a custa do sacrifício dos passageiros, não tem porque não empurrar a solução dos 737-MAX goela abaixo…. brasileiro é bucha pra essas empresas….
    Enfim… com uma ANAC corrompida pelas 4 nacionais, devemos esperar se o próximo governo coloca gente honesta pra fomentar concorrência no setor…
    Sinceramente… estou começando a ficar enojado com as cias aéreas nacionais… pura e simplesmente vou viajar apenas com cias estrangeiras nos voos para o exterior.. e voos domésticos apenas a trabalho.. deixo de viajar a turismo dentro do Brasil por 2 anos… assim como eu boicoto o Smiles desde set/2018, sem enviar mais nenhum centavo, vou fazer o mesmo com as cias aéreas nacionais…
    Pode ter certeza que o cancelamento desse voo da Delta tem o dedo da Gol..

  • Vou defender a GOL. Quem nunca comeu da barrinha de cereal que jogue a primeira pedra!!! Mas agora não. Tá tarde e tô cansado. Amanhã, quem sabe…

  • Henry

    Tem pessoas que estão sendo realocadas com conexão em ATL de 40 minutos…
    Para essas pessoas preparei um roteiro:
    – levantar do assento, pegar as malas de mão e passar por 145 pessoas a sua frente: 3 minutos;
    – correr pelo finger e corredores de ATL pra chegar na fila de imigração: 4 minutos
    – convencer as 472 pessoas que estão na sua frente que vc precisa passar a frente delas pra ñ perder a conexão: 6 minutos
    – como vc conseguiu o item anterior ja pode ir rezando 30 Pai Nosso, 60 Ave Maria e 150 Credos para agradecer sua sorte e aproveita ora pra imigração não te achar com cara de mexicano/venezuelano fujao e a receita ñ pensar que vc está vindo do Paraguai, via Brasil, pra inundar a Florida com Iphones: 4 minutos
    – imigração e receita: 2 minutos
    – achar suas 2 malas na esteira: 3 minutos
    – redespachar as malas pra MCO: 3 minutos
    – fazer TSA: 10 minutos
    Como se vê, vc ainda tera uns 5 minutos pra poder relaxar na sala vip…
    Amamos a Delta por pensar nos passageiros brasileiros….

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