[Guest post] Relatos de 32 dias viajando pelo mundo, surpresas, erros e acertos. Parte 4: Rumo a Munique, Barcelona e retornando a São Paulo – final

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Domingo é dia de viajar e, como de costume, estamos trazendo mais um post do trip report do Celso. Hoje, temos o capítulo final da série Relatos de 32 dias viajando pelo mundo, surpresas, erros e acertos.

Os 3 capítulos anteriores estão nos links abaixo:

Nessa quarta parte, o Celso traz, dentre outras novidades, suas impressões sobre algumas cidades da Alemanha, e da Espanha, bem como o voo de volta do Brasil.

Acompanhem!

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* todas a informações contidas nesta série de artigos são válidas em maio de 2018.

** salvo ressalva expressa, TODAS as empresas citadas são mera referência, e não indicações. Muitas vezes, elas refletem a experiência única do autor, o que não o habilita a indicá-las. Entretanto, todas as escolhas, no momento da contratação, não continham referências desabonadoras das mesmas.

Terminamos nosso tour pela encantadora Suíça.

Começamos a deixar Zurique e rapidamente nosso BMW rompeu os 320 km até Munique.

Confesso que o motor do veículo sobrava mesmo nas mais longas retas, e um simples toque no pedal já o levava a 160 km/h.

Munique

Fomos ao Sofitel Munich, onde nos hospedaríamos na cidade.

O hotel está muito bem localizado, tendo detalhes de design em todos os locais, inclusive no amplo apartamento que recebemos como upgrade. O staff se empenha em lhe proporcionar uma estadia espetacular.

Continuava a mirar o céu, olhar para Deus, submetendo-me aos seus desejos, mas torcendo para ver novamente o Sol, a Luz, orando pelos nossos olhos, para…

Munique foi sem dúvida uma agradável surpresa, cidade espetacular para o turismo, lazer, comer, e sentir que o sol se põe delicadamente.

O café no hotel é caro, mas delicioso. Alimentados, fomos ao Deutsches Museum, maior museu de ciência e tecnologia do mundo.

É um passeio interessantíssimo, que mostra um acervo vasto, de tudo que envolva ciência e tecnologia na sua criação.

Munique destoa de Frankfurt.

Seu povo é amável, prestativo e o recebe com alegria.

A cidade está super preparada para receber qualquer turista, com inúmeras opções. Foi uma surpresa como adoramos Munique.

Hofbräuhaus, cervejaria mais famosa do mundo, é visita obrigatória na terra da Oktoberfest.

Provamos a refeição típica de Munique  a Weisswurst”, feita com salsicha branca à base de vitela e ervas, acompanhado de mostarda adocicada.

Não deixe de comer o “Brezn”, espécie de pão trançado.

Beba um “Maß”(leia-se “maas”), cerveja servida em canecos de um litro.

Tudo delicioso. Minha mulher não aprecia cerveja, mas esta ela adorou o sabor.

No bar do Sofitel tomei uma caneca de uma cerveja que encontramos no Brasil e também achei deliciosa, Paulaner, que é de Munique. Outra cerveja que degustei e adorei foi a Augustiner, típica de Munique.

O Viktualien Market é um mercado diário a céu aberto, com muitas opções. Atração imperdível.

A rede Nordsee, com várias lojas espalhadas na cidade, inclusive no mercado acima, é um restaurante que trabalha somente com frutos do mar. Seus pratos são deliciosos. Esses camarões gigantescos da foto acima, em várias maneiras de preparo, foram nosso almoço em pelo menos 3 dias. Tudo lá é delicioso. Imperdível.

Munique é um celeiro de atrações espetaculares, e o Museu BMW é atração imperdível. Conta a história da marca, com vários e vários modelos. Um complexo arquitetônico lindo, que lembra o Walt Disney Concert Hall de Los Angeles, com tudo que o design pode oferecer.

O Museu da BMW no Olympiapark foi o mais bonito museu sobre o tema que visitamos até hoje.

Sama Sama foi a chocolateira fantástica que visitamos no fim de tarde nesse dia. Foi ótima.

Munique comportaria muito mais tempo para aproveitar a cidade, e não descartamos um dia voltar. É um destino espetacular.

De Munique a Barcelona

Rumamos ao Aeroporto de Munique (MUC) para devolver o carro na Sixt.

A saída até o aeroporto está muito bem sinalizada, o car return é fácil de encontrar. Deixamos o BMW 420D e o checador disse que estava tudo ok, e enviaria o recibo em meu e mail (não estava! Não gosto disso!).

Fomos ao checkin para voar a Barcelona, neste imenso aeroporto.

Agora, estava na hora de rumar a Barcelona.

Quando fui emitir os bilhetes, achei salgado, num voo de menos de duas horas, direto, com a LH, o programa Amigo Avianca cobrar 40.000 pontos por bilhete em “business” só com bloqueio de assento do meio.

Nenhuma das opções de programas tinha algo módico em termos de custo. Então optei por emitir bilhete pagante em econômica com a low cost Vueling (subsidiária da Ibéria – imaginem como seria o voo).

Porém, cada bilhete custou exatos € 19,99 + uma mala extra ao mesmo custo.

Economizei 80.000 milhas e viajei, em classe econômica, por € 59.97, nesse voo curtíssimo.

Com meu cartão de crédito Santander Master Black Unlimited, eu pude usar o Lounge Europa, para voos Schengen, pois meu Priority Pass já não foi aceito (estava cancelado).

O Lounge é básico, mas o que tinha estava saboroso.

O voo até Barcelona ocorreu num A320 não tão novo, com assento super apertado e estreito.

O público do voo é o esperado, porém, no checkin havia um funcionário muito simpático.

As comissárias eram parentes do Alckmin, pois pareciam picolé de chuchu, de tão sem graça!

Rapidamente pousamos em Barcelona.

Contratei o transfer do aeroporto ao Hilton Barcelona Diagonal com a empresa Rideways.

Ao chegar a Barcelona, ninguém nos esperava, e depois de umas 20 ligações e quase 2 horas de espera um motorista veio nos buscar.

O transfer foi tão problemático que a própria empresa, sem termos solicitado, nos reembolsou do valor integral deste trecho do transfer no cartão de crédito, e atribuíram o erro ao parceiro local, que não registrou adequadamente nossa chegada.

Enfim, chegamos ao Hilton Barcelona Diagonal (Barcelona tem outro Hilton mais popular).

Barcelona

O hotel não tem o nome exposto do lado de fora do prédio. Ao fazer o checkin, percebi tratar-se de hotel de alta rotatividade, e fizemos um checkin antecipado, porém, em quarto com duas camas de solteiro.

Fiz a reserva por site parceiro, para ganhar milhares de milhas com a Qantas, para emitir no futuro bilhete com a Emirates.

Não desfrutei dos benefícios do nível Diamond, pois não reservei direto com eles. O hotel está bem judiado, no limite para uma reforma. Não nos agradou em absolutamente nada, mas somente não voltaríamos. Não tivemos problemas.

Barcelona é uma das Cidades Olímpicas do mundo. Seu esplendor atinge o ápice com a arquitetura mourisca de Antônio Gaudi , cuja obra inconfundível criou traços arquitetônicos próprios e esplendorosos. Sua genialidade ultrapassa e apaga outro excepcional arquiteto, Domenic. Conhecer Barcelona é mergulhar na obra inspiradora de Gaudi.

A capital da Catalunha é bela, comemos muito bem e vivemos, sonhei, e tive pesadelos.

Eu estava no centro – onde o WiFi é gratuito e está em todas as ruas – defronte à Fundação Antonio Taipes, quando fui questionado por um turista da Carolina do Sul, que gostaria de saber como chegaria a um destino longe do centro.

Possuía no meu iPhone o app TMB, gratuito, que fornece informações sobre como se deslocar na cidade, rotas, meios de transporte etc. Uma verdadeira mão na roda.

Rapidamente dei-lhe a informação completa.

Toca meu WhatsApp, olho vagarosamente para o céu, deliro com Tania Mara celebrando Tim Maia.

Clique aqui para assistir ao vídeo direto no YouTube. 

Abraçado por minha mulher, segui soluçando baixo, como se um míssil tivesse atingido o peito, que, vazio, infeliz, rumaria ao próximo destino. Mudei o roteiro e fui orar na Sagrada Família.

O símbolo arquitetônico de Barcelona é a Catedral da Sagrada Família, obra de Gaudi. A mais bela Catedral que conhecemos. A genialidade de Gaudi tem seu apogeu nas curvas da sua nave central, nos vitrais que formam o arco-íris conforme o sol incide. Imperdível.

Fomos por vários dias saborear delícias neste que, talvez, seja um dos mercados mais conhecidos da Europa.

Se você aprecia embutidos, incluindo os melhores presuntos pata negra, está no lugar certo. Muitas e muitas delícias são servidas nas barracas. Passeio imperdível.

A cidade tem belezas por todo canto, e a Praça Catalunha é um marco da cidade.

O Sr. Batllo era no início do século passado um rico comerciante de tecidos em Barcelona e contratou Gaudi para construir sua casa que hoje é um museu. Vejam a beleza da obra. Passeio imperdível.

O calçadão de Barcelona é a La Rambla, onde terroristas recentemente vieram com um furgão do seu inicio até este ponto matando pessoas que caminhavam pelo local. Selvageria!

Aqui está outro prédio projetado também por Gaudi. Em alguns andares ainda residem pessoas em apartamentos, até hoje. Passeio imperdível.

Os catalães têm sua belíssima casa de espetáculos em Barcelona. Após assistir um curto vídeo com depoimentos de Zubin Mehta, Montserrat Caballé, entre outros, incluindo curtos trechos de apresentações, inclusive de Gilberto Gil, você faz um tour guiado pelo maravilhoso local de acústica privilegiada. Imperdível.

Perto de Barcelona está, em Saint Sadorni, uma das empresas mais antigas da Espanha, a Codorniu (Champagne) fabricante de Cavas. O tour guiado é bem interessante, com degustação. Reserva obrigatória. Na mesma cidade fica a Freixenet, outra cava famosa, mas optamos por visitar a primeira. Ônibus fácil de Barcelona (Empresa ILSA) ou trem.

Apesar de, talvez entre as mulheres, a loja mais famosa da Espanha seja a Zara, a loja de departamentos mais famosa ainda é El Corte Inglês, cuja gama de produtos e opções é muito grande. Novamente, uma mini sobremesa foi solicitada pela minha mulher, que não acredita nas dimensões da criança!

Perto do Mercado de La Boqueria, na Rambla, essa confeitaria/café oferece opções deliciosas.

Outra contribuição de Gaudi para Barcelona é este parque muito bonito, onde a criatividade de Gaudi vai nos cativando. Belo. Original!

Existem várias e várias atrações ainda a serem citadas. Fiquei 7 dias em Barcelona. Não conhecíamos a cidade, e entendemos que ainda teríamos atrações de qualidade para mais uns 3 dias, pelo menos.

Dois micos. O Museu Picasso, muito fraco! (até os museus Picasso na Riviera Francesa tem acervo muito mais significativo), e o Outlet Viladecans, onde só há uma perfumaria que vale a pena, e as demais lojas são MUITO ruins. Preços nada convidativos.

O transporte em Barcelona é integrado, o metrô eficiente cobre toda cidade, o RER ajuda em distâncias maiores, os ônibus funcionam muito bem, e o taxi é farto, e não tão caro.

Lalola, se você aprecia hambúrguer de qualidade, num restaurante informal, esta opção vale a pena, fica na Carrer de l’Escorial, 15, Barcelona, próximo à Sagrada Família, e é frequentado pelos locais.

Barcelona merece nossa visita.

O retorno para o Brasil

Começamos o retorno a São Paulo.

Novamente a empresa Rideways faria nosso transfer até o El Pratt Airport (BCN). Dez minutos antes do horário marcado, nosso motorista nos encontra no lobby do hotel, e vieram nos buscar num Mercedes Benz, preto, S550, zero. Acredito que para nos agradar.

Em vinte minutos estávamos no Terminal 1, onde decolaria nosso voo para Zurich. BCN tem dois terminais. No 1 estão todas as empresas não low cost, e no outro somente as low cost.

Todas as empresas da Star Alliance usam o mesmo lounge em Barcelona. O lounge é modesto, mas para voo Schengen é o suficiente, porém, para voos longos, é muito modesto.

Chega a hora de voltar à realidade que me esperava, e o embarque no A320 da Swiss até Zurich, e de lá no 77W da Swiss, seu flagship, marcaria o reencontro, na chegada, com minha irmã, com minha filha, grávida, prestes a dar à luz, comigo carregando o livro da minha vida sem o seu prefácio, página importantíssima da minha história.

Um voo que rebobinei o filme da vida, dos meus erros, dos meus acertos, do que poderia ter feito melhor, do que me foi ensinado e não consegui aprender, do que apreendi sem ter sido ensinado, do que me resta… E foi calado, introspectivo comigo mesmo que decolaríamos.

Clique aqui para assistir o vídeo direto no YouTube

Enquanto assistimos Heather Headley com Bocelli na prece, vou iniciando o relato dos longos voos, de um novo momento na vida, sentindo a pancada do livro que se fechou, mas querendo que o outro volume logo se abra perante os olhos para do sofrimento rumar à esperança, bálsamo da vida útil.

Fiz o checkin em Barcelona para os dois voos. Nos voos com o A330, A340 e 77W a Swiss tem na classe executiva o que chamam de private seats ou trono. São alguns assentos, conforme verão na foto adiante, muito mais confortáveis.

A Swiss cobra USD 200 por assento, caso opte por marcá-los para si.

Entretanto, se 24 horas antes do voo eles estiverem vagos, pode marcá-lo que será gratuito.

Pois bem, marquei trono para mim e para esposa, porém, estes assentos não ficam um na frente do outro. Há uma sequência alternada.

Fomos ao gate para embarcar no A320 da Swiss, cuja classe executiva tem somente o bloqueio do assento do meio, mas mais confortável que o da Vueling.

Apesar do curto voo até Zurich, foi servido um jantar que, como teríamos o outro voo, não comi. Minha esposa disse estar gostoso. Voo tranquilo.

Quase 9 p.m. chegamos a Zurich e fomos diretos ao portão de embarque do voo rumo a GRU.

Embarcaram os passageiros da primeira classe e da classe executiva por rampa diferente dos demais passageiros.

Ao fornecer nossos boarding passes, recebi dois papeis no embarque ao finger.

Fomos recebidos cordialmente por membro da tripulação, que nos levou ao nosso assento que, do trono, foram trocados por dois assentos centrais na aeronave, cuja configuração é parecida a 1-2-1, mas tem algumas peculiaridades na disposição.

Não aceitei. Houve justificativa da tripulação que estávamos em casal, mas não aceitei! Fiz o checkin em trono e iria viajar conforme o checkin.

Esse é o trono. Uma poltrona flat bed com amplas acomodações laterais.

Dentre as qualidades que vejo neste blog está a imparcialidade em divulgar, sem segundas intenções, ou mediante prêmios disfarçados, a qualidade dos serviços.

Nunca tinha viajado na classe executiva via assento trono, da Swiss e, diante dos elogios de 2 sites nacionais, achei que seria algo fantástico. NEGATIVO!

Tenho 1,80m e calço 44. Sentei no trono, cuja poltrona é melhor que do 77W Turkish na classe executiva. Tirei esta foto, que mostra com os pés bem abertos o conforto do assento.

Porém, a surpresa e o pior estava por vir. Ao colocar a poltrona na posição cama seus pés vão para o MALDITO funil dessas novas configurações, de tal forma que não é possível virá-lo durante o sono. Que inferno! Novamente voo sem dormir. O foot rest da Turkish era muito, muito mais amplo.

Não contente, fui noutro assento vago, não trono. Mesmo problema.

Resumindo: odiei o assento e, nesse voo longo, não conseguia dormir períodos maiores que 3 horas.

Logo após a decolagem, foi servido o jantar. Passaram com o carrinho várias vezes, ofertas variadas, inclusive de chocolates. Tudo que foi servido estava muito bom, mas nada espetacular. Farto, mas não chega no serviço da classe executiva da Qatar Airways, nem perto.

Das companhias europeias que viajei, em classe executiva, a Swiss tem vantagens e desvantagens sobre a Turkish Airlines, e reputo como as duas melhores.

A tripulação, diferente do povo suíço, não sorria e era totalmente formal. Atendia o passageiro, mas formalmente.

Observei, por várias vezes, a tripulação que atendia no corredor oposto, e era o mesmo comportamento. Fui ao galley 3 vezes durante o voo, sempre fui prontamente atendido no pedido, mas sem amabilidade.

Com exatas 2 horas antecedendo o pouso foi servido o café a manhã, muito bom também.

O sistema de entretenimento, touch screen, tem várias opções de filmes bons e atualizados, entre outras.

Conclusão

O voo foi chegando ao seu final… pensava no antes, no agora, e no futuro. Das coisas que vivi, do pesar do momento, e da realização de sonho que o futuro próximo nos trouxe. No encontro de ti aqui dentro e ao redor de tudo que revejo e vivemos, do porto seguro que nos abrigava. Reflexão feita, retornemos ao lar.

O 77W pousou em GRU suavemente. Fomos à imigração, com pequenas compras no nosso caro Duty Free. Saí para encontrar o transfer que me esperava, e fui para casa sem nenhum problema.

Abro a fatura no meu cartão, dias depois, e a Sixt cobra suplemento de tarifa de USD 92,01 por combustível! Como errei em não exigir a correção do contrato, agora vamos à luta para estornar a cobrança indevida.

Termino homenageando uma mulher com palavras de um grupo de poetas:

“Estava escrito nas estrelas,

Foi assim

Eu vi você passar por mim

E quando para ti eu olhei

Logo não te encontrei

Você está tatuada no meu coração,

Que é para me dar coragem, pra seguir viagem, quando a noite vem.

Sempre estará em minha mente.

Quem parte leva saudade.

Um imenso beijo”

Celso

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Quer aprender mais? Então leia os demais guest posts do Celso:

Tagged as:
  • Bernardo

    Parabéns pelo post, pela história e pela viagem! Recomendo a todos a leitura!

    • Vinicius

      Jura? Achei o relato super chato, igual aos outros que ele fez.
      Mas, eu sempre leio tudo, pois sempre olho pelo lado positivo e tento filtrar algo bom com alguma informação relevante no meio de um relato fastidioso.

      • Joao Joseferreira

        Eu leio tudo e nunca vi seu nome por aqui.
        Como o relato foi chato o que voce poderia compartilhar conosco com leitura agradável?
        Parece que voce criou um usuário somente para criticar o post do colega.
        Vamos aguardar o que voce tem a nos oferecer de realmente agradavel.

        • Bernardo

          Faço das suas as minhas palavras. E muito fácil criticar quando falta a iniciativa de fazer.

  • SwineOne

    Pessoal,

    No começo do mês pedi ajuda para gerar uma fatura de cartão no Banco do Brasil para um cartão que está em débito automático, para que possa usar para pagar com o PicPay e bater a meta do Santander.

    Naquele momento, o Carlos e outros leitores deram algumas sugestões, e hoje fui tentar segui-las, porém não tive sucesso. Consegui salvar uma fatura em PDF, mas sem o código de barras, e também não achei nenhuma opção que gerasse uma linha digitável para pagamento.

    Também tentei no app do Ourocard como sugerido, porém nesse caso houve algum problema de acesso que impediu de entrar no app, e terei que tentar novamente mais tarde.

    Peço então que se alguém puder doar um pouquinho do seu tempo, que faça um pequeno tutorial, de preferência com algumas imagens, mostrando exatamente onde clicar para gerar uma fatura com código de barras, ou então a linha digitável. Agradeço muito caso alguém possa ajudar.

    • Henrique

      Swineone, eu fui um dos que sugeriu o uso do App do Ourocard, só que neste momento não posso te ajudar com imagens pois não estou com nenhuma fatura a ser paga. Dia 27 elas irão fechar, então apenas no dia 28 poderia fazer um tutorial com imagens. Caso ninguém se prontifique até o dia 28, posto aqui para você.

    • Guilherme

      Já tentou no caixa eletrônico ?

    • Thiago Boiteux

      No internet banking do BB clique em “cartões”, depois selecione a imagem do cartão desejado, após clique no ícone de um cartãozinho com a tarja magnética no canto direito superior (conforme a imagem em anexo). Selecione “boleto da fatura” e uma janela pop-up aparecerá com o boleto, com código de barras (é preciso habilitar no navegador a abertura de pop-up, se já não estiver) Voilá! https://uploads.disquscdn.com/images/bd25efef7ea7c67ddb7aa938302542f45fca34430a141912b560b019ddc2ccb4.jpg lá!

      • SwineOne

        Muito obrigado a todos que ajudaram, e especialmente ao Thiago, que com a sua explicação bem detalhada permitiu que eu encontrasse exatamente onde estava a opção, e agora estou com o boleto na mão. Graças a isso, agora conseguirei bater a meta do Santander sem ter que fazer nenhuma compra desnecessária.

  • michel

    Mais uma vez a SIXT está praticando golpes. Ela lidera os sites de reclamações por cobranças abusivos, danos inexistentes, tanques falsamente vazios etc.. Pior ela aproveita de não-residentes apostando que a distância levará a um ….”deixe para là !”.

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