[Guest post] The Wonder Years – uma reflexão sobre promoções de compras de milhas e pontos através dos tempos

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Segue mais um brilhante texto do Carlos, envolvendo reflexões sobre as promoções de compras de mihhas e pontos através dos tempos.

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Introdução

Duas postagens publicadas recentemente me levaram a escrever este texto.

Primeiro foi o comentário do Guilherme aqui sobre percepção do conjunto de empresas/promoções/programas do momento e timing sobre aproveitar as oportunidades.

Nesta mesma postagem, há um comentário do Tiars22 desafiando o Livelo a fazer uma promoção com transferência 1:1 para o Mileage Plus da United Airlines.

Segundo, nesse post do Loyalty Lobby há a notícia da United Airlines vendendo suas milhas com 100% de bônus, a USD 18,8 o milheiro.

Na época do dólar na casa de dois reais, eu fiz bom proveito destes tipos de promoções, tendo comprado pontos da United Mileage Plus, Avianca LifeMiles, Alaska Mileage Plan, AAdvantage e US Airways, para diversas emissões bastante vantajosas.

Desde então, não somente o dólar encareceu bastante, como a tabela destas companhias foram reajustadas – severamente em alguns casos.

Fiquei com a impressão de que aquela foi uma época de ouro que não volta mais, e os valores que paguei naquele tempo foram muito mais vantajosos do que atualmente. Mas será que este é o caso mesmo?

Da mesma forma, se o Livelo fizesse a promoção de transferência 1:1 para o Mileage Plus, com certeza seria fantástico. Mas será que não existem alternativas atuais tão, ou até mais vantajosas, do que esta improvável promoção?

O que temos para hoje

Vamos começar pela última pergunta. As condições atuais de transferência do Livelo para o Mileage Plus são na proporção de 2:1 e, teoricamente, somente pontos acumulados no Clube Livelo, ou no cartão de crédito, são válidos para esta transferência.

Vamos supor, então, alguém que seja assinante do Clube 20.000, cujo custo mensal é de R$ 650.

Para juntar 100 mil pontos no Mileage Plus, seriam necessários 10 meses do Clube, e um valor total despendido de R$ 6.500.

Na atual promoção de venda de pontos diretamente no programa americano, os mesmos 100 mil pontos sairiam a USD 1.880, que, no câmbio atual do cartão de crédito, e mais IOF, seriam o equivalente a R$ 7.540.

Já fica claro que esta promoção do Livelo nunca vai acontecer, pois a regra atual já é mais vantajosa que a melhor promoção que a própria United Airlines oferece.

Mas vamos apenas supor que, por exemplo, o famoso estagiário apronte das suas, e mude o sistema para a paridade 1:1.

Nesta situação, os 100 mil pontos sairiam a R$ 3.250.

Se fosse comprando na United Airlines, isto significaria que voltamos no tempo, na época de ouro com o dólar custando R$ 1,60. Imperdível e a melhor coisa que, de muito, poderia acontecer, certo?

Esta seria minha impressão.

As contas

Mas resolvi fazer umas contas e, na verdade, estamos vivendo, atualmente, uma época ainda melhor que a do início da década, quando o dólar estava na casa de dois reais e as tabelas dos programas de milhagem eram mais camaradas.

Se aquela foi, para mim, a época de ouro, esta, atualmente, é a época de platina ou diamante (ou infinite, black ou aeternum 😛 ) das milhas. Vamos justificar.

Brasil para Ásia na classe executiva demandam 85 mil pontos no Mileage Plus.

Com a ajuda do estagiário, estas milhas custariam R$ 2.763.

Sem estagiário nenhum, consegue-se fazer a emissão no Multiplus Fidelidade, cujo valor tabelado para esta emissão é de 110 mil pontos.

Usando apenas o Clube Livelo 20 mil, e aproveitando o bônus de 30% do Clube Multiplus 10 mil, teríamos um gasto de 77 mil pontos x R$ 32,5 + R$ 370 do Clube Multiplus 10 mil, com seus 30% de bônus, gerando um valor total de R$ 2.873. Isto a qualquer momento, sem depender de qualquer promoção, sendo necessário apenas o acúmulo dos pontos do Clube Livelo.

Com um pouco mais de paciência, é possível conseguir valores ainda melhores.

Pegando a região Ásia Norte do Amigo Avianca (China, Japão, Coréia do Sul…), a tabela indica o valor de 200 mil pontos para a classe executiva, saindo do Brasil.

Entretanto, dividindo esta emissão em dois resgates, é possível baixar o valor para 110 mil pontos.

Fazendo a emissão Brasil – Oriente Médio e, depois, Oriente Médio – Ásia Norte, o custo é de 70 mil pontos + 40 mil pontos.

Pegando os pontos gerados no Clube Livelo, e esperando um bônus de 100% de transferência (já foram duas promoções neste ano de 2018), o custo da emissão seria de 55 mil pontos x R$ 32,5 = R$ 1.788.

Em termos de valores, a época atual é mais promissora do que antigamente. O problema, incrível e absurdamente, é fazer com que as empresas de milhagem nacionais apenas cumpram seus regulamentos.

Tanto o Multiplus Fidelidade quanto o Amigo Avianca prejudicam enormemente seus clientes pela frequência com que emissões são impossibilitadas por falhas de sistema, erros ou indisponibilidades que afetam exclusivamente estes programas, enquanto para os demais programas dos parceiros das alianças (Star Alliance ou OneWorld) os resgates funcionam normalmente.

Comparativo: época de “ouro” x época “aeternum”

Supondo o funcionamento correto dos programas, fiz uma comparação de emissões que fiz no passado através da compra de pontos e de qual seria o custo atual (vou pegar o milheiro do Livelo a R$ 35, da melhor promoção de venda pontos, embora possa ser ainda mais baixo com o acúmulo de pontos do Clube):

  • Joanesburgo para Paris na classe executiva da Air France custou 30 mil milhas Smiles, que foram compradas por R$ 51 o milheiro, gerando um custo total de R$ 1.530. Atualmente pelo Amigo Avianca, a mesma emissão sairia a R$ 875 (50 mil pontos), considerando a compra de milhas a R$ 35 no Livelo em promoção, e transferência com bônus de 100%, voando em companhias da Star Alliance.
  • Jakarta para Joanesburgo na classe executiva da Qatar Airways custou 45 mil pontos, ou R$ 2.295. Atualmente, pelo Amigo Avianca, nas mesmas condições acima, sairia a R$ 1.488 (85 mil pontos).
  • Frankfurt para Hong Kong, na primeira classe da Thai Airways, custou 85 mil pontos Life Miles, que, comprados por 1,5 centavos de dólar a R$ 2,00, equivaleriam a R$ 2.550. Novamente, pelo Amigo Avianca, esse trecho custaria R$ 2.013 (115 mil pontos).
  • Buenos Aires para Frankfurt, na primeira classe da Lufthansa, custou 80 mil pontos do Mileage Plus, comprados por 1,88 centavos de dólar a dois reais, equivalente a R$ 3.008. Pelo Amigo Avianca, custa R$ 1.750 (100 mil pontos).
  • São Paulo a Nova Iorque na classe executiva da United custou ida 55 mil pontos no Mileage Plus (R$ 2.068) e volta a 50 mil pontos no Lifemiles (R$ 1.500). No Amigo Avianca, sai a R$ 1.225 (70k pontos).
  • Chicago a Tóquio na primeira classe da ANA custou 75 mil pontos (R$ 2.250) no Lifemiles. Pelo Amigo Avianca, sai a R$ 2.450 (140 mil pontos).
  • Amã para Nova Iorque, na primeira classe da Emirates, custou 90 mil pontos do Mileage Plan (Alaska Air), com custo unitário de dois centavos de dólar, a dois reais, ou R$ 3.600. Pelo Amigo Avianca, sairia a R$ 1.838 (105k pontos), mas com baixíssima disponibilidade. Pelo Multiplus, seria o custo de 100 mil pontos, mais uma assinatura do Clube 10.000, ou R$ 3.870 (140 mil pontos).
  • Bruxelas para Melbourne, na primeira classe da Etihad Airways, custou 100 mil pontos do Aadvantage, com custo unitário dois centavos de dólar, a dois reais, ou R$ 4.000. No Multiplus Fidelidade, sairia a R$ 4.395 (160 mil pontos). Quem conseguiu estocar pontos aproveitando a dobradinha Km de Vantagens Prestige e Clube Multiplus, pagaria R$ 3.598.
  • Finalmente, a emissão mais complicada. Brasil para Taipei, de primeira classe, custou 150 mil pontos do Dividend Miles (extinta US Airways). Os pontos custaram 1,88 centavos de dólar, a dois reais, ou R$ 5.640. Infelizmente, eu cheguei tarde nessa, e quem já tinha pontos no programa conseguia fazer um ping pong entre contas e gerar as milhas a 1,1 centavos de dólar em promoção, que seria o equivalente a R$ 3.300. Este valor, só com vários estagiários fazendo bobagens em conjunto. E o Dividend Miles ainda permitia fazer rotas bem complicadas. A minha rota (que nem foi tão complicada assim) foi GIG-LHR-HND-HKG-TPE e volta TPE-HKG-LAX-DFW-GRU.

Hoje, a opção mais próxima disso seria com o Multiplus Fidelidade, com uma opção bem mais simples como GIG-LHR-HKG ou HND-JFK-GRU, com custo total de 280 mil pontos (ida e volta) ou R$ 7.650 e, para quem aproveitou os Kms de Vantagens, R$ 6.120.

Conclusão

Enfim, comparando apenas o custo das emissões, atualmente temos condições iguais ou melhores que há anos atrás na ampla maioria dos casos. O principal porém é o mau funcionamento dos programas nacionais, que impedem o pleno aproveitamento das oportunidades. Também há uma perda de algumas parcerias (Emirates, Etihad) dos exemplos anteriores.

Mas, voltando à questão do timing citado pelo Guilherme, estamos em uma fase em que, mesmo com uma disparada do dólar, é possível fazer emissões de passagens por valores muito atrativos (acomodação e custos adicionais de viagens são outra história).

E estes períodos de bons valores não costumam ter duração elevada, então, o apontamento do Livelo como o programa do momento, e a melhor forma de gerar passagens a custo mais baixo, está absolutamente correto.

A questão só não fica perfeita pelo mau funcionamento de Amigo Avianca e Multiplus Fidelidade, mas, com doses cavalares de paciência, é possível fazer ótimos proveitos.

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Quer aprender mais? Então leia os demais guest posts do Carlos:

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E você, que também viveu a época de ouro do dólar a dois reais e Pague Contas a custos baixos, concorda com os dados acima? Quais outros argumentos acrescentaria? Deixe um comentário, e participe!

Agradeço ao Carlos por mais um excelente guest post!

  • Nuno

    De novo,um excelente post! Obrigado!
    Parece-me que a grande diferença (negativa) neste momento é a falta de alternativas. O par Livelo/Avianca parece destacadamente a melhor opção com as outras bem abaixo. Na época de “ouro”, o risco de sair a perder era menor pelo número de opções. Se o Livelo OU o Amigo decidirem alterar as regras amanhã, todas aquelas milhas acumuladas no clube Livelo são um mau investimento. Esperemos que a Avianca não TAPeie o Amigo!

    • Carlos

      O par Livelo/Avianca é a melhor opção pela certa frequência ou constância com que o bônus de 100% é oferecido, mas há várias outras opções igualmente vantajosas. O grande diferencial é o Livelo, que sempre tem oferece ótimas possibilidades, como no ano passado com o Victória. Eu não coloquei no texto por não ser comum, mas também tivemos este ano bônus indiretos de 115% para o Multiplus, que também derivou em ótimos valores de resgates. E pegando a recém lançada parceria com o Lifemiles, quem comprou as milhas na promoção de 50% de desconto, consegue fazer a transferência com o milheiro a R$ 35 no Lifemiles. Pegando a melhor promoção do programa, as milhas são vendidas a U$ 13,75 o milheiro, equivalente a R$ 57,34 no pagamento com cartão de crédito, 63% a mais que no Livelo. Ou seja, mesmo que alguns programas piorem ou apodreçam, como foi o caso do Victória, o Livelo continua oferecendo diversas ótimas opções. Por isso o acúmulo no Livelo é uma excelente opção, enquanto nos programas das companhias aéreas, há o risco em se ter um saldo muito grande e depois ficar sem datas disponíveis para queimar todo o estoque, como aconteceu com uma parcela dos clientes do Victória.

      • Nuno

        Isso é verdade. Ter pontos em programas de cartões de crédito é bem melhor para conseguir a flexibilidade suficiente de usar nos programas das companhias aéreas conforme a necessidade. O Livelo já parece ter começado a apertar o gargalo das promoções, com algumas que antes eram habituais, agora a serem exclusivas apenas para novos clientes, novos cliente do clube, e limitando os benefícios após cancelamento do clube… MAS continua a oferecer exclente valor. (estou ainda a tentar entender o melhor uso para Lifemiles, além de cobrar taxas baixas. Se o @disqus_usZKr0NfA3:disqus tiver tempo para outro ‘guest post’…. 😉 ) Valeu!

  • Nelzon

    época “aeternum”
    ????????????????

  • Muito boa explanação Carlos, mas acho que para fechar a conclusão das comparações deveria ser considerado também as taxas (principalmente a taxa de combustível). Porque existem companhias que cobram muitas milhas sem cobrar taxa de combustível. Já outras, cobram menos milhas com taxa de combustível exorbitante.
    No geral, acredito que sempre existirão excelentes oportunidades para quem está antenado sobre as promoções e regras dos programas/cartões/companhias. O Guilherme resumiu tudo muito bem em apenas uma palavra: timing. Saber aproveitar as oportunidades conforme aparecem.

    • Carlos

      Mas isto seria muito complicado, já que nos exemplos há incidência de YQ tanto em alguns resgates do passado quanto do presente, não dá para fazer esta análise de forma genérica.
      A comparação é difícil de fazer pois a óbvia “programa cobra YQ ou não cobra” é insuficiente. Mesmo nos casos dos programas que cobram, pode ser que: no trecho que você vai voar não há cobrança; a companhia que você vai voar não cobra; ou o valor cobrado não é significativo. O Lifemiles, MileagePlus e Multiplus (até a migração, não sei se mudou agora) não cobrarem (ou retirarem) taxa de combustível é uma óbvia vantagem, mas é possível minimizar este problema no Amigo emitindo ida e volta do Brasil ou escolhendo voar em companhias que não cobrem ou cobrem pouco YQ.
      Não sei se você conseguir imaginar uma tabulação que leve estes aspectos em conta.

      • Realmente é uma comparação complicada de se fazer. Como você mesmo citou, de forma genérica não tem como fazer, apenas caso a caso. Eu falei sobre isso por conta de alguns exemplos como Buenos Aires a Frankfurt em que o Mileage Plus não cobra YQ e o Amigo sim. Dessa forma, apesar das milhas Amigo sairem mais em conta, o valor total do bilhete certamente seria mais elevado que emitindo pelo Mileage Plus. O mesmo exemplo serve para a saída de Joanesburgo para Paris, onde o Smiles não cobra YQ da Air France e o Amigo cobrará.
        De qualquer maneira, cabe a cada um avaliar os seus objetivos antes de transferir seus pontos. Como falei anteriormente e, reforçando seu texto, as oportunidades existem e continuarão existindo. É só saber aproveitar!

  • Guilherme

    Ótimo apanhado das promoções dos tempos atuais…
    hoje me parece surreal q o smiles cobrava aproximadamente 30k em 1a classe oriente médio/ásia, por volta de 2013.

    Amigo está se destacando atualmente, mas emitir passagem nas cias do oriente é um suplício… canso de testar passagens disponíveis na United/Ana e no site do Amigo vem “Não foi possível encontrar voos para a data desejada. Por favor, clique aqui para alterar sua busca ou entre em contato com nossa Central de Vendas. (9200 [866])”

  • Viajante

    Legal a comparação dos valores de antigamente e agora, e acho que a conta mostraria uma distância ainda maior se considerarmos a inflação no período, ou seja, 2000 reais há alguns anos pode equivaler a 2500, 3000 de hoje…

    PS: “época aeternum” do Carlos e “não TAPeie o Amigo” do Nuno foram sensacionais kkkkkkk

  • Flying_N_tchan

    Top, top,top, parabéns.!!! Sempre solícito e de leitura agradável.

  • Renan

    Ola pessoal td bem, sou novo por aqui (comentando) neste caso especifico “Fazendo a emissão Brasil – Oriente Médio e, depois, Oriente Médio – Ásia Norte, o custo é de 70 mil pontos + 40 mil pontos.”, as pesquisas pelo United e Lifemiles servem como parâmetro de disponibilidade com o Amigo??? pergunto isso pois minha família é grande (5 adultos hehehehe) e pelas duas buscas tanto United como lifemiles, acho disponibilidade com a Swiss GRU/DXB, DXB/NRT, o que seria perfeito para o que procuro!!!Agradeco desde ja, se algum amigo ou amiga puder ajudar. abraços

    • Carlos

      Nem sempre. Gru-Dxb pode até funcionar direto no sítio, mas Dxb-Tyo não deve dar nem ligando na central. É questão de tentar, mas este é um dos problemas ao qual me refiro do programa não cumprir seu regulamento e dar problemas que não existem nos programas dos parceiros.

      • Renan

        Na teoria tudo é bonito..kkkkk…!!!!obrigado Carlos.!!

  • Cicero Bezerra

    Excelente post. Parabéns ao Carlos e ao Guilherme. Eu seria capaz de apostar que as emissões na época áurea eram melhores e mais baratas (menos milhas e milhas mais baratas devido ao dólar), mas pelo visto não. Existem muitos bons resgates e com o Timing adequado pode-se conseguir boas coisas ainda. Como o Paulo falou tem a questão da YQ, mas isto é algo com o que temos que conviver.

  • Flying_N_tchan

    Carlos, boa tarde. Abusando um pouco da sua expertise, o que vc recomendaria pra emissão CGR ou GRU x MCO (Orlando), o programa da Multiplus (tentar emitir via OW) ou da Livelo/LifeMIles?

    abs

    • Carlos

      Não tem como responder sua pergunta. Depende da classe e da quantidade de pessoas. Mais importante, depende de onde seus pontos estão.
      Se você tivesse pontos nos dois programas, a resposta seria o que for mais conveniente ou disponível, já que o custo tanto na econômica quanto na executiva é praticamente o mesmo nos dois programas.
      Se não é o caso e os pontos ainda vão ser acumulados, vai depender de onde, do seu prazo e dos bônus que surgirem. Para a Flórida, eu acho que o Multiplus tem melhores opções de voos, mas o Amigo costuma oferecer melhores bônus em maior frequência.
      Enfim, são muitas variáveis. Para este destino específico, ambos são boas opções e até o Victória se oferecerem 100% como para a CEF, recentemente.

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