[Guest post] Rumo à Oceania – dicas sobre emissões de passagens-prêmio, e fatos

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Já é 2018 na Austrália! FELIZ ANO NOVO!

Aproveitando o gancho de Ano Novo, o Celso nos brinda com esse guest post com muitas informações úteis sobre emissões de passagens-prêmio para a Oceania, entrelaçadas com suas impressões pessoais das viagens rumo a esse continente. Confiram! 😀

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*este texto foi escrito em novembro de 2017. Dados relativos aos custos das emissões podem ter se modificado posteriormente.

Territorialmente, a Oceania abrange vasta região do globo, indo da Polinésia Francesa ao extremo noroeste da Austrália.

Dois países se destacam: (a) a Austrália com seus 25 milhões de habitantes; e (b) a Nova Zelândia, com 4 milhões, menos populosa que Papua-Nova Guiné, com 6 milhões.

A partir da Austrália e da Nova Zelândia, com raríssimas exceções, podemos voar direto a qualquer destino da Oceania.

Já estive 4 vezes na Austrália e uma vez na Nova Zelândia, há 11 meses.

Para falar de Austrália, imagine uma cruz com hastes de aproximadamente o mesmo tamanho. No Norte, está o frescor Brisbane, no Sul o centro financeiro Melbourne, no Leste Sydney, no Oeste Perth e no centro da cruz Adelaide com suas vinícolas e restaurantes gourmet. No Noroeste, acrescente Darwin, que fica ao norte do Out Back (deserto no centro da Austrália). No Nordeste, imagine Cairns (bem ao norte de Brisbane) e, no Sudeste, Canberra, a capital.

Vamos começar com a Austrália.

Antes, gostaria de passar algumas informações. Cidadãos brasileiros, tendo esta como única nacionalidade, precisam de visto australiano, inclusive para turismo, que é solicitado através da embaixada da Austrália, em Brasília, obrigatoriamente.

Voando Qantas, somente com bilhete pago, ela abate do preço do bilhete seu visto.

A Austrália fornece visto de trânsito para permanência menor que 72 horas em território australiano, não prorrogável, sem cobrança de taxas. Este último é feito totalmente pela Internet, no site da embaixada, mediante condições lá expressas.

O visto de turismo é muito burocrático, chato e requer envio de inúmeros documentos AUTENTICADOS para a Embaixada. Porém, sua emissão, quando preenchidos os requisitos, espanta pela rapidez. O visto é eletrônico, vindo no seu e mail, e em todas as vezes o meu e da esposa demoraram 24 horas e estavam no e mail.

Pronto, agora esqueça tudo que sabe sob Orlando, Miami, Pato Donald! Viagem à Oceania trata-se de algo totalmente diferente

Começarei com as emissões e cá ou acolá darei alguns pitacos.

Nosso ponto de partida será Guarulhos – GRU. Outros centros podem ter eventual diferença sobre o que irei dizer, porém, nada muito significativo.

Rumo a Sydney

Como chegar a Sydney utilizando suas milhas e pontos

Partindo de GRU, com somente uma escala, é possível atingir Sydney voando na Qatar Airways ou na Emirates.

Combinando a LATAM ou a South African, e a partir de Johanesburgo, há um voo direto com a Qantas.

Outra combinação de uma escala só seria voando LATAM, com escala em Santiago, e prosseguindo com ela até o destino, ou trocando por voo da Qantas, a partir de Santiago.

Pela Europa ou América do Norte você consegue ir por inúmeras rotas, com duas escalas, pagando DOIS prêmios, e aumentando o tempo de voo para mais de 30 horas.

Outra opção é voar com milhas AAdvantage com prêmio único, mas com a terrível American Airlines.

Com três escalas, é possível fazer uma rota via Buenos Aires, com a Air New Zealand, parando em Auckland.

Emissão mais barata

A emissão mais barata seria a da LATAM (voo puro) que cobra 60.000 milhas em classe econômica, e 110.000 milhas em classe executiva, one way, por passageiro.

A vantagem seria ser a rota mais rápida em termos de tempo. A LATAM liberou todos os assentos para emissão com milhas (claro que, a partir de uma certa ocupação, o preço em milhas aumenta muito), havendo farta disponibilidade. Ela voa com o Boeing 787-9.

Voei com a LATAM em dezembro de 2016, nessa rota, no trecho SYD-AKL, e odiei a poltrona, o serviço foi péssimo, o Cabernet Sauvignon servido foi encorpadíssimo, tinha 1 banheiro para 28 passageiros na classe executiva, e o catering não tinha nada de excepcional ou delicioso.

Esse trecho transtasmânico dura 3h45min de voo.

Minha decepção com a LATAM foi tanta que dificilmente voltaria a voar com eles. Não servem espumante algum.

Pode ser que, no trecho mais longo do voo, AKL-SCL, o serviço seja melhor, mas pelo que vi não me animo a testar.

Ir até Santiago tem outro efeito: o trecho longo desse voo corresponde a ir e voltar a Santiago. Se seu foco está baseado SOMENTE no custo do prêmio, este será seu voo.

Lembre-se que, se for de classe econômica, utilizar outras rotas aumenta significativamente o tempo de voo, e sua viagem, ao invés de prazerosa, pode ser uma tortura.

Segunda variante

A segunda variante seria, em Santiago, trocar pela Qantas, e seguir no Boeing 747-400-ER até Sydney. Nessa hipótese, há aumento de prêmio pelo Multiplus Fidelidade, e, no trecho Qantas, ela só libera para o Multiplus Fidelidade a emissão, no máximo, em classe Economy Premium. Nunca viajei na Economy Premium, então, não posso avaliar.

Se você for filiado ao programa de milhagens da Qantas poderá emitir ambos os trechos em Business, mas a Qantas lhe cobrará 144.000 pontos. Há disponibilidade razoável para emissão nessa última condição.

Essas emissões citadas acima podem ocorrer com o Executive Club, da British Airways (BAEC), e com o AAdvantage, da American Airlines, de acordo com os prêmios de cada programa, que não são vantajosos frente ao prêmio cobrado pelo Multiplus Fidelidade.

Opção com a Air New Zealand

Outra opção seria via Buenos Aires, e de lá com a Air New Zealand, que pertence à Star Alliance. Amigo Avianca, LifeMiles e Victoria TAP emitem esse bilhete-prêmio.

Aqui temos alguns inconvenientes. Dependendo do horário, um pernoite em Buenos Aires será obrigatório, ou uma conexão noturna estafante de tão longa.

Segundo, a Air New Zealand não libera a classe executiva para emissão com milhas em quase todas as rotas.

Terceiro, na rota GRU-EZE, somente a emissão com o Victoria TAP permite montar trechos, sendo possível emitir um único bilhete para todos os trechos, ao custo de 220.000 milhas round trip. Nos demais programas, será necessário pagar DOIS PRÊMIOS.

Outras alternativas para resgates de passagens-prêmio rumo à Sydney

Bem, se seu foco for custo-benefício, com o Amigo Avianca você pode ir de Guarulhos até Doha, com a Turkish Airlines, por 75.000 pontos one way, e de lá direto com a Qatar Airways, com emissão através da AAdvantage, ao custo de mais 80.000 milhas. Nesse caso, você pode fazer um stop sem custo em Doha, pois são dois bilhetes distintos.

Esse prêmio é 40% superior ao cobrado pela LATAM, e aumenta o tempo total de voo, mas voar Qatar Airways é uma experiência excepcional no Airbus A380 da rota DOH-SYD. O aumento no tempo de voo pode ser compensando com stop para curto descanso em Doha.

Apesar de significativo conforto, nesta opção, a diferença entre os voos em classe econômica seria muito minimizada pelo aumento de tempo entre os voos da origem ao destino.

Fatos e impressões sobre Sydney

Sydney tem 4 milhões de habitantes, e uma das festas de Reveillon mais vibrantes do mundo. Na semana entre Natal e Ano Novo, recebe 2 milhões de turistas, e os preços tornam-se estratosféricos. Essa festa é gravada na sua memória de forma indelével, e a cidade é deslumbrante.

Todas as demais rotas são mais onerosas em termos de prêmio, e aumentam o tempo de viagem, sendo necessário também prolongar o tempo total da sua viagem.

Se for sua primeira vez na Austrália, não faça a besteira de reservar menos de 20 dias entre ir e voltar em nenhuma hipótese. Lembrando que, ao retornar, seu relógio biológico fica ainda uns 3 dias bem alterado.

Sydney está entre as 7 grandes capitais do mundo, NYC, LHR, CDG, HKG, SYD…. A cidade dispõe de serviços excepcionais, povo com alta escolaridade, alto poder aquisitivo, população média jovem, e quase tudo que existe de espetacular na Austrália pode ser encontrado lá. O lazer tem inúmeras atrações de nível mundial. Sydney tem passeios espetaculares para mais de 10 dias de estadia.

Melbourne

Como chegar a Melbourne utilizando suas milhas e pontos

Em linhas gerais as rotas e valores do GRU-SYD aplicam-se exatamente ao GRU-MEL, com exceção da rota GRU-JNB-SYD.

A partir de JNB, emitindo com o Victoria TAP, se optar por ir via SYD com a Qantas, poderá fazer um stop em SYD, pagando adicional no prêmio, ou via Perth com a SAA, e emitindo um complemento entre PER-MEL em bilhete separado com o AAdvantage, que cobra preço fixo em voo intra australiano, ou com a Qantas FF, que cobra por distância.

Caso opte pela Air New Zealand, você descerá em Auckland, e de lá voará a Melbourne. Estão aproximadamente equidistantes de AKL tanto SYD como MEL, a menos de 4 horas de voo.

Fatos e impressões sobre Melbourne

Quando você chega a Melbourne, o centro financeiro da Austrália, poderá entender porque a cidade foi eleita várias vezes como a melhor cidade do mundo para se viver (Vancouver no Canadá também já foi eleita várias vezes).

Melbourne lembra muito São Paulo, porém a parte rica, os Jardins, a Faria Lima, mas com um povo altamente evoluído socialmente e culturalmente.

Floriculturas na rua em muitos pontos do centro, com flores lindas, exóticas. Somente transporte elétrico por TRAM no centro, tudo funciona, os arquitetos mostram em toda parte seu trabalho e até os túneis tem grandes mosaicos de artistas, muros de arrimo em vários terrenos tem designers que fizeram lindos e diferentes trabalhos.

Enquanto Sydney está no território de NSW, New South Wales, Melbourne está em Victoria. Entre as grandes maravilhas do mundo, você na primeira poderá visitar o imperdível Sydney Opera House (veja na Internet a genial história da obra), e, em Melbourne, aprecia-se onde a dança encontrou seu berço. A cidade é muito interessante, e ponto de partida para percorrer a Great Ocean Road, que particularmente achei muito aquém do deslumbramento como é divulgada.

Melbourne tem extremos, EXTREMOS DE TEMPERATURA, no mesmo dia. Seu clima depende dos ventos. Se os ventos predominantes vêm do Out Back (deserto Australiano) prepare-se para temperaturas em janeiro de 45,5º C. Contudo, no mesmo dia, pode vir ventos predominantes do Polo Sul, e sua noite terá temperaturas de 13º C. Foi exatamente isso que enfrentei na minha primeira visita em Melbourne há anos. Previna-se.

A direção na Austrália segue a mão inglesa (o motorista fica sentado à direita do veículo). Existem na Internet cursos ensinando a guiar na mão inglesa.

Eu fiz, e se tiver um bom joystick o aprendizado é muito real. Facilita uma barbaridade. Carros híbridos, com consumo baixo de combustível e gasolina não mais cara que no Brasil são fatos reais.

Boxing Day é o termo utilizado em numerosos países anglófonos (Austrália, Nova Zelândia, EUA, Canada, Reino Unido….) para designar um feriado secular comemorado no dia seguinte ao dia de Natal.

Somente nesse dia os preços de produtos na Austrália e Nova Zelândia (a última muito brega para nosso padrão) são vantajosos. Na Austrália é uma loucura, tudo com no MÍNIMO 50% e não é fraude! São descontos reais. A loja similar à Macy´s na Austrália chama-se David Jones, mas é muito superior.

Perth

 

 

No extremo oeste australiano, Perth é banhada pelo Oceano Índico, e não pelo Oceano Pacífico.

Agora suas opções de voos resgatando milhas e pontos já são mais restritas.

Pelo Victoria TAP, a melhor emissão consiste no resgate do trecho GRU-JNB-PER, ida e volta obrigatória, não podendo ampliar para trecho intra australiano, pois a Star Alliance não tem mais rota intra australiana. Permite stop em JNB.

Pela Qantas, a melhor opção é com a Qatar Airways, com escala em Doha.

Pelo Executive Club da British Airways (BAEC), a melhor opção é com escala em Doha, mas cobra por distância, com prêmio mais alto que a Qantas.

A emissão pelo Multiplus Fidelidade cobra 60.000 pontos em classe econômica, ou 110.000 em classe executiva, one way, com a Qatar Airways, e não permite stop. A mesma emissão pode ser feita pelo Smiles, somente havendo disponibilidade em classe executiva, com 190.000 milhas.

Os terminais nacional e internacional em Perth estão muito distantes. Ônibus gratuito os conectam 24 horas por dia. Reserve somente para esse transfer 1 hora, pois os ônibus rodam a cada 10 a 20 minutos, e o tempo entre os terminais é de incríveis 40 minutos.

Aproveitando para falar de Sydney, se optar por conexões entre terminais, esteja SUPER ATENTO ANTES DE EMITIR, senão irá perder seu voo, em função de conexões muito apertadas. Atente se conectará em bilhete único ou com novo re-checking, ou seja, se suas malas precisam ou não de redespacho em esteira ou se irá direto até o destino final.

Na Internet há inúmeros relatos de conexões perdidas em Sydney, Dallas Fort Worth, Heathrow, ….. Se quiser, assine grátis, somente por 5 dias, e viaje seguro, após informar-se neste site sobre o MCT (Minimun Conecting Time), para qualquer aeroporto do mundo e para qualquer voo do aeroporto em tela, recomendo o seguinte site: https://www.expertflyer.com/

Apesar de iluminada e ensolarada, Perth é um destino muito inferior a Sydney ou mesmo Brisbane. Voando na Australia, a Qantas ou a Virgin Austrália têm prêmios mais onerosos que o AAdvantage. Como cidade de chegada, para um acerto no seu fuso biológico, pode ser interessante, mas siga adiante, pois a Austrália é maravilhosa.

Todas as demais rotas aumentam muito o tempo de voo e o prêmio a ser pago.

Se pretende voar de primeira classe, monitore incansavelmente seu voo de dentro da suíte, emitindo com a Qantas FF desde Perth até GRU, mas prepare-se para altas taxas de combustível (YQ) do bilhete.

Adelaide

Se você aprecia bons vinhos, farta disponibilidade de restaurantes gourmet, e calor, esse talvez seja a cereja do bolo. Tome cuidado com vinhos da uva Shiraz, são extremamente encorpados, o que evito. Aqui temos algumas dificuldades adicionais para emissão.

Se optar pelo Victoria TAP, somente a Singapore Airlines voa para Adelaide na Star Alliance, e ela não libera resgates em classe executiva no trecho Europa-Ásia, pois voam somente com o Airbus A380 e o Boeing 77w (cujos assentos em classe executiva são restritos para os membros do programa de milhagens aéreas dela, o Krisflyer). O tempo total de voo, com conexão pela Europa, supera 34 horas. Ir de classe econômica e pagar o prêmio de classe executiva estaria fora de propósito.

Pelo Multiplus Fidelidade, há raras emissões com a Cathay ou Qatar+ British, ou com a Latam a partir de Londres. Os prêmios atingem com facilidade 220.000 pontos em classe executiva ou 60.000 pontos em classe econômica, por trecho.

A emissão com a Qantas faz back track via Sydney, pode permitir stop e ser interessante se busca esse destino. Voa via SCL.

No Amigo Avianca, você pagará dois prêmios, um até Cingapura, e outro até Adelaide. Porém, no primeiro trecho até a Ásia, no momento, somente com a Etiophian Airlines há disponibilidade, e de ADD a Cingapura o voo é terrível!

Outra opção no Amigo Avianca seria pagar dois prêmios, um até Istambul com a Turkish Airlines, e outro até Adelaide com Turkish+Thai+Singapore, ou combinação da primeira com uma das demais.

 

Brisbane

(Pronuncia-se Brisben) encontra-se no Nordeste da Austrália. Cortada pelo rio que deu nome à cidade, nas suas margens estão agradáveis pontos de lazer, bares ótimos etc. A bela cidade é um point no turismo. A cidade é a capital do Estado de Queesland, tendo a 100 km ao sul a Gold Cost. Num subúrbio da Gold Cost temos Surfes Paradise, inclusive palco de corridas da CART no passado, além dos amantes do Surf. Para atingir o destino, você poderá optar por emitir com a LATAM até Sydney ou Melbourne, e, pagando prêmio suplementar com a Qantas ou AAdvantage, chegará até o destino.

Com o Victoria TAP, pode-se emitir passagens-prêmio round trip com a Air Canada, e você ainda pode optar por fazer stop em Toronto ou na encantadora Vancouver, ou com a United Airlines até Chicago (pode optar por stop), de lá a Vancouver, e de lá a Brisbane.

Pelo mesmo prêmio no Victoria TAP, você pode emitir GRU-XXX-BKK-BNE (XXX estando na Europa) com a Thai a partir da Europa, inclusive em First Class onde ela voar, ou GRU-XXX-SIN-BNE (XXX estando na Europa) com a Swiss em classe executiva, ou com a Singapore em classe econômica no trecho Europa-Ásia (o que não vale a pena), e continuando de SIN a BNE com a Singapore em classe executiva.

Amigo Avianca ou LifeMiles requerem dois prêmios, um até América do Norte, e outro até Oceania.

AAdvantage lhe oferece opção de chegar até Brisbane por Los Angeles, e de lá com a Qantas até Brisbane, mas a disponibilidade em classe executiva não é das melhores.

 

Sunshine Cost

Aproximadamente 80 km ao norte de Brisbane esse aeroporto recebe voos sazonais com a Air New Zealand provenientes de Auckland, além de voos nacionais com a Qantas, Jetstar e Virgin Austrália. Air New Zealand não libera emissão com milhas em parceiros em classe executiva, com raríssimas exceções, ocasionais, em rotas com a Ásia.

 

Canberra

A capital da Austrália está ao Sul de Sydney, com seus 400.000 habitantes. Ela vem melhorando com hotéis boutiques mais suntuosos, e aprimorando sua gastronomia. Nada espetacular.

Possui um único voo internacional, conhecido como Capital-Capital, que liga a cidade à Auckland, na Nova Zelândia, com voo da Singapore Airlines desde Singapore num 772-ER na configuração antiga.

Esse voo só tem disponibilidade para emitir com milhas no Amigo Avianca em classe econômica.

O destino tem poucos atrativos.

 

Darwin e Cairns

Essas são as duas últimas cidades com aeroportos internacionais da Austrália. Darwin recebe somente voos da Ásia, Timor Leste, Taipei, Bali e Singapore, com empresas low cost e Cairns tem situação similar, mas ainda tem conexões com Tóquio e Osaka com a Jetsar (low cost) e muitas rotas nas redondezas com a Air Niugini, empresa de bandeira de Papua-Nova Guiné, cujo aeroporto mais importante fica em Port Moresby.

Cairns abriga a proximidade da Grande Barreira de Corais, uma atração espetacular da Austrália.

Por último, atente a isso. A Qantas permite emissão multi-cidades (multicity) no seu programa, e o melhor, a preço ridiculamente baixo.

Deverei em breve emitir bilhete Dubai-Sydney com a Emirates em Primeira Classe, que, se fosse emitido, custaria 144.000 pontos por passageiro. Mas optei por revisitar Sydney, e de lá, em classe econômica, irei a Brisbane, Cairns, Adelaide, e voltarei a Sydney, onde, com a Etihad Airways, irei a Londres, via Abu Dhabi.

Os múltiplos voos intra australianos com a Qantas, quando emitidos em combinação com o bilhete internacional, gera um bilhete multicity acrescentando prêmios baixíssimos, com 5.000 pontos por trecho em voos de até 3h no roteiro.

Outro fato importante é que seu bilhete vincula todos os voos numa única emissão, mas atente que se optar por multicity, as franquias de bagagem seguem a regra do trecho, e não do maior limite gratuito. Mesmo assim, vale a pena.

 

Nova Zelândia

Antes das rotas da Nova Zelândia, gostaria de mostrar que o país não é nada do aclamado e fartamente divulgado na Internet.

Vamos desmistificando muita informação tendenciosa.

A Nova Zelândia é um país bonito? Sim! Mas atenção, MAIS NADA! Vale a pena conhecer? Eu não voltaria de jeito nenhum! Por quê? Veja isto:

Do outro lado do mundo, longe, longe, imagine uma mega fazenda com paisagem bela. Pronto, acabou a Nova Zelândia.

São fazendeiros de hábitos predominantemente diurnos, com atrações interessantes, mas nada esplendoroso, é um país pouco habitado. Venta, venta, venta e venta.

Em Wellington tive que me segurar por duas vezes a postes para não ser derrubado pelo vento. Auckland, conhecida como cidade das velas, tem 1 veleiro para cada 3 habitantes.

“Te Papa Tongarewa” é o museu mais importante, e fica na Capital.

Ao ver sua entrada, você não imagina o medíocre espaço que irá encontrar.

Acredito que uma cidade do porte de Campinas tenha museu com acervo mais interessante. A cultura dos Maoris (povo aborígene que deu origem ao país) é fartamente exposta. Nada de deslumbrante.

 

Você cansará de ler que eles valorizam o ser e não o ter! Pois bem, dito desta forma, fica até bonito, mas ao olhar a Neozelandesa cujo cabelo não contacta um pente há meses, e cujas unhas não são pintadas nem quando Picasso estava vivo, a coisa muda de figura.

Não preciso falar do traje padrão que consiste em blusa de lã com shortinho com as perninhas de fora! Grotesco!

À noite, os restaurantes raramente estão abertos após 10 p.m. e os que se divulgam como estrelados nada mais são que cópias de cardápios muito, muito, manjados! O vinho, apesar de famoso, achei mediano, mas o espumante de uma vinícola gostei.

Bom, mas você ama esportes radicais. Nesse caso, este país é a sua praia. Tem para todos os gostos! Com adrenalina, muita adrenalina e para malucos! Andei de Jet Boat a 95 km/h, e o passeio nada tem de emocionante, mas agrada adolescentes. Não aprecio os pulos em penhasco. Se você gosta, delicie-se.

No seu território, estão 6 milhões de ovelhas e muito gado, quando o país tem 4 milhões de habitantes.

Radar nas estradas, ainda que muito ermas, com pistola de laser, flagra idiotas como eu, que achei que nunca os encontraria.

Todas as estradas têm pista única, com curvas a todo momento, mas bem sinalizadas, sem buracos, mas lentas.

Wellington é a capital mais distante do mundo, a 1.900 km de outra capital.

Compras? Esqueça. A cidade maravilhosa é Queenstown, na Ilha Sul.

Para chegar a Auckland, a emissão com a Latam é a melhor opção, tanto em classe econômica, como em classe executiva. Outra emissão possível seria com o Victoria TAP, ou com o Amigo Avianca, até Perth ,e de lá com a Qantas FF direto a Auckland num A332 com nova configuração, num voo semanal, no sábado num sentido, e no domingo no outro.

 

A Nova Zelândia tem poucos aeroportos internacionais – Auckland (maior e velho) e Wellington, ambos na ilha Norte. Christchurch e Queenstown na Ilha Sul.  Os voos nacionais no pais são operados pela espartana Air New Zealand, onde você opta por água OU café, e um Snack doce OU salgado e nada mais, em aviões A320 ou menores, conforme a rota. A Jetstar também tem voos nacionais.

Emitir voo nacional com milhas não vale a pena, pois são baratos, e você gasta suas milhas desnecessariamente.

Para comprar voos em valor muito promocional, bem mais barato que direto no site da Air New Zealand, vá neste site, que usei e funciona https://grabaseat.co.nz . O seu concorrente para a Jetstar é este http://www.jetstar.com/nz/en/deals

Todos os outros acessos, via Honolulu, Papeete, Los Angeles, Oriente Médio e Europa, aumentam significativamente o tempo de voo rumo a Auckland.

Se pretende voar de primeira classe, a Emirates voa a Auckland e Christchurch, de Melbourne, Brisbane e Sydney. Porém, do Brasil a Dubai, tanto o Victoria TAP como a Quantas não emitem o trecho em primeira classe, e somente o Victoria TAP emite em classe econômica ou classe executiva, mas com prêmio alto. No sentido AKL>GRU, a Emirates disponibiliza todas as emissões possíveis para o programa de passageiro frequente da Qantas.

Acredito que tenhamos um panorama das rotas possíveis.

Sds,

Celso.”

……………………………….

E você, já viajou para a Oceania usando milhas e pontos? Quais rotas e programas de milhagens utilizou? Tem alguma dica adicional para dar?

Agradeço ao Celso pelo guest post, que fecha de forma magnífica o ano de 2017 aqui no MMdM.

Quer aprender mais? Então leia os demais guest posts do Celso:

Aproveito para desejar a todos Boas Festas e um Próspero 2018, com muitas viagens e muitos sonhos sendo realizados, com milhas e pontos, claro!

Créditos das imagens: arquivo pessoal do Celso

  • Dorgival

    Uma aula! Obrigado por compartilhar o conhecimento.

  • NT

    Parabéns pelo post Celso, e obrigado pela resposta ao outro post.
    Eu consegui reservar ida e volta para a Oceania na executiva da LATAM. Sei que não é lá grandes coisas em termos de serviço, mas achei o melhor custo/benefício (tempo de voo, as salas VIP em GRU e SCL e o sistema de climatização do B787) com os pontos que tenho là (os quais pretendo zerar ainda em 2018).
    O voo entre NZ e Austrália eu reservei em econômica pela ANZ por 15.000 milhas do Miles&Smiles da TK, que estavam para vencer hoje. Achei que valeu a pena, pois o preço estava alto.
    Agora estou na contagem regressiva para conhecer a bela fazenda, rs.
    Um abraço a todos e um excelente 2018 repleto de boas viagens!

    • Observando Fato

      NT, Voce irá me agradecer de novo no futuro…. rsrrs Chegando em Auckland, se gosta de doce esta confeitaria é imperdível e nao perde nada as melhores confeitarias francesas, é di-vi-na !!!

      https://www.milse.co.nz/ no retorno me diga. Esta no centro de Auckland no Britomart. O centro de Auckland está em obras, Ter GPS ATUALIZADO NO CARRO é fundamental.

      Se o seu GPS, for GARMIN este site tem mapa free, NAO É PIRATARIA, e funciona muito bem em toda NOVA ZELANDIA, na ilha sul e ilha norte. http://nzopengps.org/

      A Air New Zealand não libera para emissão em parceiros bilhetes em Business. Na epoca paguei 20.000 pp na LAN em business, no trecho inverso.

      Queenstown é destino imperdível! se for coma o melhor hamburger do mundo (loja sempre com filas imensas, mas vale a pena)—- Fergburger,42 Shotover St,

      burguer de cordeiro,veado……,até 5 am.

      O país foi colonia britanica e o habito do chá das 5 é muito comum. Se aprecia o do Sofitel Auckland é delicioso e pode ser reservado por nao hospedes.

      Atente aos habitos diurnos do povo.

      Boa viagem.

      • NT

        Maravilha Celso, obrigado pelas dicas! 😃

        Eu optei em ir para a NZ para conhecer as belas paisagens, mas também adoro conhecer os destaques da culinária local.

        As cidades que pretendo conhecer sâo: Auckland, Wellington, Queenstown e Chrischurch. Como terei apenas 14 dias lá, toda a dica que tiver será muito útil.

        Abraço e feliz 2018!

        • Observando Fato

          Chrischurch tem o Museu da Antartica e terremotos frequentes. Se aprecia terremotos foi boa opcao. rsrsrsrs . Destino bem, bem fraco. Wellington outro destino bem fraco e que venta um barbaridade o ano todo. Se for com sua mulher, vera uma freira pois lenco na cabeca e obrigatorio. Se ainda for possivel aumente seu tempo em Queenstown e Auckland. O passeio do Transalpine e bonito, mas muito inferior ao do Rocky Mountineer no Canada e do Bernina Express na Suica. Veja neste post outras dicas que dei a outros foristas. Ir a Milford Sound e no caminho parar em Te Anau e assistir o filme no cinema local sobre o Fiorde vale muito a pena. Procure na net informacoes. Em Te Anau, ultima cidade com combustivel ate o Fiorde tem um restaurante super concorrido que vale a pena http://www.theredcliff.co.nz/ RESERVA OBRIGATORIA. Aproveite.

    • Guilherme

      Muito bom, NT!

      Esse post do Celso me incentivou a querer conhecer essa parte da Oceania, a Austrália e a grande fazend…. quero dizer, a Nova Zelândia…..rsrsrsr

  • Guilherme

    Ótimo post! Informações mt úteis!
    Desculpe a ignorância, mas oq significa o XXX nesse trecho?

    “Pelo mesmo prêmio no Victoria TAP, você pode emitir GRU-XXX-BKK-BNE (XXX estando na Europa) com a Thai a partir da Europa, inclusive em First Class onde ela voar, ou GRU-XXX-SIN-BNE (XXX estando na Europa) “

    • Guilherme

      Significa o aeroporto na Europa que faz a conexão com BKK ou SIN. Pode ser qualquer aeroporto da Europa servido por essas cias. aéreas. P.ex., CDG (Paris), LHR (Londres), FRA (Frankfurt) etc.

  • Guilherme

    Achei um incrível coincidência o que aconteceu agora há pouco, e resolvi partilhar aqui.

    Estou lendo um livro fascinante chamado “Sapiens”, que traça uma breve história da humanidade, e, ao ler o trecho abaixo, não pude não associá-lo a um trecho escrito pelo Celso. Segue o trecho:

    “Que generalizações podemos fazer sobre a vida no mundo pré-agrícola, então? Parece seguro afirmar que a grande maioria das pessoas vivia em pequenos bandos compostos de várias dezenas, ou, no máximo, várias centenas de indivíduos e que todos esses indivíduos eram humanos. É importante observar esse último aspecto, porque está longe de ser óbvio. A maioria das sociedades agrícolas e industriais são animais domesticados. Hoje, a sociedade chamada Nova Zelândia é composta de 4,5 milhões de sapiens e 50 milhões de ovelhas” (p. 54-55). 😀

    • Observando Fato

      50 milhoes de ovelhas, essa eu nao sabia, mas que nunca vi tanta ovelha junta isso posso garantir! Quando sai de lá eram 6 milhoes, a fila andou rápido hein……………rsrsrsrss

      • Guilherme

        rsrsrsrsrsrsrsrsrs……

  • GILMAR

    A Biblia. parabéns.

  • Jose Carlos

    Poste muito bom, detalhado em riquezas de informações. Só discordo quanto a avaliação da Nova Zelândia (conheço quase toda Europa, Ásia, muito bem Eua e Canadá, além America do sul) e posso falar que a Nova Zelândia é o país mais belo que visitei. Gostei do povo, das cidades, hotéis. Já fui 2 vezes, na primeira fiquei 20 dias e na segunda 12 dias e quero voltar pelo menos mais 1 vez. Acredito que você não tenha ido a uma época boa, ou deu azar. É a primeira pessoa que conheço que não gostou de Nova Zelândia. Do resto, parabéns pelo vasto conhecimento pra chegar a Oceania, destino difícil para americanos, brasileiros e europeus

    • Observando Fato

      José Carlos,

      Feliz 2018.

      A avaliação da Nova Zelândia segundo meus valores (não aprecio esporte radicais, gosto de cozinha gourmet, hospedagem com serviços de excelência,
      etc.) dista da maioria das avaliações da net, reconheço. Entretanto, tenho 50 anos e muitos dos viajantes ao destino são mais jovens (outros valores em
      mente) e menos experientes. A Nova Zelândia não é nem de longe o país mais belo que visitei, e a própria British Columbia e mesmo Alberta, na região da
      Icefields Parkway (Jasper, Lake Loise, etc) é extremamente mais bonita e incomparavelmente mais exuberante. O povo NZ é feio, brega, as mulheres pançudas
      bem diferentes das francesas, as cidades não têm grandes atrativos, exceto Queenstown, e quanto aos hotéis fiquei no Sofitel em Auckland, Wellington e Queenstown,
      são ótimos mas não deslumbrantes. O de Queenstown merece destaque Fui e voltaria somente a Queenstown. A ilha Sul é muito mais bonita que a Norte. Fui
      no Natal e assisti um show no deprimente Observatório de Auckland-= The Christmas on the Sky, inclusive minha esposa dormiu te tão entediante. Dias depois no Observatório
      de Los Angeles, o do filme LA LA LAND, assistimos 2 filmes 3 D que minha mulher fala até hoje. Fui comer no The French Café, eleito pelo Trip Advisor o 19º
      melhor restaurante do mundo (acho que quem votou foram os donos! – 400 NZD o casal por um menu degustação que de criativo não tinha nada, só receita copiada
      e particularmente conheço uns 50 restaurantes melhores no mundo). Concordo que seja uma das primeiras pessoas que que não gostou de Nova Zelândia, pois na net
      ela é tida como a última rosquinha do saquinho. Talvez você pudesse falar mais do que lhe encanta para dar ao leitor elementos para avaliar o destino com posições
      totalmente antagônicas, mas igualmente válidas, permitindo ao leitor por ou não o destino numa wait list.

      Sds,

      Celso.

      • Jose Torrejais

        Celso, Feliz ano novo para você também. No momento estou em Sydney, após ter passado 12 dias na Nova zelândia e mais 8 dias na Austrália (Tasmânia, Gold Coast e Cairns). Na minha primeira viagem, acabei ficando mais na ilha norte, e não tinha conhecido tudo da ilha sul. Eu imaginava o seu perfil de viagem, quando não gostou da Nova Zelândia. E realmente reconheço, que esse país não atende ao seu perfil de viajante. Eu tenho hoje 34 anos, minha primeira viagem ao país foi com 32 anos, e já reconheço que o ideal seria ter ido entre 18-24 anos. É um país para turista perfil mochileiro, que não procura luxo, conforto, bons restaurantes ou museus, mas apenas um país com belas naturais únicas. Você tem que gostar de fazer muito trekking, pois a maior parte das belezas requer trekkings (alguns curtos de 30 min a 2-3 horas), podendo ser de dia inteiro (Tongariro National Park, que acredito que você não tenha feito, é a trilha mais importante do país, 6-8 horas, média/alta dificuldade), ou de 3-7 dias, tendo que acompanhar no trajeto (Tongariro tem trilhas maiores, Região Milford Sounds também tem trilhas de 3-7 dias). É possível fazer uma viagem com conforto mediano, sem muito luxo, sem fazer trilhas além de 1 dia, e ver belezas esplendorosas, mas a maioria requer um pouco mais de sacrifício. Alguns passeios que não sei se você fez, mas que não requer muito esforço fisico: cruzeiro Milford Sounds, cruzeiro Doubtful sounds, passeio de helicóptero na região dos glaciares com direito a trekking glaciar, cidade de queenstown acredito que não precisa falar nada, mesmo para quem não vai praticar esportes radicais, tem belezas espetaculares. Passeios de trens cênicos (Tranzalpine, Coastal Pacific, Taieri Gorge Railway) na ilha sul. Na ilha norte, conhecer a região Rotorua (região lagos, fontes termais,geiser). O país tem uma natureza muito rica (glaciares, fiordes, vulcões ativos e inativos que podem ser visitados, lagos, montanhas, praias, regiões termais, entre outras, o que o torna um bom destino para quem gosta desse tipo de viagem. Conheço a região que você menciona do canadá, estive lá esse ano, apesar de muito belo, pela conjunto ainda fico com a Nova Zelândia, apesar que o Canadá é muito belo e tem mais infra-estrutura). Particularmente, eu gostei do estilo de vida nova zelândia, não apegado as coisas materiais, valorizando a vida que é curta, e não se importando com a opinião alheia. Não vi ninguém com mau cheiro na Nova zelândia, diferente da França, que no verão, muitas mulheres e homens não tomam banho, e haja perfume para disfarçar o cheiro. Resumo da ópera: Nova Zelândia é de perfil jovem ou de pessoas mais maduras, mas que apreciam muito a natureza e gostam de fazer trekking (a quantidade de pessoas meia idade/idosos que visita o país me surpreendeu, pensei que era basicamente jovens, mas tive a impressão de ser 60% jovens no máximo).

        Só um ponto quanto as emissões que gostaria de dar um “dica”: ao invés de fazer Brasil-Oceania “direto”, SE for usar milhas TAP, faça Brasil-EUA ou Canada (90.000 pontos ida e volta em executiva) e EUA/Canada-Oceania por 130.000 pontos. Irá ficar mais barato (220.000 pontos ao todo, contra 245.000 se emitir “direto”), MUITO MAIS FÁCIL ACHAR DISPONIBILIDADE, e poderá conhecer mais de um país, a depender do seu tempo disponível de viagem… Se o tempo de férias for contado, não pense 2 vezes, e emita pela LATAM/Qantas via Santiago, que será a Rota mais rápida…
        Lembre que a TAP permite sair de uma cidade e chegar por outra, um stopover e open jaw, Então a depender do tempo, você pode emitir a seguinte passagem:
        GRU-Toronto
        Toronto-Calgary. Open jaw
        Las vegas-Houston-GIG. Ainda sobram 2 segmentos, que se não morar em GRU/GIG pode incluir com a Avianca Brasil

        Vancouver-San Francisco-AKL
        AKL-MEL (econômica, ja que a Air new zealand não libera executiva parceiras). open jaw
        SYD-Los angeles-Las vegas

        Os trechos Calgary-vancouver e MEL-SYD pode comprar dinheiro ou usar outra forma de emissão… Também pode não usar open jaw se estiver com pouco tempo. Importante rota via EUA/CANADA é que aumenta as chances de emitir e ainda pode conhecer mais lugares, pagando menos…

        • Observando Fato

          Jose Torrejais,
          Quero iniciar com uma contribuição imperdível na sua viagem. Se você esta em Sydney existe uma padaria IMPERDIVEL! Apesar do prato típico da Australia ser Fries and Fish, o habito de comer Pies ( Tortas, um pouco maiores que a nossa empada) no café da manha e comum. Essa talvez seja uma das melhores padarias que comi na vida. Talvez Belchior tenha composto ~ Tudo e divino, e maravilhoso~ após ter comido la! O site e este http://infinitybakery.com.au/ , eles tem loja também na praia de Manly. Se optar por Darlinghurst, não coloque no seu GPS Sydney como cidade, pois há rua homônima. Cidade=Darlinghurst. O Croissant de Amendoa com recheio com creme de Damasco CONSISTE NUMA IGUARIA! A PIE com cotons de chicken e outro atentado! Os paninis uma loucura. Excelente relação custo beneficio, foge do circuito turistao e tem estacionamento fácil na rua.
          Sobre seus comentários,
          A NZ não atende meu perfil de viajante. Como você muito bem definiu trata-se de país para turista perfil mochileiro, que não procura luxo, conforto, bons restaurantes ou museus, mas apenas um país com belas naturais únicas, ou seja, uma grande e bela fazenda!!!! Fiz trekking no Tongariro National Park a bordo do A 320 da Air New Zeland. De Queenstown de carro fui ao Milford Sounds e na volta tomei uma multa bem gostosa as 8.30 pm por excesso de velocidade rsrsrsrs. O Fiord tem beleza, mas esplendorosos são os da Noruega. O dito cruzeiro no Milford Sounds pode ser um passeio mais curto no tempo de barco ou incluir um pernoite com comida do tipo mata fome….. , O passeio de helicóptero na região dos glaciares descartei pois seria num Helicoptero pequeno e tenho aversão a risco. Bolsa so a da minha mulher! Queenstown você disse tudo. Passeios de trens cênicos fiz o Tranzalpine e no meu vagao com ar condicionado central tivemos o prazer de conviver com porcos da India em família. Tivemos que sair e ir ao vagao observatório tamanho o odor desses porcos! A beleza natural e inegável, mas conheço vários países que superam EM MUITO a NZ como exemplo o Canada, que tem infraestrutura que a NZ não dispõe. Nos diferimos sobre a avaliação da região do Canadá que estive lá esse ano. Particularmente, voce gosteou do estilo de vida nova Zelândia e eu do Canada, que também não são apegados as coisas materiais, valorizando a vida que é curta, e não se importando com a opinião alheia. Não vi ninguém com mau cheiro na Nova zelândia, diferente da França, que no verão, muitas mulheres e homens não tomam banho, e haja perfume para disfarçar o cheiro. A Franca não os porcos Parisienses! Na Riviera Francesa não existe isso, nos Alpes também não. Resumo da ópera: Nova Zelândia é de perfil jovem ou de pessoas mais maduras, mas que apreciam muito a natureza e gostam de fazer trekking (a quantidade de pessoas meia idade/idosos que visita o país me surpreendeu, pensei que era basicamente jovens, mas tive a impressão de ser 60% jovens no máximo). CONCORDO TOTALMENTE.
          Voce continuo dizendo: ~Só um ponto quanto as emissões que gostaria de dar um “dica”: ao invés de fazer Brasil-Oceania “direto”, SE for usar milhas TAP, faça Brasil-EUA ou Canada (90.000 pontos ida e volta em executiva) e EUA/Canada-Oceania por 130.000 pontos. Irá ficar mais barato (220.000 pontos ao todo, contra 245.000 se emitir “direto”), MUITO MAIS FÁCIL ACHAR DISPONIBILIDADE, e poderá conhecer mais de um país, a depender do seu tempo disponível de viagem… Se o tempo de férias for contado, não pense 2 vezes, e emita pela LATAM/Qantas via Santiago, que será a Rota mais rápida…
          Lembre que a TAP permite sair de uma cidade e chegar por outra, um stopover e open jaw, Então a depender do tempo, você pode emitir a seguinte passagem:
          GRU-Toronto
          Toronto-Calgary. Open jaw
          Las vegas-Houston-GIG. Ainda sobram 2 segmentos, que se não morar em GRU/GIG pode incluir com a Avianca Brasil
          Vancouver-San Francisco-AKL
          AKL-MEL (econômica, ja que a Air new zealand não libera executiva parceiras). open jaw
          SYD-Los angeles-Las vegas
          Os trechos Calgary-vancouver e MEL-SYD pode comprar dinheiro ou usar outra forma de emissão… Também pode não usar open jaw se estiver com pouco tempo. Importante rota via EUA/CANADA é que aumenta as chances de emitir e ainda pode conhecer mais lugares, pagando menos…~

          Sua sugestão merece alguns reparos,

          1- A Oceania e tao bela que dividir seu tempo de viagem com a America do Norte parece-me uma maldade, exceto para viagens superiores a 30 dias vejo como péssima opção,
          2- Com relação a disponibilidade ser muito mais fácil (suponho que esteja falando de executiva), somente se isso mudou, pois a AIR CANADA disponibilizava assentos somente no voo de 3@ ou 4@ eventualmente, no máximo ate Vancouver. O trecho transpacifico não disponibilizam SYD, BNE ou MEL. No resto sera ir de UNITED que ao solicitar um drink aquela comissária cavala depois de meia hora ~HERE~! No ultimo voo Houston-Chicago que pegamos num 752 a comida estava tao deliciosa que ao descer do avião fomos a um SUBWAY! ( imagina na econômica!), No ultimo LAX-NYC o padrão lixo era o mesmo (POLARIS). Off topic fico pensando como estaria a Delta e a American com aquelas sucatas voadoras!
          3- A emissão que citou tem permissão na TAP. No bilhete round TRIP, permite-se UM STOP OVER, na ida ou na volta E UM OPEN JAW COM NO MAXIMO 6 SEGMENTOS. Portanto, se o bilhete for round trip A ORIGEM E O DESTINO DEVEM OBRIGATORIAMENTE ESTAR NA MESMA REGIAO, não sendo obrigatório ser na mesma cidade. No stop over você pode montar um SIDE STEP, mas com outra emissão e premio. Na sua proposta por menos 25.000 milhas você aceita voar do outro lado do mundo com a UNITED. Agradeco, mas passo. Prefiro pagar 11% mais e ter atendimento compatível com Businness. Ate a LATAO E MELHOR QUE A UNITED!
          4- Conhecer mais lugares pagando menos, poderia ser melhor expresso como ver mais lugares conhecendo menos e se cansando mais.

          De qualquer modo aproveite a dica que lhe dei que se lhe agradar ficarei feliz. Feliz 2018!

          sds
          Celso

          • Jose Torrejais

            Agradeço a dica e mais tarde irei conhecer o local. Quanto a rota que descrevi nunca fiz, mas já voei AirCanada do Brasil ao Canadá e não tenho críticas a empresa. Não sabia da dificuldade de emissão AirCanada para Oceania. Só voei uma vez United e também não gostei. Tem a opção de voar via Ásia dos EUA, aumentando em 15.000 pontos, ainda assim ficando mais barato, e tendo ampla disponibilidade com Cathay, Thai e Asiana. Problema também é que a rota fica muito longa e requer muito tempo de viagem (Nunca fiz, mas pode servir para alguém, que pode ficar por 60 dias sem problema). Hoje, eu acabo dando preferência para voar mais rápido (LATAM), ou com bastante conforto e requinte (Qatar), porém está impossível sair do Brasil pela Qatar rumo a Australia (voltaram a ter disponibilidade na volta). É uma mega volta, e precisa ter bastante tempo para fazer valer a pena, via Perth, considero a melhor opção ir de Qatar (já fiz a rota com eles), agora via Sydney/Melbourne, a rota é muito longa, mas para quem não conhece a empresa, vale o esforço. Já voei com eles mais de 14 vezes, é a minha preferida, mas para Australia, hoje tenho deixado em 2 plano. Apesar serviço mediano/ruim LATAM, o fato de ser bem rápido acaba pesando no final. Só outro adendo, eu sei que a qantas não libera quase nada de executiva, PORÉM, não sei o porque, mas tem assento na rota SYD-SCL-SYD na executiva, tem que ligar na LATAM e pedir pelo vôo CODESHARE LA 807 OU LA 806. É o voo da Qantas, apesar de não liberar pela qantas “diretamente”, ele libera via CODESHARE com a LATAM.. Muito doido, mas tente ao ligar na central LATAM e verá que tem uma disponibilidade razoável

            • Observando Fato

              Jose, Cathay e One World nao sendo possivel emitir com pontos TAP. Air Canada e excelente! inclusive os Lounges no Pearsons e Vancouver. Qatar tem o melhor catering no momento, inclusive superior ao da Emirates. Nunca viajei na Businness da Emirates, mas a da Qatar ja e melhor que muita First. O mercado de Sydney tem varios restaurantes onde peixes e crustaceos deliciosos sao servidos e se for a Blue Mountain na loja principal eles vendem Torrones de Macadamia que sao oferecidos na First Class da Emirates. Se comer um nunca mais esquece. O mega zoologico de Sydney e atracao imperdivel. Depois me fale da padaria. sds, Celso.

  • Leandro

    Feliz Ano Novo a todos! Claramente o Celso possui um ótimo relato do ponto de vista aéreo e turístico. Tenho um perfil diferente do dele e por isso compreendo as recomendações. Estive por 40 dias na Australia e 20 na Nova Zelândia. Os dois países possuem grande beleza natural, eu particularmente preferi a NZ e a indico a todos pois é impressionante. A Australia possui mais conforto( restaurantes, hotéis, teatro, shows, exposições…) que a NZ então vá preparado para o que ira encontrar pois vale muito a pena conhecer os dois países!

    Sobre a parte das passagens uma dica. Vi que no Smiles a Qatar tinha liberado varias assentos e varias trechos. Eu consegui achar disponibilidade de Doha x Syd em primeira classe por 140.000 pontos, este e um vou de quase 12h e pelos valores do smiles considero uma relação preço/ serviço boa. Existem passagens em econômica também. Por exemplo CDG x SYD por 75k. e varias outras possibilidades!

    abraço.

  • Matheus Satler

    Excelente matéria!

  • Rafael

    Mais um ótimo post …. gostei muito da crítica sobre a NZ não ser tão adequada a um determinado perfil. Acho que é o meu caso.
    Bom, mesmo assim, ainda pretendo passar uns poucos dias lá, pelo que percebi, a indicação para uma única cidade na NZ seria Queenstown, correto?

    Gostei tb da sugestão nos comentários de ir da TAP via EUA, pois tenho bastante milhas no Victória.
    Pensei no trecho BR-EUA-BR: CWB-GRU-YYZ-YVR (open jaw) / DEN-IAH-GRU-CWB
    e EUA-Oceania-EUA: YVR-SYD(stop)-ZQN (open jaw) / MEL-LAX-DEN (ZQN-MEL teria que comprar ou emitir com milhas em separado)

    Tudo em executiva. O que acham ?

    • Observando Fato

      Queenstown e muito interessante, MUITO!
      SE FOR EMITIR TAP, o trecho em executiva nao tem disponibilidade no transpacifico e Air New Zealand nao libera emissao em business para parceiros. Sua melhor opcao seria com a South African CWB-GRU-JNB-PER round trip e emitir em economica separado round trip PER-AKL-ZQN. (PER>AKL direto sao 6.30 h de voo).

      Se for a Queenston visite essa vinicola, marque um jantar degustacao e saborei um bom espumante, eu gostei muito https://amisfield.co.nz/ . De um modo geral fuja de vinhos da uva Shiraz, cujo tanino excessivo no cultivo ao sol tornam a bebida imensamente encorpada.

      Boa viagem.

      sds,

      Celso.

      • Rafael

        Só pq vc falou, agora eu vou ter que tomar um Shiraz, nem que seja só pra provar … hehe
        Mas o meu negócio mesmo são cervejas especiais … inclusive aceito recomendações de lugares para comprar cervejas artesanais locais.

        Quanto ao trecho transpacifico eu penso em emitir com a Air Canada.

        • Observando Fato

          Se aprecia microcervejarias o Canadá francofono tem inumeras. A linda e romantica cidade de Quebec abriga varias delas.
          Minha esposa gosta de degustar vinho. Eu prefiro algo com menor teor alcoolico. Aqui, http://www.alehouse.co.nz/funnel# esta seu pedido onde tambem há petiscos gostosos. Verifique o horario de funcionamento.
          O trecho transpacifico com a Air Canada tem disponibilidade muito diminuída e nao raro inexistente. No voo AC 33 YYZ-YVR-SYD nunca liberam disponibilidade em C a partir de Toronto. So ha disponibilidade e raríssima a partir de Vancouver.

          sds

          Celso

          • Rafael

            Que pena, achei que a disponibilidade YVR-SYD seria boa.
            Vou ter que pensar em outra estratégia, mas valeu pelas dicas.

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