Lamentável: LATAM cobrando Espaço+ em todas as 7 primeiras filas do A350 :-(

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Sim, é a LATAM aprontando mais uma.

Segue notícia do Albino:

“Amigo, você já viu q a LATAM está cobrando Espaço+ em todas as 7 primeiras filas do A350?

Eu sabia que eles cobravam no bulkhead saída de emergência, mas as primeiras filas pra mim é novidade.

Procurei nas avaliações na internet e só falam de Espaço+ no bulkhead ou nas saídas de emergência…”

O preço: a bagatela de R$ 155,25 por assento, por pessoa”.

Segue a imagem:

LATAM Cobranca

Conclusão

É a LATAM sendo a LATAM. Além de ser reconhecida pelos péssimos serviços, agora resolveu ampliar a cobrança dos assentos Espaço+.

3 ou 4 fileiras, tudo bem, mas… SETE?

Sete fileiras, com 9 assentos cada fileira, dão 63 assentos. Multiplicados por R$ 155,25, dão R$ 9.780,75 pra cia. aérea. 10k.

É por essas e outras que eu prefiro manter distância dessa cia. aérea.

Agradeço ao Chief pelo envio da dica!

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  • Gabriel

    Em alguns aviões da LATAM (B787 e A350) já existe o espaço mais nas primeiras 7 filas. Ele tem muito mais espaço (equivalente à Premium Economy dos A32x) e tem inclusive descanço para pés nos B787 que eu vi. São as fileiras que a cor é verde nestes novos aviões (diferente do restante que é vermelho e azul).

    Qual a diferença entre 3-4 fileiras e 7? Não entendi porque isto é lamentável? Eu não usei mas vi nos B787 e é realmente um produto diferente do restante da classe economica. É mais um produto que eles oferecem, eu não vejo nenhum problema nisso. E várias outras empresas estrangeiras tem algum produto similar, não é nenhuma novidade.

    Aqui há mais informações sobre a disposição na cabine: https://www.latam.com/pt_br/planeje-e-compre/inclua-mais-servicos/espaco.

    • Carlos

      Também não entendi a bronca, Guilherme. Se os assentos realmente possuem mais espaço, qual o problema em cobrar por isso? A Latam resolveu ampliar a cobrança dos assentos Espaço+ ou resolveu ampliar a quantidade de assentos Espaço+? Se diminuísse a quantidade de assentos Espaço+, seria motivo de elogio? Ou os assentos são iguais aos outros mas a classificação é que mudou?

      • Albino

        Eu ainda não viajei nem no B787 nem no A350 da Latam, porém em todos os lugares que pesquisei na internet, seja reviews ou nos mapas de assentos, dentre eles o oficial do próprio site da Latam (https://www.latam.com/pt_br/conheca-nos/sobre-nos/nossa-frota/A350/), não consta diferenciação dos assentos da classe econômica, exceto os das primeiras fileiras de cada seção, que são os bulkheads ou as saídas de emergência.

        Por isso que estranhei o fato da Latam estar cobrando, a meu ver, apenas por serem as primeiras fileiras.

        Enfim, este mês estarei verificando in-loco se estas 7 primeiras fileiras possuem ou não mais espaço do que as demais. Avisarei aqui.

        • Phillip

          E aí, Albino! Verificou se as 7 primeiras fileiras no A350 da Latam realmente possuem mais espaço por serem premium economy? Vale o preço cobrado?

  • Thiago

    Livelo lançou clube de 20k/mês por 649,90 – http://www.pontoslivelo.com.br/livelo/alivelo/junte-pontos/clube-livelo

    • Carlos

      Teoricamente é uma opção interessante, mas não entendi a lógica de precificação. No Clube 500, 1k milhas saem a R$ 30,92; no Clube 1200, R$ 23,47; no Clube 3000, R$ 26,64; no Clube 7000, R$ 23,99; e agora no Clube 20000, R$ 32,50.
      Normalmente, é interesse do vendedor empurrar a maior quantidade de produto possível e, para isso, costuma diminuir os valores para quantidades maiores, de forma a atrair mais clientes. Qual a lógica de aumentarem o valor para o clube mais caro? Se lançarem o Clube 30000, vão cobrar R$ 37,50 por cada 1k milhas?
      De qualquer forma, o valor da milha ainda sai mais barato do que nas melhores promoções do Livelo, então não é de todo mal negócio. Mas isto está me cheirando a reajustes em breve.

      • Andre Araujo

        Carlos, a questão de não ser mais caro que as promoções do Livelo é relativa… eu assino o plano 7.000, migrar para o plano 20.000 significaria pagar R$ 5.400 a mais (arredondando) para ganhar 140.000 milhas a mais, o que daria um custo de R$ 38,57 o lote de mil milhas. Obviamente, quem entra no plano 20.000 vai poder comprar as milhas nas promoções, além de receber milhas mensalmente… mas aí vai da necessidade de cada um de acumular milhas. Para quem precisa de uma quantidade boa de milhas, pode ser uma opção.

        O que me preocupa mesmo é essa enxurrada de milhas, que fatalmente no futuro vai levar a (mais) um reajuste na quantidade de milhas necessárias para a emissão de passagens…

        • Henrique

          “O que me preocupa mesmo é essa enxurrada de milhas, que fatalmente no futuro vai levar a (mais) um reajuste na quantidade de milhas necessárias para a emissão de passagens…”

          Exatamente minha preocupação.

          Isso sem cotar a cotação dos pontos+dinheiro que não para de subir.

        • Carlos

          André, não entendi suas contas, qual foi a matemática para chegar neste valor mais alto de R$ 38,57?
          Eu também assino o Clube 7000 e até teria interesse no Clube 20000, mas com esse aumento significativo do custo das milhas, prefiro esperar mais 70 dias e comprar novamente um lote promocional de milhas a 1k/R$ 35. Estou planejando uma viagem em família que vou precisar de 500k no Livelo e bônus de 100% na Tap.
          Sobre a enxurrada de milhas, entendo a preocupação mas discordo da conclusão. O Livelo vai provocar reajustes nas tabelas de todos os parceiros (Multiplus, Smiles, Tudo Azul, Amigo e Victoria)? Acharia mais provável limitarem as promoções de bônus de transferência dos pontos Livelo, já que está competindo diretamente com os pontos vendidos por Multiplus, Smiles e Azul. Mas ainda assim teria dúvida se iriam recusar os lucros que teriam com estas altas transferências.
          Pior vai ser para os cartões concorrentes. Talvez vejamos o surgimentos de Clubes Itaú, Santander, Porto Seguro…

          • Andre Araujo

            Carlos, a conta que eu fiz foi a seguinte:

            Acúmulo em 12 meses no Plano 7.000 – 100.000 pontos (12 x 7 + 2 x 8)
            Acúmulo em 12 meses no Plano 20.000 – 2400.000 pontos (12 x 20)
            Diferença: 140 mil pontos

            Custo em 12 meses no Plano 7.000 – R$ 2.388 (12 x 199)
            Custo em 12 meses no Plano 20.000 – R$ 7.800 (12 x 650)
            Diferença: R$ 5.412

            Custo das milhas “adicionais” na mudança de plano: 5412/140 = R$ 38,66

            Em relação a questão do reajuste, vamos lá:

            Os programas de milhagem possuem quatro formas de ajustar a curva de oferta x demanda de passagens aéreas: (i) promoção na transferência de pontos do cartão, (ii) promoção na emissão das passagens, estilo “Essa é pra Voar”, (iii) alterações na tabela de emissão e (iv) maior/menor disponibilidade de trechos aéreos.

            No caso das transferências do cartão, imagino que o custo para a compra de milhas das companhias aéreas seja o mesmo para todos os programas (Livelo, Sempre Presente, Membership Rewards etc.). Neste caso, não faria sentido limitar as promoções de bônus de transferência somente para o Livelo, pois na prática para um Smiles, Multiplus e outros, seria indiferente a origem dos pontos. O que pode acontecer é uma redução em eventuais promoções específicas para o Livelo (para as quais imagino que aconteçam negociações específicas entre Livelo e os programas de milhagem), mas promoção de transferência de 50% (por exemplo), continuarão ocorrendo.

            Eu apostaria no aumento da tabela de emissão, com mais promoções na emissão de passagens para corrigir eventuais distorções nos valores das passagens. A própria Smiles já utilizou deste artifício quando aumentou a tabela seguidas vezes e utilizava os “365 motivos” para fazer as adequações necessárias.

            Um abraço,

  • Andre Araujo

    Apenas complementando… vale lembrar que a grande maioria das milhas gastas com passagens aéreas são gastas com Gol, TAM, Azul e Avianca e, consequentemente, os maiores reajustes seriam nos trechos nacionais.

    • Carlos

      Obrigado, agora entendi sua conta e me confirmou o que eu suspeitava, que não vale a pena trocar o plano 7000 pelo 20000. Ainda sairia mais barato comprar as milhas nas promoções com desconto de 50%.
      Eu não discordo desta sua última análise, mas ainda acho que uma única empresa levar à desvalorização dos quatro programas nacionais significaria que ela estaria com ampla dominância do mercado de milhas e em condições de quase ditar o funcionamento do mesmo, acho que o Livelo ainda está longe disso. Entretanto, acho esta jogada da empresa extremamente inteligente: por que deixar que apenas as empresas aéreas e suas subsidiárias de milhas sejam as únicas a lucrarem com o comércio de milhas? Eu posso entrar negócio também e conseguir uma boa fatia do lucro. Se eu fosse as companhias aéreas, teria uma relação de amor/ódio extremo com o Livelo, por me dar lucro com as transferências da milhas mas roubar meu lucro na venda direta delas, que também é uma parte importante.
      Por coincidência, o TPG publicou semana passada uma postagem sobre o assunto que achei bem interessante: https://thepointsguy.com/2017/03/do-loyalty-programs-make-money/
      E a análise mais completa da Bloomberg: https://www.bloomberg.com/news/articles/2017-03-31/airlines-make-more-money-selling-miles-than-seats
      Outro ponto interessante, que eu já havia lido mas não lembrava a fonte, é a informação que o Citi pagou um adiantamento de um bilhão de dólares (!) à American Airlines na compra de milhas, tendo sido fundamental na recuperação judicial da empresa. Talvez o Livelo possa assumir uma posição destas no mercado brasileiro, ao fazer uma série de lotes de aquisições de milhas das companhias brasileiras e, consequentemente, aumentar cada vez mais a venda de seus próprios pontos.

  • Thiago

    Avianca BR começou a vender passagens para Miami, a partir de 30k econômica e 70k executiva, considerando os bônus da Avianca é um bom preço.

  • Alberto

    Bom, agora que tem um post específico para o Clube Livelo, e só para deixar registrado, eu também não estou gostando nada da LATAM cobrar o preço de VÁRIAS REFEIÇÕES para ganhar alguns centímetros, ou caso queira viajar numa fileira interessante. O custo-benefício é hediondo.
    Veja a conta dos milheiros e viajantes lúcidos, que são o público aqui: viajaríamos de graça (com milhas merecidas, diga-se de passagem), ou pagando o preço normal da econômica – mas, se quiséssemos um assento razoável, pagaríamos R$ 621 caso viajemos com o cônjuge e dois filhos – com o mesmo serviço e benefícios da fileira logo atrás.
    O mais estranho é que tenho notado, no momento das reservas, que os assentos Espaço+, Gol Conforto, etc., são os últimos a serem reservados, sempre. Se esses assentos são micados, porque ampliar a quantidade?
    Só para aumentar a receita, sem considerar o interesse do público viajante.
    Essa decisão deve ter sido polêmica até mesmo lá nas reuniões internas em Santiago, e aqui, não vejo como ser defendida.

  • Vivian

    Gente, alguém descobriu se tem mesmo mais espaço nas 7 primeiras fileiras?

    Obrigada!

  • Thiago Ramos

    Eles tiraram uma fileira de assentos pra aumentar o espaço desses 63 assentos. Acha que eles dariam de graça? Nenhuma dá, não seria a LATAM a primeira, né? Como comparação, os 3 primeiros A350 (PR-XTA, XTB e XTC) tem 318 assentos na economy e 30 na Business Premium. Os outros, arrendados pela QATAR até o ano que vém já tem uma configuração diferente, 246 na economy, 63 na economy premium (dai sim, erradissimo nomear assim, uma vez que a largura dos assentos é a mesma, aumentando uns 5cm nas pernas) e mantendo as 30 na Business. Não tem jeito, né? Se fossem 9 assentos a mais na economica a sei lá, uns 1000 reais cada, seriam os mesmos 9000. Então é uma opção a mais que eles estão dando e por esse preço, honestissimo, paga quem quer.

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