[Horroroso] Mudan?as inacredit?veis na LATAM Pass chilena: alcan?ar o n?vel Black Signature exigir? gastos em passagens a?reas acima de R$ 100 mil reais por ano (USD 32 mil)!

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Como todos sabemos, o programa de milhagens LATAM Fidelidade ir? passar por mudan?as para pior, conforme anunciamos aqui.

O LATAM Pass chileno j? anunciou as novidades em seu site, e, se o LATAM brasileiro seguir o mesmo modelo (que tem 99,9% de chances de ocorrer), preparem os bolsos: alcan?ar a categoria elite m?xima exigir? um gasto anual (em reais) em passagens a?reas de seis d?gitos!

Para alcan?ar as categorias elite, ser? exigido dos clientes basicamente o mesmo que as cias. americanas est?o adotando: gastar mais dinheiro. ? o famigerado modelo “revenue-based”, adotado agora oficialmente pela LATAM Pass chilena:

latam-pass-ch-1

Para ser Black Signature, o sujeito vai ter que gastar no m?nimo 32 mil d?lares anuais em passagens a?reas, o que d? mais de cem mil reais por ano!

latam-pass-ch-2

Conclus?o

Parab?ns ? LATAM Pass Chilena por destruir seu programa de milhagens!

Eu, que j? n?o gosto de viajar na LATAM, por motivos j? relatados anteriormente, tentarei ficar ainda mais longe dessa empresa, e, particularmente, n?o pretendo nunca mais creditar meus suados pontos de voos pagos em dinheiro no LATAM Fidelidade.

Como disse acertadamente o leitor Schin em um coment?rio nessa semana, eu prefiro usar meu dinheiro para alcan?ar a independ?ncia financeira do que pagar (caro) por status!

Algu?m duvida que o LATAM Fidelidade brasileiro adotar? uma postura igual!?

 

Tagged as:
  • Albino

    Inacredit?vel mesmo.

    E agora vem novamente ? tona a pergunta: em qual programa pontuar na Oneworld ?

    Parece que, por enquanto, o melhor ? voar na Latam e pontuar no AAdvantage (at? que as regras mudem novamente).

    E depois ? Executive Club ? At? quando ?

    ?, meus amigos, est? cada vez mais dif?cil…

    • Bruno

      Albino, o problema ? que a AA j? vai mudar ano que vem.

      Ainda acho melhor pontuar na LATAM por oferecer outras formas de pontua??o (atrav?s do parceiros nacionais, p .ex: cart?o de cr?dito, compras no PontoFrio, Km de vantagens, etc..)

    • Nem Executive Club Albino.. O CEO da British disse que est?o estudando mudar o programa pra Revenue Based tamb?m, mas parecido com o programa da Virgin e Southwest, onde o valor do bilhete em milhas depende do valor do bilhete em U$ naquele momento.

      • Guilherme

        Pois ?, a situa??o est? cada vez mais dif?cil.

        O BAEC/IB me parecem boas op??es no momento, mas ? como o Paulo disse, n?o se sabe at? quando eles continuar?o com o modelo de tabelas fixas de resgates.

        Abra?os!

  • Bruno

    Guilherme, qual companhia atualmente tem sua prefer?ncia para voos, ac?mulo de milhas, etc.?

    • Guilherme

      Oi Bruno, no momento, por incr?vel que pare?a, e apesar de todas as cr?ticas que eu ainda fa?o a ele, ? o AAdvantage que tem tido a minha prefer?ncia, mas isso por motivos estritamente pessoais: tenho como objetivo a emiss?o de alguns resgates de passagens-pr?mio, e, como tenho um saldo no AAdvantage, somado a algum tipo de status, ainda estou creditando minhas suadas milhas/pontos nele para complementar o saldo que preciso para inteirar os resgates-pr?mio.

      Mas isso ? por ora. Estou como o Cristiano, quebrando a cabe?a para ver onde creditar a partir de 2017 e 2018, ou ent?o me tornar um “free agent” de vez.

      Abra?os!

  • Cristiano Andrade

    E o Black (que seria o One World Emerald) exige USD11 mil.
    Quando veio toda a mudan?a do AAdvantage fiz uma mega an?lise, quebrei minha cabe?a, cheguei at? a conclus?o que o Latam Fidelidade seria a melhor op??o. Preferi me requalificar esse ano como EXP no AAdvantage e estava estudando as op??es (cheguei a pensar no Iberia Plus, mas a tabela de resgate n?o ajuda muito para os meus objetivos).
    Agora a op??o ser? migrar para Star Alliance (pensando seriamente) ou me resignar e me manter no AAdvantage.

    • Guilherme

      Pois ?, Cristiano, eu tamb?m cogito migrar para a Star Alliance. Tive ?timas impress?es voando com a Avianca Brasil nos meus ?ltimos voos dom?sticos, e, com as promo??es frequentes das cias. parceiras estrangeiras da rede, ? uma op??o a considerar.

  • Cristiano Andrade

    Fui ver que o requirement para Argentina ou US ? mais baixo (24k pra Black Signature)… https://www.latam.com/es_ar/latam-pass/conoce-latam-pass-para-2017/calificacion-a-categorias-elite/
    https://www.latam.com/es_us/latam-pass/conoce-latam-pass-para-2017/calificacion-a-categorias-elite/
    Ecuador e M?xico sem minimum requirement
    https://www.latam.com/es_ec/latam-pass/conoce-latam-pass-para-2017/calificacion-a-categorias-elite/
    https://www.latam.com/es_mx/latam-pass/conoce-latam-pass-para-2017/calificacion-a-categorias-elite/

    Vamos esperar para ver de nossos queridos colegas de terra brasilis… Latam consegue ser ainda pior no trato com o cliente frequente.
    O que eles fazem? Tem muita concorr?ncia, reduz os requirements, onde tem menos, aumenta o requirement! ? o fim, n

    • Guilherme

      Certamente, Cristiano, ? o fim da picada!

  • SwineOne

    Guilherme,

    Permita-me dar uma de advogado do diabo. J? deixo claro que tudo o que vou escrever a partir de agora ser? feito da minha ?tica, como um passageiro “pobre”, cuja prioridade #1 ? pre?o das passagens, que n?o faz quest?o de viajar de executiva (talvez viajaria se me custasse uns R$ 500 ou no m?ximo R$ 1.000 a mais que a passagem na econ?mica, de outra forma n?o), sempre comprei passagens internacionais na faixa de R$ 1.500 a R$ 2.500 com taxas inclu?das, e n?o teria coragem de pagar R$ 4.000 numa passagem a?rea, independente se ? numa excelente companhia a?rea, se ? classe executiva ou se d? a volta ao mundo. Tamb?m, viajar a trabalho ? algo rar?ssimo para mim, ent?o em geral estamos falando apenas de viagens de f?rias mesmo. ? poss?vel, diria at? prov?vel, que o que vou dizer n?o se aplique a pessoas distantes desse perfil.

    Penso que, dentro do meu perfil, n?o ? nada razo?vel que eu atinja o status m?ximo de um programa de milhagens. Por exemplo, sou Platinum no Le Club Accorhotels e facilmente continuaria nesse status se as regras n?o tivessem sido alteradas. Mas n?o porque gasto muito dinheiro nos hoteis da Accor ou fico hospedado nos mesmos por meses durante o ano. Apenas porque aproveitei algo que ? uma brecha (me desculpe, n?o h? outro nome para isso) nas regras do programa que permitia que a transfer?ncia de pontos de programas de fidelidade como HSBC (antigamente), Multiplus e Smiles contassem da mesma forma que os pontos de hoteis. Fora o Brasil, ser? que existe outro pa?s do mundo em que seja t?o f?cil e vantajoso transferir pontos de outros programas de fidelidade para a Accor? Acho que n?o, e penso inclusive que o Brasil pesou muito na decis?o de mudar as regras.

    A verdade ? que as categorias m?ximas dos programas de fidelidade deveriam existir para premiar pessoas que usam com muita frequ?ncia o servi?o da empresa, e por consequ?ncia geram bastante receita para a mesma: presidentes e diretores de empresas, consultores bastante requisitados, gente como o George Clooney naquele filme “Amor sem Escalas”. Somente desta forma a empresa tem como justificar as regalias dadas a estes clientes, como upgrades gr?tis para classe executiva, etc.

    Na medida em que buscamos brechas nos programas de fidelidade que nos permitem atingir esse status, mas sem trazer a receita ? empresa que ? necess?ria para justificar estas regalias, ent?o estamos de certa forma desvirtuando o programa de fidelidade. A empresa est? dando muito para a gente sem receber em troca.

    Note que em momento nenhum estou falando que isso seja ilegal, imoral, anti-?tico, errado ou nada do tipo. Foi a empresa que criou as regras, estamos apenas trabalhando dentro delas para maximizar nossos benef?cios, assim como se v? em tantas situa??es na vida. Ao mesmo tempo, n?o acho justo criticarmos excessivamente a empresa quando ela readequa as regras de forma a corrigir tais distor??es e poder manter o verdadeiro esp?rito de um programa de fidelidade. Infelizmente isso nos prejudica, mas vejo que a forma como devemos enxergar ? agradecendo que tivemos acesso a essas brechas por tanto tempo, e se resignando ao fato que a empresa percebeu a exist?ncia dessas brechas e, de forma justa, decidiu fech?-las.

    A verdade ? que hist?rias como essas s? podem ser reconhecidas como uma brecha e uma distor??o, n?o h? outra forma de classific?-las:

    http://www.rollingstone.com/culture/features/ben-schlappig-airlines-fly-free-20150720

    http://www.nomadicmatt.com/travel-blogs/travel-hacking-1-million-miles-per-year/

    http://www.vice.com/read/how-to-travel-the-world-for-free

    Na verdade, vejo que, pelo menos para quem viaja com um pouco mais de frequ?ncia (e com mais gastos, como destinos mais distantes, ou em classe executiva), tais readequa??es podem at? se provar vantajosas. Isso porque, na medida que as pessoas s?o colocadas na categoria que “merecem” (em fun??o de quanta receita trazem para a empresa), sem as referidas distor??es, ent?o a empresa ter? uma quantidade menor de pessoas nas categorias mais altas, visto que as pessoas que exploravam essas brechas j? n?o conseguir?o mais atingi-las. Com isso, a empresa poder? oferecer melhores benef?cios para os clientes que est?o numa categoria adequada ? contrapartida que trazem ? empresa. Um cliente que se qualifica para a categoria mais alta sem brechas s? tem a comemorar com isso.

    Sem d?vida, algu?m poderia argumentar que a empresa pode apenas eliminar as brechas e n?o dar vantagens extras aos clientes. Embora tudo seja poss?vel, acredito que isso seja pouco prov?vel, porque se ela n?o der vantagens extras, a concorr?ncia o far?. Justamente porque agora a categoria mais alta estar? disputando apenas presidentes e diretores de empresas, gente que traz muito dinheiro para a empresa, e sem ter que gastar com pessoas que apenas exploram brechas sem trazer dinheiro para a empresa, eles poder?o dar regalias excelentes. Se a empresa A tentar economizar nas regalias, a empresa B n?o o far? e conquistar? os clientes da empresa A, ? simples assim. Na verdade o que estamos vendo ? o mercado funcionando de forma eficiente, e isso ? algo excelente, n?o algo a se reclamar.

    Tamb?m n?o podemos esquecer que dar regalias a pessoas que n?o trazem contrapartidas ? empresa ? algo que impacta na rentabilidade da empresa, e que tem que ser compensado via aumento de tarifas. Novamente, est? no nosso interesse que a empresa funcione da forma mais eficiente poss?vel, para podermos desfrutar das melhores tarifas.

    Vejo que a resposta correta a esse tipo de situa??o n?o ? atacar a empresa, e sim buscar outra empresa que ainda n?o se adaptou e tentar extrair o m?ximo poss?vel desta outra empresa at? que ela tamb?m se adeque, e acho que a longo prazo todas se adequar?o. Devemos reconhecer que o que estamos fazendo ? excelente para n?s, e na medida em que somos agentes econ?micos racionais, devemos maximizar a nossa pr?pria utilidade, mas de certa forma estamos “urinando na piscina” e em geral tornando a situa??o piorar para o conjunto total de clientes, e n?o h? nada de errado com a empresa corrigir isso.

    Ou voc? acha que ? justo que voc? e os outros leitores do blog, pelo tanto que viajam (e trazem de receita a uma empresa), deveriam ser tratados da mesma forma que o George Clooney no referido filme, ou que um presidente de uma grande empresa no mundo real, que pode chegar a passar muitas centenas, sen?o milhares de horas dentro de um avi?o no ano? Minha opini?o ? que n?o.

    • Cristiano Andrade

      Oi Swinne
      Eu concordo com grande parte do que disseste. Se me permite adicionar algo mais (pe?o permiss?o e j? vou falando, desculpe).
      A impress?o que tenho ? que as empresas est?o querendo reduzir drasticamente a quantidade dos que est?o no topo da Pir?mide (nem estou falando do caso do George Clooney, que pertencia a um status n?o publicado). N?o tenho ideia se eram 1% que passaram a 0,1% ou 3% que passaram a 1%, apenas a impress?o que este topo est? se tornando mais seleto.
      O segundo ponto ? que os benef?cios para esse mesmo topo (que agora est? se tornando mais seleto) foram reduzidos (desvaloriza??o de tabelas de resgate, diminui??o de cupoms de upgrade, menor disponibilidade de bilhetes pr?mio ou upgrades, fim de bagagem priorit?ria etc).
      Isso ? um fato, buscamos a melhor op??o para n?s como consumidores, para que possamos maximizar nossos benef?cios.
      Agora qual ser? o comportamento daqueles que est?o abaixo da linha de corte? N?o me parece improv?vel que passem a desconsiderar os benef?cios de um programa de fidelidade e passem a se mover por pre?o, estou falando de passageiros corporativos frequentes… E aqueles que est?o na d?vida se passam ou n?o a linha de corte? Ser? que para esses far? um impacto positivo ou negativo para a cia a?rea? N?o tenho a resposta.
      Meu ?ltimo pitaco… em rela??o especificamente a Latam, a qual j? tive uma rela??o de amor no passado e hoje ? de ?dio (ent?o tem um vi?s bem ruim do meu lado, emocional at?). Os caras decidiram tratar (e publicar) pol?ticas distintas de acordo com a resid?ncia da pessoa, assim sendo ? mais f?cil de qualificar morando no Equador do que no Chile, claramente abusando de sua posi??o dominante em um mercado oligopolizado. tenho minhas d?vidas de que seja a melhor estrat?gia de neg?cios.
      Enquanto isso, vamos buscando as melhores op??es.

    • Guilherme

      Oi Swine, entendo seu ponto-de-vista, e endosso as conclus?es expostas pelo Cristiano.

      Na verdade, n?o existem brechas que facilitem a vida para os milheiros: todo e qualquer aspecto dos programas de milhagens s?o desenhados, revistos e analisados ? exaust?o pelas empresas a?reas antes de serem publicados e entrarem em vigor. Nunca h? preju?zos ? cia. a?rea nesse quesito. Todos os benef?cios previstos em regulamentos e contratos s?o milimetricamente desenhados para ficarem na fronteira entre o poss?vel e o imposs?vel, isto ?, n?o serem f?ceis demais a ponto de muita gente entrar, mas tamb?m nem muito dif?ceis a ponto de excluir um percentual “x” de clientes.

      Todas as cias. t?m o controle da quantidade de pessoas que acessam as categorias mais elevadas de seus programas de milhagens, e certamente t?m tamb?m os n?meros das receitas que elas geram para as empresas.

      O que as cias. fizeram, com o decorrer do tempo, foi cortar drasticamente os benef?cios, j? que todo benef?cio para o cliente significa um custo para a cia. a?rea, e vice-versa – todo custo para o cliente ? um benef?cio para a cia. a?rea.

      Os programas de milhagens t?m um vi?s positivo para a empresa de atrair para a base de clientes os viajantes frequentes, e ? aqui precisamente que entra a an?lise do Cristiano, existe uma faixa de clientes abaixo da linha de corte, e para os quais h? uma d?vida se vale a pena continuar FF de alguma cia. em espec?fico, ou se ? melhor ser um “free agent”.

      No mais, grato pelas suas importantes contribui??es a esse debate.

      Eu expressei no artigo minha opini?o, que ? a opini?o da perspectiva de um consumidor dos servi?os a?reos, e, nesse ponto, n?o h? como n?o criticar a posi??o das empresas.

      Abra?os!

  • Pingback: An?lise das modifica??es no programa de milhagens LATAM Fidelidade: Juntos, Acumulando Pioras | Meu Milh?o de Milhas()

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