Em primeira mão! Nova tabela do AAdvantage para acúmulo de milhas voando em empresas aéreas parceiras: mudanças para pior :-(

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O leitor Albino me enviou uma análise super completa sobre as novas e terríveis mudanças no AAdvantage para acúmulo de milhas voando em empresas aéreas parceiras. Confiram!

………………….

A American disponibilizou nesta madrugada novas tabelas de acúmulo de milhas no AAdvantage em voos realizados por parceiros.

Seguem alguns exemplos:

1) TAM (que eles ainda chamam de TAM)

  1. A) Tabela até 31/07/16

Todos os voos internacionais pontuavam 100% das milhas voadas. Apenas voos dentro do Brasil nas classes tarifárias mais baratas pontuavam 50% das milhas voadas.

  1. B) Nova tabela a partir de 01/08/16

Os voos passam a pontuar de acordo com a classe tarifária, podendo ser a partir de 25% até 100% das milhas voadas.

AA TAM

2) British, Iberia e Qantas

Sem alterações

3) Qatar

  1. A) Houve apenas um ajuste nas classes tarifárias. Algumas classes que pontuavam 50% das milhas voadas passarão a pontuar apenas 25%, algumas que pontuavam 75% passarão a pontuar 50% e outras que pontuavam 100% passarão a pontuar 75%.

AA Qatar

4) Etihad

  1. A) Cabines The Residence passarão a pontuar 100% das milhas voadas, mas com um grande diferencial de um mega bônus de 300%. Até 31/07/16 essa cabine não tem categoria de pontuação definida no AAdvantage.
  1. B) Já passageiros da classe econômica que até então pontuam 100% das milhas voadas para qualquer classe tarifária, começarão a pontuar 25%, 50% ou 100%, de acordo com a classe tarifária.

5) Alaska

Semelhante à Eithad, passageiros da classe econômica que até então pontuam 100% das milhas voadas para qualquer classe tarifária, começarão a pontuar 25%, 50% ou 100%, de acordo com a classe tarifária.

6) LAN (que ainda chamam de LAN)

Semelhante à Tam, todos os voos internacionais pontuavam 100% das milhas voadas. Agora passarão a pontuar entre 25% e 100%, dependendo da classe tarifária.

E ainda pra completar, a partir de 01/01/2017, começarão a ser calculados EQDs (elite qualification dollars) a cada milha voada.

Por exemplo, um trecho entre Recife e Guarulhos, que dista 1.302 milhas, irá gerar, na tarifa mais barata, apenas 325 milhas (25%) e meros 65 EQDs (5%).

AA LAN

Conclusão

Realmente, acabaram com o programa AAdvantage. O que era o melhor programa de milhagens do mundo se encaminha pra ser um dos piores. É incrível como adotam essas novas políticas visando maior lucro da companhia e esquecendo, realmente deixando de lado, os clientes.

A partir de 01/08/2016, irei oficialmente adotar o Latam Fidelidade como meu programa principal na Oneworld.

Forte abraço,

Albino

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Agradecemos ao leitor Albino por essa análise super completa, e compartilhamos da tristeza sobre a verdadeira destruição desse que era o melhor programa de milhagens do mundo. O jeito, agora, é procurar alternativas, nem que alternativa seja a de simplesmente esquecer o uso desses programas, como bem frisou o leitor Fernando há alguns dias.

Agradecemos ao leitor Albino pela gentileza no fornecimento da análise!

E para você, essas mudanças impactarão na escolha de seu principal programa de milhagens? Compartilhe conosco suas ideias!

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14 Comments

  1. Junior DF 16/07/2016 at 16:16 #

    É, tudo mudando para pior……
    Estou com muitos problemas com a Latam fidelidade: a) voos realizados pela AA em maio q até hj não pontuaram, apesar de minhasreclamações; b) pontuação a menos do q a q consta do eticket. Também reclamei e até agora nada!; c) não acesso a tabela diferenciada para platinum (na Latam sou platinum, mas no site multiplus sou Gold… Já estou há quase 4 meses reclamando e nada…); d) a partir de 10 de outubro vao aumentar o teto de passagem por pontos para a categoria elite de 15 mil para 25mil….o q deve matar com a tabela diferenciada q prometeram não mudar…, e) problemas recorrentes no site para consultas e resgates…
    Enfim, os chilenos vieram para detonar!!!

    • Guilherme 17/07/2016 at 10:40 #

      Oi Junior, realmente, a postura da LATAM é lamentável, criando só dificuldades para seus clientes. Por isso que eu fujo dela quando a questão é crédito de milhas por voos pagos em dinheiro.

      Eu achava que, com a entrada da LAN assumindo os negócios, a coisa iria melhorar, mas, pelo visto, só está piorando.

      Abraços!

      • Albino 17/07/2016 at 12:48 #

        Guilherme, qual será sua opção na Oneworld, já tem ?

        • Guilherme 17/07/2016 at 15:55 #

          Eu ainda estou analisando, mas tenho uma tendência a fazer uma experiência diferenciada: pontuar os poucos voos que farei no Executive Club da British Airways. Eis alguns motivos:

          – Estou viajando cada vez menos e, com isso, já não tenho voos em quantidade suficiente para atingir status elite em nenhum programa de milhagens aéreas. Dessa maneira, o critério principal passa a ser escolher o programa onde as milhas têm a maior data de validade possível. Dentro desse parâmetro, o BAEC e o Iberia Plus são praticamente imbatíveis, pois as milhas não prescrevem desde que haja uma movimentação na conta a cada 36 meses, o dobro do tempo do AAdvantage, por exemplo.

          – Posso transferir os pontos de 2 cartões de crédito (Amex e Santander) para completar o saldo no BAEC ou IB, e, assim, conseguir emitir um bilhete-prêmio.

          – Tenho um retrospecto positivo na emissão de bilhetes-prêmio para trechos de curta distância no BAEC/IB, onde as tabelas se mostram bastante competitivas.

          Eu não escolho o AAdvantage porque as tabelas de resgates ficaram ruins depois das últimas mudanças, embora não seja uma questão ainda 100% fechada.

          Eu não escolho pontuar os voos na LATAM porque eu teria uma pressão de usá-los no curtíssimo prazo de 2 anos e, além disso, tenho uma experiência pessoal bastante negativa com os serviços da TAM.

          Eu não escolho ambos – LATAM e AAdvantage – porque estou diminuindo drasticamente as compras de passagens com dinheiro, e voando de maneira geral, o que torna a busca pelos status elite coisa praticamente irrelevante para meus objetivos atuais de viagens.

          Eu poderia escolher a LATAM pela forte presença no Brasil, mas, no Brasil, em voos nacionais, ela tem sido a última opção, depois de Smiles, Avianca e Tudo Azul, justamente pelo retrospecto ruim em serviços e do programa em si. E, para voos internacionais, eu tenho utilizado mais o AAdvantage e BAEC/IB ultimamente. Aliás, eu acho que nunca utilizei pontos Fidelidade TAM em viagens ao exterior….rsrs (já voei com a TAM para o exterior, mas ou foi com passagens pagas em dinheiro, ou foi emitindo bilhetes-prêmio em outros programas de fidelidade, como TAP Victoria).

          Bem, mas isso são apenas conjecturas. Ainda vou avaliar e refletir melhor sobre as possibilidades, e talvez faça um post mais completo no blog explicando a decisão. 😉

          Abraços!

          • Guilherme 17/07/2016 at 16:08 #

            Ah, sim, e existe ainda um plano “B”: pontuar no próprio programa de milhagens da cia. aérea onde estou voando, para pelo menos ganhar 100% das milhas (onde isso for possível, e eu acho que ainda é possível, pois são tantas mudanças ocorrendo ultimamente….rs).

            P.ex., se eu voo na AA, pontuar no AAdvantage; se eu voo na LATAM, pontuar no LATAM, e assim por diante.

            Já que eu não teria condições de juntar as milhas para conseguir upgrade de categoria, melhor seria então conservar as milhas dentro de cada programa.

  2. Gabriel 17/07/2016 at 15:17 #

    Para reservar viagens com milhas da AA dentro do Brasil ou na América Latina somente é possível por telefone? Li que a disponibilidade é bem restrita. Será que é possível emissão em um período bem concorrido, como ano novo? Alguma dica para conseguir emitir com mais facilidade? Obrigado!

    • Guilherme 17/07/2016 at 15:38 #

      Sim, Gabriel, somente por telefone.

      Para conseguir a emissão com mais facilidade, inclusive em períodos mais concorridos, como final de ano, eu sempre consulto o site do Executive Club da British Airways. Se tem lá, certamente terá na AA.

      Abraços!

      • Albino 17/07/2016 at 16:03 #

        Exatamente isso.

        E complementando a resposta do Guilherme, normalmente as disponibilidades do AAdvantage para voos Latam são as tarifas mais baixas e/ou promocionais.

        Geralmente tenho encontrado dificuldade de achar trechos disponíveis.

        • Guilherme 17/07/2016 at 16:05 #

          Perfeito, Chief!

          • Gabriel 17/07/2016 at 22:41 #

            Guilherme e Albino, obrigado pelas respostas!

            Abraço.

  3. Carlos 17/07/2016 at 16:51 #

    Eu acharia o Fidelidade até uma opção razoável, pois apesar da tabela ruim para emissões, a facilidade para atingir o status esmeralda do Oneworld (praticamente três passagens na executiva para Frankfurt ou Nova Iorque, a um custo total de cerca de 12k reais) e a possibilidade de upgrades ilimitados (embora não sei se funcione) são interessantes. Mas o programa é tão incompetente e/ou desonesto para creditar as viagens que não estou animando a migrar, já que é comum não creditarem vôos de outras companhias, mesmo que seja emitidos pela Tam ou vôos Tam emitidos por outras companhias. E fazer a reclamação ainda é inútil, o prazo de 30 dias passa sem resposta alguma e, depois de alguns meses, dizem que não foi possível verificar e põem a culpa na outra companhia.
    Como ainda tenho duas filhas que costumam viajar comigo, estou pensado em criar uma conta família na BA, mas ainda não estou certo. O acúmulo não é muito bom, mas a principal vantagem seria a emissão de passagens em vôos curtos por 4,5k pontos. O problema é que uso estes vôos curtos no Brasil e quando a Tam libera estes assentos, é porque estão custando menos de 150 reais, então não é muita vantagem.
    Quase que dá vontade de ignorar as milhas, mas me recuso a perder este retorno do dinheiro gasto.

    • Guilherme 17/07/2016 at 19:04 #

      Oi Carlos, pontos muito bem observados.

      Se analisarmos o programa da LATAM em termos puramente teóricos, chegaríamos à conclusão, por todos os motivos expostos por você, de que ele seria o mais indicado… na teoria.

      Na prática, sabemos que a LATAM está muito longe daquilo que prometem entregar no papel. E falo por experiência própria: já perdi a quantidade de vezes que tive que enviar reclamações pelo não crédito dos pontos nos casos de passagens compradas com pontos, dentro do prazo de 30 dias.

      O serviço também é péssimo, em geral, desde coisas mais prosaicas, como derrubarem gelo e bebida no serviço de bordo, até coisas que demonstram explicitamente falta de treinamento dos funcionários, como não colocação de etiqueta de prioridade *para voos internacionais da própria empresa*, viajando em classe executiva, e com status elite (!!???).

      Sobre a criação da household account no BAEC, é uma possibilidade interessante. O fato é que recentemente outro fator adicional está pesando a favor dela: resolveram aderir à moda da “venda de pontos”, de modo que ficou mais fácil completar o saldo para emissão de um bilhete.

      Do jeito que as coisas estão, uma coisa é certa: eu me recuso a creditar pontuação de voos pagos em dinheiro, em programas de milhagens brasileiros, porque não existe estabilidade nas regras de resgates, além do péssimo serviço de suporte técnico prestado pelos funcionários das empresas brasileiras, justamente nos momentos em que nós mais precisamos.

  4. CRISTIANO ANDRADE 18/07/2016 at 10:38 #

    a AA faz o contrário do que Maquiavel apregoa. Para Maquiavel (e uso isso muito no dia a dia profissional) “faça o bem aos poucos e o mal de uma vez”, para a AA “faça o mal aos poucos e o bem de uma vez”.
    As notícias ruins do AAdvantage vieram a conta gotas, desvalorização da tabela de resgate, mudança para revenue based, introdução dos EQDs, mudança nas regras de upgrades, fim do mínimo de 500 milhas adquiridas, introduçào da Economy Premium e agora essa desvalorização dos vôos de parceiros. Pelo menos agora que publicaram tudo, já sabemos como será.
    Ficou muito claro que o programa passa (ou se mantém) bom para quem:
    – Voa com frequencia com American (o vôo tem que levar um número AA)
    – Voa com frequencia em cabines Premium
    Então imagine um executivo brasileiro que tenha que viajar pela America Latina com alguma frequencia, e mais algumas viagens para os EUA, ele podia cobrir a America Latina de Latam e viajar aos EUA de AA, se manteria com status máximo com a AA e cumularia uma boa quantidade de pontos. O que acontece agora? O acúmulo de pontos voando LATAM (seja Brasil ou de qualquer outro país) foi drasticamente afetado! Racionalmente, para essa pessoas que já está acostumada a voar com frequência de LATAM para cobrir a América Larina, a migraçào para TAM nos vôos Brasil-EUA é natural, seja pelo acúmulo de pontos, seja pelos benefícios de Upgrades e até (por incrível que pareça) porque a LATAM atrasa menos seus vôos que a AA.
    E imaine se essa pessoa voa para o Oriente? Existiam 3 opções fantásticas de serviço, Qatar, JAL e Cathay. Agora o acúmulo de pontos foi reduzido drasticamente (inclusive em cabines premium!), como se a AA estivesse “forçando-o” a voar apenas de AA. Veja bem, preço por preço as tarifas são muito próximas (e a Qatar tem uma escala de horários muito boa para ir ao Oriente, além de um serviço imbatível), mas para acumular muito pontos você agora tem que ficar umas 10 horas parado em Dallas para voar de AA, ao invés de 3 ou 4 horas no máximo em Doha (Qatar) ou NY (Cathay e JAL), e se você voar em classe econômica a diferença de serviço e das cabines é brutal.
    Então… valeu AA, será que a quantidade de “AA loyalists” é tão grande para compensar a perda que terá de passageiros frequentes One World?
    No meu caso, faço uma viagem por ano para o Oriente e umas 5 ou 6 para os EUA (mais que suficiente para me manter EXP tanto em EQM quanto EQD), além de bastante pelo Brasil.
    Aqui pelo Brasil estou bem resolvido, vou de Azul. Mantenho meu status Safira e prezo pelo serviço.
    Agora e para os EUA? Até então a opção de eventualmente voar LATAM por uma tarifa melhor funcionava, agora com essa tabela, tenho que concentrar tudo na AA para valer a pena. Já escrevi acima sobre ir para o Oriente… ir para lá de AA é bem pior do que nos parceiros One World.
    Opções:
    1 – BA – posso fazer minha viagem para o Oriente de BA para conseguir o mínimo de trechos e me qualificar como One World Emerald com a BA. tem ainda a vantagem de poder usar pontos do Amex para completar minha necessidade para resgates. O problema é que se essa viagem para o Oriente não acontecer eu não me qualifico em nada na BA e, também ou principalmente, somaria menos pontos do que na AA.
    2 – LATAM – voltar a LATAM depois de tantas experiências ruins, tantos problemas para crédito de pontuação e tanta instabilidade de regras do programa, desvalorizaçào da tabela de resgates etc etc etc. Nesse caso penso com o fígado, evito voar de LATAM pelo serviço ruime experiências ruins que tenho com eles. Então migrar para LATAM iria contra isso e voltaria a lidar com “dores de cabeça” que já tive com eles.
    3 – Migrar para Star Alliance (Lifemiles) – para valer a pena eu teria que concentrar meus vôos para EUA de Avianca, podendo atingir o Status Diamond e tendo prioridades e Upgrades gratuitos sem limites e uma tabela de resgate até melhor que a da AA. O problema aqui está no fato de que as viagens de Avianca para mim sào mais cansativas, seja pelas aeronaves (SP-Bogotá em A330, ou SP-Lima de A321, SAL-SFO de A320…), seja por ter que fazer 2 paradas. E para o Oriente eu posso ir de Lufthansa ou Swiss (além de United ou Air Canada).
    4 – Migrar para Star Alliance (TapVictoria) – mas eu não vôo de TAP! Ok, mas não preciso voar de Tap para ser Star Gold e a tabela de acúmulos e resgate da TAP é muito boa, aí posso ir para os EUA de United ou Air Canada (e eventualmente até de Avianca ou Copa caso não encontre uma tarifa razoável de United ou Air Canada) . Para o Oriente além das opções Star Alliance citadas eu posso ir de Emirates também,o que é uma excelente opção se encontrar tarifas tão boas quanto da Lufthansa! Além disso, posso transferir pontos de todos os meus cartões de crédito e também fazer uso das promoções de bônus na transferência. O lado ruim é que o status me serviria apenas para acesso a salas VIP ou franquias adicionais de bagagem que raramente uso. E o pior problema de todos é que a emissão de bilhetes prêmio em cias parceiras só pode ser feita em bilhetes round-trip, abrindo mão de bilhetes one-way.
    5 – Millemigila Alitalia – Até então não havia pensado nessa opção, mas parece que posso obter status máximo sme voar com eles, fazendo vôos para EUA de Sky Team (Delta ou Aeromexico, ou até Aerolineas argh!) e somando uma pontuação melhor do que na Delta. Para o Oriente poderia ir de Sky Team (Air France, KLM, Alitalia) ou de Etihad (excelente opção, apesar de nunca ter voado com eles) e também posso transferir pontos do Amex. O lado ruim é que o status me serviria apenas para acesso a salas VIP ou franquias adicionais de bagagem que raramente uso.

    Descartei migrar para United ou Delta porque seria muito similar a AA, “ganhando” upgrades que não são tão fáceis de usar. E no caso da Delta ainda tem o problema da tabela de resgate deles que é horrível!

    Enfim, “parafraseando nossa ex-ministra do Turismo, ou eu “relaxo e gozo” e continuo com a AA somando menos pontos, ou migro para Star Alliance com o TAP Victoria e seus problemas para resgate de bilhetes Star. Quando tiver que emitir meu primeiro bilhete pago de 2017 decidirei isso…

    O que acha?

    • Guilherme 19/07/2016 at 10:16 #

      Oi Cristiano, excelente depoimento, sobre a lenta “involução” do AAdvantage.

      Sobre as alternativas ao AAdvantage, diante do cenário completo traçado por esse programa (e que é bem negativo para os FF’s que estavam acostumados ao AAdvantage), parece que as opções mais razoáveis seriam BAEC ou Victoria TAP.

      Certamente seria opções que teriam desvantagens em relação ao então modelo de FFP do AAdvantage (que era praticamente imbatível), mas é aquela história, “o ótimo é inimigo do bom”, e, na completa ausência de opções “ótimas”, só nos resta escolher as opções “boas”.

      Pesa a favor do Victoria TAP a maior variedade de parceiros e opções, tanto de cias. aéreas quanto de bancos para envio dos pontos de cartões de crédito. Embora você talvez não aproveite tanto os benefícios do status elite em si (raramente usa franquias de bagagem extra, p.ex.), pelo menos você consegue ampliar o leque de opções para voos para os EUA e Oriente Médio.

      E pesa a favor do BAEC o fato de você conseguir ainda manter “um pé” na One World, podendo ainda usufruir dos benefícios e serviços oferecidos por essa rede de cias. aéreas (que eu ainda considero superior à Star Alliance e SkyTeam).

      Enfim, é uma dúvida bastante cruel, e espero que com o passar do tempo você consiga achar o ponto de equilíbrio ideal para escolher aquela que mais você possa otimizar em termos de benefícios tangíveis e intangíveis.

      Abraços!

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