A nova moda: promoções “segmentadas” de bônus de transferências de cartões de crédito. Casos Multiplus, Smiles e Amigo

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Agora, os programas de fidelidade resolveram “segmentar” os bônus de transferências de cartões de crédito. Antigamente, os bônus valiam para transferências de praticamente qualquer banco. Hoje, já não é bem assim.

O Multiplus adotou um bônus de 30%, mas, pasmem, vale somente para cartões Itaú, Caixa, Bradesco e Amex. Excluiu não só o BB e o TAM Itaucard – o que seria até “normal”, dado seu histórico – mas também outros bancos, tais como Santander, HSBC e Citibank, o que não era praxe.

MF Bancos

No caso do Amigo Avianca, a promoção de 50%, que valia somente para o Bradesco, foi ampliada para incluir o Santander. E só.

Ou seja, quem tem pontos no HSBC não se aproveitará do bônus de 50%.

Pior foi o caso do Smiles: resolveu fazer a segmentação por segmento de renda dentro do Banco do Brasil. Confiram:

BB Smiles

Quem não é cliente Estilo ficará com um bônus de somente 30%.

Conclusão

Essa onda é perigosa e muito ruim para o cliente, pois irá dificultar ainda mais o acúmulo extra de pontos nas transferências para os programas de fidelidade. Espero que seja algo apenas temporário, e que os programas de fidelidade voltem a fazer promoções de bônus de transferência válidas para todos os cartões de crédito associados.

19 Comments

  1. CRISTIANO ANDRADE 13/04/2016 at 08:24 #

    Guilherme,
    Acho que isso vai rolar por algum tempo como parte da concorrência entre os bancos/emissores de cartão.
    Nos EUA a “briga” fica por conta dos polpudos sign-up bônus, algo que foi praticamente banido por aqui, porém os bônus de transferência aqui são bem melhores.
    A questão é saber quem banca estes bônus, seria o banco ou o gestor do programa de fidelidade? Eu “chuto” que tem uma participação dos 2, e se for assim continuaremos a ver essas promoções segmentadas.
    O lado bom é que mais concorrência é sempre bom pro consumidor, com ofertas mais tentadoras para nós.
    Abraços

    • Guilherme 13/04/2016 at 10:04 #

      Oi Cristiano, verdade, quanto a esses bônus.

      Sobre quem banca, eu também arriscaria que há uma participação de ambos.

      A quantidade de promoções está bastante alta, muito também por conta da crise.

      Um abraço!

  2. Felipe 13/04/2016 at 08:32 #

    Alguém sabe dizer se o cartão Credicard entrou nessa promoção?

    • Guilherme 13/04/2016 at 10:05 #

      Felipe, infelizmente, não.

  3. SwineOne 13/04/2016 at 11:06 #

    Guilherme,

    Já estou com o cartão Santander Reward em mãos (embora tenha escutado da gerente de uma agência local que o cartão não era mais comercializado — mas consegui pelo telefone, e a agência deixou de ganhar um cliente pela má-vontade). Lembrando que é um cartão que devolve 2% do que você gastou (EM DINHEIRO!), porcentagem essa que sobe 0.1% por ano de uso do cartão, até o limite de 2.5%. Existe um limite de créditos de R$ 500 por mês, o que implicaria um gasto máximo de R$ 20.000 a R$ 25.000 por mês, o que acredito que deve atender a imensa maioria das pessoas. A anuidade não é tão salgada, R$ 300, mas aparentemente não é negociável.

    Façamos algumas contas, onde vou me basear no meu cartão HSBC Premier, que no meu caso específico não cobra anuidade, e paga 1.5 pontos/dólar.

    Suponha um gasto de R$ 5.000, o que a valores de hoje (considerando o dólar turismo como base de conversão), daria em torno de US$ 1.350, rendendo cerca de 2.000 pontos. Transferindo esses 2.000 pontos para a Multiplus, supondo que seja possível conseguir um bônus de 30%, daria 2.600 pontos. O que fazer com esses 2.600 pontos?

    -Transferir para a Accor à taxa de 3:1, dando 870 pontos da Accor ou cerca de €17.40 (R$ 72 ao câmbio turismo de hoje). Isto dá cerca de 1.45% de retorno sobre os R$ 5.000 gastos, mas lembrando que o gasto está restrito a hospedagens e consumo em hotéis da rede Accor.
    -Manter na Multiplus e usá-lo na compra de uma passagem para Barcelona, ao valor promocional de 40.000 pontos ida e volta, divulgado numa promoção recente. Seria necessário gastar cerca de R$ 77.000, mantidas as premissas, para obter pontuação suficiente para compra dessa passagem. Consultando promoções recentes para a Europa, vemos passagens a um valor de R$ 1.400-1.600, e tomarei uma média de R$ 1.500. Neste caso o retorno seria de 1.95%, mas veja que os 40.000 pontos ida e volta são uma excelente promoção, inclusive com datas restritas.
    -Vender as milhas em um site especializado. Hoje, mesmo com um cartão black da TAM, o valor pago é de R$ 320 a cada bloco de 10.000 milhas, ou cerca de R$ 83 pelos 2.600 pontos, um retorno de 1.66%. Com cartões mais simples, o preço chega a R$ 260/10.000 milhas ou cerca de R$ 68 pelos 2.600 pontos, um retorno de 1.35%. É bem verdade que já se conseguiu valores bem melhores do que esses no passado, mas tenho monitorado há vários meses, e o valor não tem fugido disso.

    Supondo que os R$ 5.000 sejam o gasto mensal no cartão, isto daria um retorno de R$ 100 a 2%, subindo para R$ 125 a 2.5% após 5 anos de uso do cartão. Descontando o valor mensal da anuidade, daria um retorno de R$ 75 a 100, ou seja, 1.5% a 2%. Claro que se o seu gasto mensal for superior a isso, as porcentagens tendem a se aproximar cada vez mais dos 2% a 2.5% máximos. Também, note que nos retornos calculados acima (Accor, passagem, venda de milhas), não estou descontando a anuidade do cartão.

    Em resumo, temos um retorno padrão na faixa de 1.45% a 1.66% para acúmulo de pontos no cartão, e quase 2% em situações excepcionais, isso sem contar a anuidade do cartão, contra 1.5% a 2% garantidos para acúmulo no Santander Reward, já contando a anuidade do cartão (2% a 2.5% sem contar a anuidade, ou se tiver gastos muito altos no cartão). Também, há que se pesar que o Santander Reward paga esse valor em dinheiro todo mês. Com pontos, é preciso juntar a quantidade mínima de pontos exigidos pelo cartão para transferência, aguardar uma boa promoção de transferência, mandar os pontos, ligar no SAC do cartão e da Multiplus pra reclamar que os pontos não chegaram, esperar surgir uma situação de viagem para usá-los (ou então fazer uma viagem que você não queria, e ter um monte de gastos, só por dó de ver os pontos expirarem), tentar conciliar as datas da viagem e o momento da emissão com uma boa promoção, etc. etc. etc. etc. etc. etc. Isso sem falar que o valor pago no cashback está em contrato, enquanto o valor de um ponto tem sido consistentemente desvalorizado. Enfim, tem hora que resgatar os seus pontos chega a parecer um emprego, e às vezes toma tanto tempo quanto um. Então, vejo que ganhar um valor semelhante ou até maior, e sem dor de cabeça nenhuma, justifica o uso dessa modalidade de cashback.

    Já rebato de forma adiantada algum eventual argumento que possa surgir que a queda do dólar beneficiará quem recebe milhas, e não mudará nada para quem tem o Santander Reward. OK, é verdade, mas caindo o dólar, cai o euro também, e se ambos caírem à mesma proporção, o retorno na Accor se manterá na exata mesma porcentagem (a menos que as cotações de 3:1 voltem para patamares melhores). Com relação a passagens, havendo uma queda do dólar, deve haver procura maior, e com isso as companhias não precisarão fazer promoções tão agressivas. Já para venda de milhas, se a situação retornasse àquela de uns 2 anos atrás, chegando a pagar R$ 500/10.000 milhas ou até um pouco mais(na época, para cartão vermelho da TAM; cartão branco e azul era bem menos, não passava de R$ 300/10.000 milhas) e com dólar a R$ 2.00-2.50, aí sim a conta muda bastante de figura, mas sei que nem todos são adeptos desta forma de negociação.

    Outro argumento um pouco mais válido é que há cartões bem melhores que 1.5 ponto/dólar. Sim, é verdade, mas a anuidade também pode ser 2 a 3 vezes mais salgada, e imagino que mais difícil de negociar. Para um cartão que dá 2.2 pontos/dólar, estamos falando de quase 50% de aumento nos retornos dados acima, mas considerando R$ 70/mês de anuidade e o gasto mensal de R$ 5.000, lembre-se de descontar 1.4% de todos os retornos calculados acima. E continuam valendo os argumentos sobre a “liquidez” do cashback comparada com os pontos acima. Mas nesse caso pode ser uma alternativa interessante para quem tem gastos mensais bem mais altos, ou para situações pontuais como as promoções com bônus em triplo do Santander.

    Para concluir, creio que esse seja o meu quase adeus ao mundo das milhas e pontos. Como disse num comentário anterior, a partir de agora só os 10.000 pontos Multiplus por ano da Ipiranga, e só para enviar para a Accor, pelo menos enquanto as condições atuais se manterem. E logo que piorarem as condições, será o meu adeus definitivo. Quando e se houver uma enorme reviravolta na economia brasileira, irei reavaliar a minha posição, mas por ora me tornei um ferrenho defensor do cashback.

    • Guilherme 13/04/2016 at 11:26 #

      Caramba, Swine, que análise show! Parafraseando algo que eu costumo dizer quando você escreve esse tipo de comentário: “É claro que vai virar post”. 🙂

      Sobre o sistema de cashback, de fato, não há como não argumentar que, sob uma perspectiva puramente financeira, de matemática financeira, os cartões de crédito cashback apresentam-se como uma alternativa cada vez mais a ser considerada, ainda mais levando-se em conta o atual cenário das milhas e pontos, com suas constantes desvalorizações.

      Mas não é só isso.

      Só o fato de o cashback te retornar dinheiro “vivo” já é um tremendo diferencial, considerando o fator “liberdade”, ou seja, acaba sendo uma ferramenta de auxílio nas contas domésticas também, enquanto que, no mundo das milhas e pontos, você fica “preso” a determinadas utilizações, quase sempre relacionadas a “viagens”, e só.

      De todo o seu raciocínio, a frase mais genial foi essa: “Enfim, tem hora que resgatar os seus pontos chega a parecer um emprego, e às vezes toma tanto tempo quanto um”. Não tenho como concordar mais. 🙂

      Forte abraço!

    • Marcelo 13/04/2016 at 11:56 #

      De fato, analisando-se apenas a questão financeira, é muito interessante.

      Todavia, há cartões que garantem Sala Vips no exterior… claro, pode-se alegar que é possível o acesso pagando.

      Mas aí há a questão de milhas para voar de executiva. E não digo executiva “meia boca” tal como TAM, COPA ou outras; mas sim de poder emitir na Primeira Classe da SINGAPORE (via TPC), Primeira Classe da Lufthansa via Lifemiles ou Amigo, até mesmo uma business da Qatar (via TAM ou via SMILES) e outras opções que, pagando, apresenta-se inviável a compra.

      Tais bilhetes, se for o desejo de quem gasta o cartão de crédito, são muito difíceis de serem “pagos”, razão pela qual se busca o cartão, não apenas pelo Status (Salas Vip’s, jantares em restaurantes excelentes no aniversário para o titular e acompanhante, status em locadoras de veículos) como pela possibilidade de emissão de bilhetes “TOP’s”.

      • Guilherme 13/04/2016 at 12:02 #

        Pontos muito bem observados, Marcelo.

        Considero que existe um cartão de crédito adequado para cada objetivo pretendido, dependendo também, claro, do perfil de gastos da pessoa que irá utilizar o cartão.

        Se os objetivos principais forem maximizar os ganhos financeiros de um modo global, sem se atentar para benefícios relacionados às viagens, que ficariam num plano secundário, a proposta do Swine faz bastante sentido.

        Agora, se os objetivos primordiais estiverem mais vinculados à obtenção de benefícios em viagens, os cartões de crédito associados às cias. aéreas passam a ser mais apropriados, como bem ponderado pelo Marcelo, nos exemplos mencionados.

        Enfim, ampliar o leque de opções de uso do cartão de crédito, “fora do estrito mundo das milhas e pontos”, como fez o Swine, ao analisar um cartão de crédito que oferece outros tipos de benefícios, nos permite fazer reflexões que de outra forma não teríamos. 😉

      • Noemí 13/04/2016 at 14:15 #

        Marcelo boa tarde!
        Pode me dar alguma dica de cartões de crédito que proporcionem benefícios como estes? poder emitir na Primeira Classe da SINGAPORE (via TPC), Primeira Classe da Lufthansa via Lifemiles ou Amigo, até mesmo uma business da Qatar (via TAM ou via SMILES) e outras opções que, pagando, apresenta-se inviável a compra
        Obrigada desde já

      • SwineOne 13/04/2016 at 14:40 #

        Realmente, quando o objetivo é esse, tudo o que falei naquele comentário se torna inválido. De fato, o comentário deveria ter começado com essa ressalva.

        Dito isto, a *minha* opinião não muda, tendo em vista os meus objetivos de uso do dinheiro. O que vou colocar não é uma crítica, mas apenas a minha visão de mundo: o que guardo das viagens que faço é o que aconteceu no destino, e não no aeroporto ou no avião. É desconfortável ficar 15, 20 ou mais horas numa poltrona apertada da classe gado? Sim, é. E vou logo admitindo que viajo pouco, em média menos de uma viagem internacional por ano; talvez se viajasse muito, estar sujeito a esse tipo de desconforto poderia ter um peso diferente para mim na hora de decidir como fatiar meu orçamento para viajar. Também pesa que não gosto de viagens curtas, de uma semana, por exemplo; não piso num avião para ficar menos de 2 semanas fora do país, e 3 ou mais seria ideal. Da mesma forma, não faço questão de acomodações de luxo; um Íbis me atende perfeitamente.

        Um exemplo interessante na blogosfera de finanças é o Soulsurfer, do blog Pensamentos Financeiros. O cara tem um patrimônio que, pelo que eu entendo, permitiria a ele parar de trabalhar, viajar com frequência, e inclusive pagar por esses tipos de luxo sem dó caso quisesse. Mas ao invés disso, ele faz viagens estilo mochileiro, e está há um ano sem pôr o pé no Brasil. E não parece ser uma coisa forçada; é o estilo de viagem que ele gosta de fazer. Novamente, não quero colocar isso como crítica, mas acho que tem muita gente que perde muito tempo correndo atrás de uma viagem de luxo que, no fundo, vai afetar apenas aquelas 15 ou 20 horas que você passa dentro do avião, e mais alguns dentro do aeroporto, e pra que? Sabemos que tem gente que faz isso pra ostentar (não quero generalizar, e longe de mim afirmar que possa ser o seu caso, mas é uma cultura arraigada no brasileiro). Também deve ter muita gente que faz isso no automático, às vezes porque descobriu que era possível fazer isso, vê pessoas em fóruns especializados correndo atrás, e simplesmente segue a manada sem parar para fazer uma análise crítica se isto faz sentido para os seus objetivos de viagens.

        Enfim, da minha parte, vou continuar analisando tudo friamente. Por isso, vou usar o meu cartão de cashback para o grosso das minhas compras, vou mandar uns pontos pro Le Club e participar das promoções de 8.000 e 10.000 pontos quando elas surgirem, e volta e meia posso até emitir umas passagens com milhas (como há alguns dias atrás, quando me inscrevi no Clube Smiles para ganhar desconto na compra de milhas e paguei o equivalente a R$ 340 numa passagem que custaria R$ 800 em dinheiro). Mas sempre pesando o que faz sentido. Se uma passagem na executiva custar “só” 50% a mais que na econômica, e uma hospedagem no Sofitel custar “só” 50% a mais que no Íbis, posso falar por mim que eu vou deixar passar tais “promoções imperdíveis”, e com o dinheiro economizado aproveita para ficar 50% a mais de tempo no meu destino, e conhecer 50% mais dos lugares incríveis que é o que, no final das contas, nos motivam a viajar.

        • Guilherme 13/04/2016 at 16:34 #

          Swine, ótimas reflexões, principalmente aquelas contidas no último parágrafo.

          Aproveitando o embalo do seu texto, é oportuno também destacar que Mr. Money Mustache, Trent Hamm e JD Roth, só para ficar em alguns exemplos, também poderia gastar sem dó nem piedade o dinheiro acumulado para viver em serviços de luxo, mas o conceito de viagem desses 3 também segue mais ou menos a linha daquela do Soul Surfer, que, aliás, tem um ótimo blog também.

  4. Albino 13/04/2016 at 16:13 #

    O SwineOne acordou inspirado hoje !!!!! =)

    Eu tive experiência com um cartão de cashback há muitos anos atrás, do Citibank, e não era muito vantajoso pois o valor da anuidade era tão alta que quase empatava o dinheiro que eu recebia de volta.

    Hoje tenho uma gama de cartões e não pretendo centralizar custos em nenhum deles, pois cada um tem suas vantagens e, principalmente, porque as promoções são aleatórias, uma vez para o do Santander, uma vez para o Amex, uma vez para o do Bradesco e assim por diante.

    Por isso, minha estratégia é dividir, embora não de forma igualitária, entre os cartões que tenho hoje: Amex Platinum (sem anuidade, não o TPC), Diners Exclusive (anuidade negociada a R$ 250 por ano na última vez), Itaú TudoAzul (anuidade a R$ 468, com direito à 8 transfers por ano de/para o aeroporto e 10% de desconto nas passagens na Azul), Santander Visa Infinite e Mastercard Black (sem anuidade) e Visa/Master do Personnalité (sem anuidade, esse é o que menos uso, tenho apenas por ser gratuito).

    • Guilherme 13/04/2016 at 16:35 #

      Rsrsrsrs….. certeza, Albino 🙂

      Também adoto uma estratégia parecida com a sua: para cada finalidade específica, um cartão de crédito mais apropriado.

    • SwineOne 13/04/2016 at 16:47 #

      Por curiosidade, como conseguiu o Santander Visa Infinite e Mastercard Black sem anuidade? Por negociação da anuidade, por montante investido no banco, algum conhecido dentro do banco?

      Mesmo concentrando os gastos no cartão com cashback, vejo que certas vantagens como seguro-saúde gratuito poderiam justificar a manutenção de um cartão platinum ou black. Se pudesse conseguir um cartão black de graça, pediria sem dó, mesmo que não concentrasse o uso nele, ainda mais o do Santander, com essas promoções de bônus em triplo.

  5. Carlos 13/04/2016 at 17:57 #

    Gostei das observações do SwineOne e fui fazer algumas contas; cheguei à conclusão que só o TPC com Singapore ainda vale a pena.
    Vamos pegar um gasto de 100k reais. Isto daria um retorno de 2 a 2,5k reais no cashback. Este mesmo montante, usando o TPC, geraria 58k pontos, suficiente para emitir GRU-BCN na primeira classe. O preço dessa passagem é 22k reais, mas não o valor, já que eu aceitaria pagar no máximo 4k reais por ela.
    O dobro do gasto (200k) daria 5k de retorno no cashback ou aproximadamente 120k pontos, que dá emitir um trecho em primeira classe de GRU até Austrália ou Japão, custo de 36k mas valor (para mim) de 8k.
    Na TAM, em uma ótima promoção, dá para ir e voltar para a Europa com 100k pontos na executiva ou comprar comprar esta passagem por 4k reais, com a vantagem de ganhar milhas, então, a não ser que haja um mega bônus de transferência, melhor o cashback.
    Quando houver uma desvalorização do Krisflyer, o cashback vai ser uma ótima alternativa.

    • Guilherme 13/04/2016 at 18:30 #

      Carlos, ao ler as observações do Swine, a única emissão que me veio à mente, como parâmetro de comparação, era justamente a dobradinha TPC + Singapore….rsrsrsrs…. essa “transmissão de pensamento” realmente funciona…… 😆

      Sabe do que mais gostei do seu comentário!? Foi da sua perspectiva mais realista de usar como custo real de uma passagem em executiva aquele custo pelo qual você aceitaria pagar, e não o custo anunciado de venda normal pela cia. aérea.

      Eu fico cansado de ler quando blogs gringos falam que economizaram, por exemplo, passagens na primeira classe da Emirates, pagando, digamos, 2k em pontos do Alaska, por uma passagem que custa 8k dólares. Ora, quem, em sã consciência, tirando os ricos e ultra-ricos, pagaria 8k dólares em passagens aéreas? A comparação tem que ser feita em bases reais, com o custo estimado de quanto você estaria disposto a pagar.

      Por isso que gostei de sua base comparativa tomando como parâmetro o custo que você aceitaria pagar. Isso torna as coisas mais factíveis, e não aquele papo de marketing quando se pensa em compras de milhas e pontos.

  6. Felipe 13/04/2016 at 20:09 #

    Liguei na central. Credicard participa.

    • Guilherme 13/04/2016 at 20:29 #

      Que bom, Felipe!

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