Análise completa das mudanças oficialmente anunciadas hoje no AAdvantage, para 2016

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Hoje, a American Airlines anunciou oficialmente as profundas mudanças no programa de milhagens AAdvantage.

Boa parte delas já havia sido comentada, em primeira mão, em posts anteriores aqui no blog, que você pode conferir clicando aqui e clicando aqui.

Portanto, quem já lê assiduamente o blog não ficará surpreso com a maioria das mudanças, que foram antecipadas com exclusividade aqui no blog. Mas vamos revisá-las e, como sempre, dar nossa opinião pessoal, que é o que importa, no final das contas, e o que torna esse blog tão atrativo.

Mudanças na estrutura de qualificação para o status elite

Já havíamos antecipado essa mudança, e o anúncio oficial veio apenas a endossar as afirmações anteriores.

Ficará mais fácil obter o status elite, já que foi abolida a qualificação baseada em pontos (EQPs). Agora, a qualificação (EQM) se baseará num critério misto conjugado entre distância voada combinada com classe de cabine voada. Fora isso, continua valendo o critério de trechos voados.

Além disso, foram mantidos os 3 status padrões: Gold, Platinum e Executive Platinum.

Confiram:

AA Estrutura Qualificação

A maior facilidade na obtenção do status elite gerará uma maior dificuldade na obtenção de upgrades, o que pode ser inconveniente se você pretender utilizar os upgrades domésticos intra-EUA ou internacionais.

Sistema de Upgrades

Conforme também já antecipado pelo blog, a quantidade de upgrades em todo o sistema (SWU) diminuirá drasticamente, de 8 para 4, o que é um reflexo da maior quantidade de pessoas que certamente atingirão o Executive Platinum.

Por outro lado, quem voar bastante poderá ganhar upgrades adicionais.

Haverá mudanças também na estrutura dos upgrades de 500 milhas:

AA Upgrades

Essa mudança dos upgrades do tipo SWU eu considero negativa, já que se trata de um dos benefícios mais valiosos do status Executive Platinum.

Milhas resgatáveis (RDMs)

Mudança extremamente negativa, já que com isso a AA enterra de vez as corridas de milhas, ou “mileage runs”, isto é, trechos voados a preço de banana que rendem milhares de milhas.

Também antecipamos em primeira mão a mudança na forma de acúmulo de milhas resgatáveis (RDMs), que se baseará, a partir da segunda metade de 2016, no valor da passagem, e não mais na distância voada:

AA RDMs

Mudanças na tabela de resgates nos voos da American Airlines

Outra mudança negativa, já que acabou a mamata de viajar do Brasil para os EUA por 20 mil milhas na baixa temporada. Agora, serão necessárias 30 mil milhas por trecho. Houve aumento de valores também para resgates em classe executiva e primeira classe:

AA Award Chart AA Metal

Na teoria, a mudança é negativa, mas, na prática, com tantas promoções de passagens em dinheiro, acaba sendo bem mais vantajoso comprar as passagens em dinheiro mesmo. Talvez nós sentiremos mais essa mudança quando as promoções em dinheiro acabarem, o que “pelo andar da carruagem” vai demorar um pouco…..rsrs

Mudanças na tabela de resgates nos voos da cias. aéreas parceiras

Outra mudança negativa, principalmente para quem pretende viajar em classe executiva e primeira classe, que aumentaram muito de valor.

A exceção é o resgate em trechos domésticos no Brasil, voando TAM, que caiu de 10.000 milhas para apenas 7.500 milhas. O problema é que a TAM disponibiliza poucos assentos em determinadas rotas, o que torna, na prática, complicado realizar o resgate nesse valor.

AA Award Chart Parceiras

Pelo menos a AA deu notícia de forma antecipada, e, até 21.03.2016, será possível resgatar prêmios pela tabela antiga.

Conclusão

Essas mudanças já eram esperadas e, sem dúvida, praticamente igualam a AA à Delta e United.

Se por um lado boa parte dessas mudanças é ruim, por outro ainda colocam o AAdvantage como um programa razoável para se fidelizar, por alguns motivos:

  1. O AAdvantage ainda tem uma tabela de resgates, que é cumprida à risca, coisa que nenhum programa de fidelidade brasileiro possui;
  2. As milhas AAdvantage são bastante difíceis de conseguir no Brasil. Com menos gente “disputando” os prêmios, fica relativamente mais fácil conseguir as emissões de bilhetes em voos originados do Brasil.
  3. As milhas AAdvantage são caras para compra, o que inviabiliza o acesso delas por parte dos brasileiros. Enquanto o Smiles, Multiplus e Tudo Azul vendem suas milhas a uma média de R$ 0,021 a R$ 0,03, o AAdvantage não vende suas milhas por menos de R$ 0,084 (e isso considerando a sua última promoção de venda de milhas, com o dólar a R$ 4, e IOF incluso). Ou seja, as milhas AAdvantage custam o triplo e às vezes o quádruplo das milhas dos programas nacionais.

É ruim? É. Vai piorar? Sem dúvida. Mas pelo menos o AAdvantage tem regras estáveis e consistentes, que permitem ao associado fazer um planejamento, ainda que mínimo, de suas viagens. Só isso já o coloca à frente de todos os programas brasileiros de milhagem aérea.

Quanto a mim, ainda vou analisar o impacto dessas mudanças para no final decidir por qual programa de milhagens escolher no futuro. Atualmente, além do AAdvantage, minhas opções são: Iberia Plus ou Executive Club, pois ambos fazem parte também da OneWorld (junto com a AA e a TAM), têm dois parceiros de cartões de crédito no Brasil (Amex e Santander), e oferecem resgates competitivos em determinadas épocas do ano e em determinadas rotas. Mas não descarto eventual migração radical para algum FFP da Star Alliance, a depender da conjuntura futura.

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23 Comments

  1. Rafael 17/11/2015 at 20:27 #

    Só pra ver se eu entendi: agora vai ser possível resgatar passagens Brasil – Oceania por 112k em First, é isso?
    Tipo vai dar pra fazer SYD-LAX no A380 ou AKL-LAX no 787 e ainda LAX-GRU em F num único bilhete pelo “preço” que a TAM cobra em business (110k) via SCL ou por 80% do valor se fizer em executiva mesmo. Antes tinha que emitir dois trechos separados, certo?

    • Guilherme 17/11/2015 at 20:43 #

      Rafael, sim, respondendo sua primeira pergunta, é possível resgatar Brasil – Oceania por 112k em First.

      Porém, isso somente na rota transpacífico que conecte diretamente a América do Sul à Oceania, ou seja, a rota GRU-SCL-AUK-SYD.

      Para roteamentos à Oceania, oriundos do Brasil, mas via América do Norte, utilizando as rotas sugeridas por você, será preciso resgatar dois prêmios distintos, conforme as regras estabelecidas aqui => https://www.aa.com/i18n/AAdvantage/redeemMiles/american-airlines-award-chart.jsp

      A bola azul tem a seguinte referência: “O prêmio de viagem está disponível entre essas regiões (Brasil – Oceania) como determinado pelo indicador de disponibilidade (ponto azul). No entanto, dois prêmios devem ser resgatados, pois o único serviço disponível é de/para os 48 estados continentais dos Estados Unidos”.

      No seu exemplo, um dos trechos é operado por metal AA, o que torna necessária a emissão de dois prêmios em F.

      Abraços

  2. Albino 18/11/2015 at 01:09 #

    Analisando de forma preliminar, ainda com os downgrades do AAdvantage, ainda o considero um dos melhores, senão o melhor, programa de fidelidade.

    Para acúmulo de milhas em vôos pós-migração, irei analisar caso a caso e, até agora, escolherei entre AAdvantage, Tam Fidelidade e Executive Club. Atualmente são os que melhor me atendem, devido à facilidade de resgate, principalmente pelo fato de meus vôos terem origem em Recife.

    Para transferência dos cartões, devo ficar com o Fidelidade, Avianca e Azul, pois geram bônus na conversão.

    Uma coisa é certa: não concentrarei em apenas um programa. Pelo fato de eu viajar bastante, acumular em várias possibilita o resgate em várias opções.

    • Albino 18/11/2015 at 01:12 #

      Complementando, não vejo vantagens em pontuar na Tap, pois ela tem convênio com meus cartões de crédito. Só transfiro pra lá quando vou resgatar.

      Recentemente descobri a possibilidade de resgatar passagens da Gol pelo Skymiles da Delta. Com os valores absurdos cobrados pelo Smiles para um trecho doméstico, a tabela fixa de 12.500 da Delta se mostrou bem interessante. Transferi do cartão pra lá e resgatei. Além disso, os pontos na Delta não expiram, acho isso muito importante.

      • Guilherme 18/11/2015 at 13:30 #

        Olá Albino, excelente análise. Penso exatamente como você: apesar de todas as mudanças ruins, o AAdvantage ainda fica na frente da concorrência em muitos aspectos.

        Até então, era disparado o melhor programa de fidelidade. Agora, ainda é o melhor, mas a diferença para seus concorrentes diminuiu.

        Também concordo que o melhor caminho atualmente é a diversificação dos pontos e milhas. Para isso, o uso dos cartões de crédito para “estacionar” os pontos passa a ser fundamental.

        Não sabia dessa possibilidade de resgate pela Delta de voos Gol. E o melhor é que dá pra fazer online, sendo que a Delta tem uma tabela fixa de resgates.

        Acho até que dá pra estabelecer um “quadro” dessa diversificação:

        – Voos intra-região (intra-Europa, intra-EUA, intra-Ásia, intra-Oriente Médio etc.): Executive Club;
        – Voos de longa distância internacionais: AAdvantage (pelo menos até 21/03/2016), Iberia Plus e Executive Club (ambos na tabela off-peak);
        – Voos domésticos brasileiros: Gol (via Delta), TAM Fidelidade e Amigo Avianca;
        – Voos domésticos brasileiros regionais (intra-Estado ou intra-Região): Tudo Azul

        Grato pelas informações!

        Abraços

        • Albino 18/11/2015 at 17:51 #

          Ficou ótimo o quadro. Só acrescentaria intra-Ásia também o Executive Club. Vou fazer um regate de BKK para SIN por apenas 7.500 Avios, pois o programa calcula a qtd de milhas necessárias de acordo com a distância viajada. Acho que acontece também intra-Oriente Médio como Doha-Cairo/Dubai/Abu Dhabi, entre outros.

          Eu descobri essa possibilidade da Delta/Gol essa semana. Precisei comprar um vôo na Gol e pelo Smiles tava 50.000 milhas. Pela Delta foram 12.500 milhas.

          Abraços

          • Guilherme 18/11/2015 at 20:27 #

            Ótimas dicas, Albino!

            Tem razão, intra-Ásia o Executive Club também é um ótimo programa.

            E que barbaridade essa diferença de milhas entre o SkyMiles e o Smiles para o *mesmo* trecho…. fiquei impressionado com o fato de o Smiles ser a pior opção para resgatar trechos em voos da própria Gol…..é por essas e outras que o Smiles tem caído cada vez mais em meu conceito.

            Abraços!

  3. leandro 18/11/2015 at 07:46 #

    Sou novato nesse mundo das milhas e tenho a seguinte dúvida: Comprei duas passagens na promobug da AA (gru-jfk-mia-gru e gru-dfw-hkg;nrt-dfw-gru todas em executiva e voando antes de junho de 2016) e gostaria que vc me disse se é melhor pontuar na American ou na Tam? Quantas milhas eu ganharia em cada programa com as novas regras? Na American não possuo status nenhum e na Tam sou azul? Com esses voos eu consigo algum status na AA? Obrigado.

    • Guilherme 18/11/2015 at 13:33 #

      Leandro, melhor pontuar no AAdvantage, pois, como os voos ocorrem na primeira metade do ano que vem, você ganhará milhas baseado na distância voada, e classe de cabine.

      Com esses voos, é bem capaz de você conseguir o status Platinum ou ir direto para o Executive Platinum no AAdvantage.

      Os cálculos do modelo ainda vigente da AA você pode obter aqui: http://www.milecalc.com/

      Abraços

    • Albino 18/11/2015 at 17:53 #

      Leandro, eu comprei um pra MIA e um pra HKG, portanto estamos praticamente na mesma. Irei pontuar, sem dúvida, no AAdvantage. Irá gerar muuuito mais milhas e um status no mínimo Platinum. Se você fizer um challenge, irá conseguir ainda mais milhas. Fiz um estudo aqui no site logo após o bug, se você procurar vai encontrar (final de agosto).

      Na Tam, você sequer conseguirá virar vermelho. Também sou azul e por isso nem penso em pontuar lá.

      Faz os cálculos das tuas milhas e posta pra gente conferir. Abraços

      • Guilherme 18/11/2015 at 20:28 #

        Concordo com o Albino. Com o AAdvantage, você ganha mais milhas e ainda por cima ganha mais status. Não tem comparação.

        Abraços

  4. Tlars22 20/11/2015 at 18:54 #

    Boa noite Guilherme,
    Pesquisei um trecho EZE-GIG na primeira semana de janeiro pelo programa Executive Club da British e ele mostra disponibilidade (7 assentos restantes) para toda semana para emissões em parceria com a TAM.
    Entretanto, ao ligar na American para emitir esta passagem da TAM, utilizando meus pontos de ouro do Aadvantage, mesmo passando a numeração do vôo e o horário, o atendente me informou que não existe nenhuma data disponivel.
    É comum isto acontecer ? Você já ouviu outros relatos deste problema?
    Qual seria a explicação mais palusível neste caso ?
    Será que parceria American/TAM tem um acordo bilateral reduzido para emissões de passagens prêmio entre os programas? Por isto que neste caso, há 7 assentos no Executive Club e pelo call center da American não há disponibilidade nenhuma ?
    Quanto o executive club cobra para emissões Brasil – Argentina (economica e executiva)?

    • Guilherme 20/11/2015 at 19:18 #

      Boa noite, Tiars,

      É muito estranho isso ocorrer, pois geralmente o Executive Club costuma ser a referência em matéria de disponibilidade na rede One World. Ou seja, se tem lá, teria que haver também disponibilidade em programas de fidelidade de outras cias., aí incluído, obviamente, o AAdvantage.

      Eu suspeito que seja um problema de TI, de sistema do software, do AAdvantage, que não consegue “enxergar” essa disponibilidade. Ele pode ser temporário, durando 1 dia ou vários dias.

      Como os sistemas operados pelas diferentes cias., esse tipo de problema costuma ocorrer. P.ex., no momento, associados AAdvantage estão tendo dificuldades de emitir bilhetes em cabines premium na Etihad, mesmo havendo disponibilidade no sistema da Etihad. Pelo menos essa é a atual discussão num dos posts do Flyertalk.

      Esse é um problema que volta e meia aparece. Dura um tempo, mas depois retorna. Parece ser aleatório.

      Não acredito que haja acordo bilateral para redução de emissão de passagens prêmio, porém, vindo da TAM, pode-se esperar tudo mesmo…

      Nas emissões Brasil/Argentina, o EC cobra 10k na econômica e 20k na executiva.

      Tem uma calculadora de Avios aqui => http://www.britishairways.com/travel/avios-calculator/public/en_gb

      Dou aqui duas sugestões:

      1) Tentar ligar em outro dia, já que o problema parece ser de TI;

      2) Ligar na central AAdvantage dos EUA ou da Argentina, pois o problema pode estar localizado nos sistemas do AAdvantage do Brasil.

      Abraços e bons resgates!

  5. Tlars22 20/11/2015 at 19:44 #

    Guilherme,
    Obrigado por todos comentários.
    Só para compartilhar a resposta que acabei e receber agora a pouco da atendente da American da última vez que liguei e me deixou ainda mais intrigado ….
    “Sr, infelizmente a TAM vai liberando aos poucos os assentos …, não temos como prever quando estas vagas nestes vôos estarão disponíveis no sistema, pois varia conforme o dia. Peço favor retornar amanhã.”
    Bom, a partir da resposta da atendente, chegamos a 2 conclusões … ou a TAM está bloqueando estes assentos e liberando aos poucos para a American ou trata-se de um problema de instabilidade do sistema de emissões brasileiro.
    Enfim, só como tira-teima, vou seguir a sua sugestão e tentar Ligar na central AAdvantage dos EUA ou da Argentina, para confirmar se o problema pode estar localizado apenas no sistema do AAdvantage do Brasil.

    • Guilherme 21/11/2015 at 09:59 #

      Olá Tiars,

      Na minha experiência pessoal, tenho gostado bastante do atendimento do call center da American. É um dos melhores, senão o melhor, atendimento, dentre todas as cias. que têm escritório no Brasil.

      Nessa linha de raciocínio, e considerando essa resposta dela, de fato a disponibilidade de assentos para reserva com bilhetes-prêmio na TAM, utilizando milhas do AAdvantage, é completamente aleatória, variando conforme o dia.

      É uma lástima, pois a TAM poderia ser mais “previsível” nesse aspecto, como aparenta ser o Executive Club.

      Depois nos retorne o resultado das buscas nas centrais dos EUA e Argentina, só para haver um tira-teima.

      Abraços!

  6. Tlars22 20/11/2015 at 19:47 #

    Só corrigindo a ortografia …

    A resposta da atendente me deixou ainda mais *intrigado*

    • Guilherme 21/11/2015 at 09:59 #

      Ôpa, acabei de editar sua resposta! 😀

  7. Tlars22 22/11/2015 at 09:22 #

    Guilherme,
    Liguei na central dos Estados Unidos e tbm não conseguiram encontrar disponibilidade nem no dia 03/01
    (EZE-GIG) .
    O resumo da ópera ficou assim:
    Executive Club: 10.000 avios + $ 63 (7 assentos disponoveis)
    American : sem disponibilidade
    TAM: 40.000 milhas (Irrestrito)

    • Guilherme 22/11/2015 at 09:47 #

      Realmente, parece que os sistemas da TAM e da AA não interagem muito bem.

      E o mais estranho é que é mais barato resgatar utilizando o EC do que o TAM Fidelidade.

      É por essas e outras que prefiro concentrar meus pontos em programas estrangeiros. Em trechos regionais, o Executive Club ainda possui bastante valor.

      Abraços!

  8. Tlars22 30/11/2015 at 10:17 #

    Guilherme,
    Só de curiosidade, liguei hoje novamente na central da AA e falei com outro atendente e novamente não conseguiram encontrar sequer uma vaga para o dia 03/01 nem para as datas mais próximas.
    Ao fazer o questionamento do porque no site do Executive Club existiam ainda 7 vagas e na American nenhuma vaga, obtive uma segunda explicação para este fato “estranho” :
    “Sr, infelizmente cada programa possui a sua cota única para emissão em vôos com as cias parceiras. Eles não são unificados. E como para Executive Club, por exemplo, o programa possui uma quantidade de membros bem menor que o AAdvantage, eles ainda tem disponibilidade e o AAdvantage não, pois os clientes do Executive Club ainda não “esgotaram a sua cota” e na American nossos clientes já emitiram todos os assentos disponiveis. ”
    Face o exposto, será que podemos tirar um nova conclusão ?

    • Guilherme 09/12/2015 at 20:59 #

      Olá, Tiars, estranha essa conclusão do atendente.

      Se for realmente por esse caminho, de haver “cotas de emissão” para cada programa de fidelidade participante, o da AAdvantage estaria em desvantAAgem, pois tem muito mais membros do que o EC.

      Mas eu não acredito nessa conclusão, uma vez que as disponibilidades são as mesmas para todas as parceiras. Senão, a TAM teria 7 assentos para o EC, 3 para o Iberia, 5 para o AA, 3 para o da Qatar….não seria lógico.

      Para mim, a central da AA está agindo de forma intencionalmente negativa. Mais um ponto negativo para a AA, se realmente isso tiver acontecendo.

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