Accor planeja abrir hotéis Mercure (2016) e Pullman (2018) nas Maldivas

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 0 Flares ×

A rede francesa Accor planeja abrir hotéis numa região turística ainda inédita para ela: as ilhas Maldivas.

Maldivas

Aqui está o press release da Accor, em inglês:

Accor Asia Pacific has been appointed by Pristine Island Investments Pte Ltd to manage two new resorts being built in one of the most unspoilt areas of the Maldives. The 68-villa Mercure and 120-villa Pullman will open in 2016 and 2018 respectively, and will be located in the south of the Maldives in the Gaafu Alifu Atoll in the Indian Ocean, a spectacular lagoon teeming with colourful marine life and boasting unmatched diving and snorkelling options.

“We are thrilled to announce our first two hotels in the Maldives at a time when the region is enjoying excellent growth, especially with travellers from Asia Pacific,” said Michael Issenberg, Chairman and CEO Accor Asia Pacific. “The Mercure and Pullman resorts will provide great options for travellers looking for world-class accommodation in the middle of this unspoilt lagoon and we look forward to working with Pristine to bring these exciting projects to fruition.”

Bringing stylish mid-scale and upscale accommodation to the pristine south of the Maldives

The Mercure Maldives Kooddoo Resort will provide one of the best-value accommodation options in the spectacular Maldives, with 68 villas including 43 located over water and 25 scattered along the white sandy beach. The resort will be built using local materials, bright colours and stylish furniture with the interiors designed to reflect the Maldivian culture and the spirit of travel. It will be the only Maldivian beach resort directly accessible by domestic plane, without the need of an additional speedboat journey. Facilities will include an all-day restaurant, lobby lounge, pool and pool bar, sunset bar, spa and gym as well as a range of watersports including a dive centre. The arrival of the Kooddoo Airport has opened up the beautiful south of the island nation, away from most of the resort developments further north of the archipelago.

The 120-villa Pullman Maldives Maamutaa Resort, which is slated to open in 2018, will be a ‘one-island, one-resort development’ located just 10 minutes by speedboat from the new airport on the gorgeous, unspoilt Maamutaa Island which spans 195,000 square metres. A destination in itself, the Pullman Maamutaa will be one of the most modern resorts in the Maldives, offering guests five-star services and facilities including 80 spacious overwater villas and 40 villas dotted around the pristine beach, two swimming pools, a lounge, an all-day dining restaurant, a specialty restaurant, a sunset bar perched over the lagoon, spa and fitness centre, organic gardens, tennis court, kids club, beach playground as well as a dive centre and watersports centre so that guests can make the most out of their stay in this spectacular location.

“The upscale Pullman Maldives Maamutaa Resort and mid-scale Mercure Maldives Kooddoo Resort will be our first two hotel developments in the Maldives and we are pleased to partner with Accor which has a large brand portfolio catering to different market segments and a strong brand presence in Europe and Asia”, said Mr Ronald Leo, CEO of Pristine Island Investments Pte Ltd.

“We believe that this partnership, with our collective experience, will create a new and very exciting holiday destination in the Maldives.”

Accor has a long relationship with the Keong Kong Holdings Pte Ltd, the majority shareholder of Pristine Islands Investment, as they appointed Accor to build and manage the flagship ibis Singapore Bencoolen Resort back in 2007. The success of that hotel has given Pristine Islands Investment great confidence in choosing Accor as its partner on this exciting new project in the Maldives.

The announcement comes at a time when the Maldives are enjoying record visitor numbers with 120,468 tourists arriving in February 2015, the highest number recorded in the history of Maldives tourism. Asia Pacific currently accounts for around 44% of visitor arrivals (with China the number one source country) and Europe accounting for 49% of visitor arrivals(1).

With its strong European roots and expansive network in Asia Pacific, Accor will be able to help Pristine Islands Investment to attract visitors from all around the world to these new projects, which are set to redefine accommodation in the Maldives. Additionally, the opening of the new airport at Kooddoo has dramatically reduced the travel time to the stunning south of the Maldives which boasts some of the most dramatic landscapes and unexplored reefs in the world. Coupled with the increased air capacity to the Maldives including new direct flights from Singapore, Kuala Lumpur and key Chinese hubs, tourism in the region is expected to grow further with anticipated visitor arrivals to reach 1.72 million by 2017.

Fonte: Loyalty Lobby

Conclusão

A iniciativa veio em boa hora, principalmente porque a rede Accor é bastante forte no Brasil. Isso abre a possibilidade, é claro, de podermos utilizar vouchers Le Club nas Maldivas, o que tornaria a o custo de uma viagem dessas bem menos oneroso.

Tagged as: , ,

5 Comments

  1. SwineOne 27/04/2015 at 16:06 #

    Falando em Accor, gostaria de dar mais uma atualização a respeito da minha estratégia para economizar com estadias.

    Como mencionei no meu último comentário sobre o assunto, além de transferir pontos do Km de Vantagens para a Multiplus e depois para a Accor, aproveitei para fazer uma limpa nos meus pontos do cartão de crédito do HSBC. Estes pontos foram transferidos no meio de março (ou seja, há quase um mês e meio), e nada desses pontos serem creditados ainda. Já reclamei para o HSBC e para a Accor. O HSBC enviou um email lavando as mãos, dizendo que os pontos já foram transferidos para a Accor e que agora o crédito está unicamente na mão deles. Já a Accor não dá nenhuma informação concreta, tendo inclusive me deixando 2 semanas sem nenhuma posição via email.

    Sinceramente, estou começando a me arrepender de ter embarcado nessa estratégia para pagamento das estadias da Accor. Já perdi as contas de quantas horas perdi falando no telefone e escrevendo emails para o HSBC, Accor e Multiplus para conseguir os pontos a que tenho direito. Provavelmente já é algo entre 10 e 20 horas. Isto é tempo que eu poderia estar trabalhando (e ganhando dinheiro, muito mais do que as merrecas que economizei com esta estratégia), me divertindo ou descansando, mas ao invés disso estou me estressando e acabando com a minha saúde. Não é de duvidar que da próxima vez que tiver de planejar férias, eu acabe ficando com pavor ao invés de prazer ao pensar em viajar.

    Certamente todos nós temos histórias para contar desse tipo de problema — o próprio Km de Vantagens é um programa onde você precisa ficar em cima para receber tudo o que tem direito, e inclusive já estou me preparando para cobrá-los com relação aos Km que deveriam ter voltado na aplicação dessa estratégia e que ainda não voltaram. A pergunta é: será que vale todo o esforço de ficar em cima das empresas para conseguir receber os pontos que são seus de direito?

    Já praticamente consolidei minha opinião de que não vale o esforço para economizar uns trocados, e que da próxima vez simplesmente vou me ater a promoções para pagamento em dinheiro e que não envolvam pontos, já que as empresas geralmente estão mais dispostas a te ajudar quando você vai pagar em dinheiro de verdade e não com estas “moedas imaginárias”.

    • LENIO JACOME 27/04/2015 at 16:22 #

      Cheguei a esta mesma conclusão há algum tempo. As promoções em dinheiro efetivo são mais constantes do que as promoções de milhas, pontos ou qualquer outro programa de fidelidade. Inclusive acho que se não houvesse programas de fidelidade teríamos uma maior quantidade de promoções e benefícios. Como você bem mencionou no comentário, tempo é dinheiro e essa perda de tempo que você teve pode ser que ultrapasse e muito o suposto benefício que teria com a economia pretendida, sem falar da preocupação que vai ter de contar com a sorte para que tudo dê certo antes, durante e depois da viagem.

      • Guilherme 27/04/2015 at 20:46 #

        Olá Swine e Lenio, vocês têm razão.

        Existe um limite para toda essa trabalheira envolvendo a compra de pontos, que passa necessariamente pela relação custo vs. benefício de tal atividade.

        Pretendo ainda essa semana trazer mais uma dica de como encontrar excelentes hotéis pagando em dinheiro, com uma variedade ainda maior do que a do Booking.com, e ainda acumulando pontos nos cartões de crédito.

        Profissionais liberais costuma fazer o cálculo do valor das horas de trabalho, para ver se compensa fazer mais essa atividade. Considerando o custo médio de uma hora em torno de R$ 100 a R$ 300, fica quase evidente que para muitas pessoas vale mais a pena gastar seu tempo com atividades profissionais do que comprando milhas e pontos através de uma engenharia de compras e vendas.

        Abç

  2. SwineOne 28/04/2015 at 08:35 #

    Guilherme,

    Eu falo pra você que o problema não está na engenharia, e sim na “execução da obra” (boa analogia que você escolheu, pois eu sou engenheiro por formação). Ou seja, o “cálculo estrutural” da obra é interessante, podendo ser até prazeroso para quem gosta de desafios intelectuais, mas o difícil é ter que “lidar com os peões que fazem corpo mole”. Esse é o problema principal aqui: você transferiu seus pontos, às vezes até pagando por eles, e a cobrança no cartão o pessoal faz rapidinho, mas às vezes te entregar os pontos que é bom, nada… Na verdade, os pontos comprados são os melhores, porque se não te entregarem algo pelo qual você pagou com dinheiro mesmo, aí a casa cai. Mas quando se trata dessas “moedas imaginárias”, parece que ninguém compreende que elas valem tanto quanto dinheiro de verdade. E aí de repente torna-se aceitável deixarem de te entregar algo que é do seu direito, já que afinal, “são só pontos…”

    Quando falamos de EUA vs. Brasil, talvez essa não seja a primeira (e nem a última) enorme diferença que venha à mente entre os dois países, mas é impressionante a diferença de autonomia que os atendentes de empresas possuem por lá. Primeiro que se você ligar num número (800) americano, às vezes é uma pessoa que te atende direto, sem ter que navegar os labirintos de menus em 0800 brasileiros. E principalmente, essa pessoa não está meramente seguindo um script (talvez esteja, mas não deixa tão na cara quanto os brasileiros) e ela efetivamente tem autonomia para resolver os problemas. Aqui no Brasil tudo precisa “abrir um protocolo para ser repassado para a área responsável”. Verdadeiramente, a burocracia e a falta de confiança nas pessoas é algo inerente à cultura brasileira. Outro grande exemplo são os cartórios — onde já se viu, em qualquer outro lugar do mundo, você precisar toda hora ficar provando que você é você mesmo? É porque implicitamente não confiamos nas pessoas, embora até tenhamos razão para isso, devido à malandragem do brasileiro típico. Enquanto não houver um choque total de cultura no país, continuaremos sendo um país nanico e subdesenvolvido, apesar do potencial para ser o melhor país do mundo.

    • Guilherme 28/04/2015 at 16:50 #

      Excelente, Swine!

      Os programas nacionais de fidelidade são, de certa forma, um reflexo de quão miserável é o tratamento que, em geral, boa parte das empresas conferem aos clientes brasileiros.

      Abç

Leave a Reply

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 0 Flares ×